Habito da Leitura

Cerca de 38549 frases e pensamentos: Habito da Leitura

Para criar um novo hábito, pratique como um exercicio por 21 dias, ou 3 semanas e depois será expontãneo.

Inserida por Belkis

Estou perdendo o hábito de escrever. Credo, estou ficando doente.

Inserida por jussaradevita

Ela ainda tinha o terrível hábito de se expor em palavras… já não tinha mais cura. Era algo enraizado em sua vida.
O que poderia fazer com um coração de pássaro se ela não entendia a língua dos anjos e nem os humanos entendiam a língua dela?

Inserida por barbaramatoso

Perder geralmente é algo comum, o incomum é reagir para não pegar o hábito

Inserida por Valdeci-Nogueira

Eu sempre digo: É o hábito que faz um monge!

Inserida por JonatasAPS

No mundo em que eu habito, momentos bons e ruins eu passo a conviver, os ruins são esquecidos, os bons jamais eu irei esquecer.

Inserida por davifrancisco

Habito hoje em estranhos mundos dos quais me disfarço a cada momento sem me perder.

Inserida por JorgeMello

O mesmo amor que pode ser provado com a renúncia de algum hábito também pode ser provado com a aceitação do mesmo.

Inserida por bryancarvalho

Atitude deveria ser um hábito.Isso me compraz!

Inserida por lenacasasnovas

Adquira o hábito de comemorar o seu nascimento todos os dias do ano, e não somente em uma data específica. Não há nada de errado com isso.

Inserida por JackOlvTopSecret

Por força do hábito; sorte para todos nós.

Inserida por allinoff

Só o hábito de não falar mais da pessoa dá um alívio, né não?

Inserida por IvanaAquino

Nós, humanos, temos um hábito de dar o abraço mais forte e terno, quando sabemos a demora do reencontro.
Porém, bobos como somos, não percebemos, que não há nada que nos garanta a proximidade do mesmo.
Por isso, sugiro, que os abraços sejam sempre fortes e ternos, e que os sentimentos sejam expressos até a última palavra, para diminuir o dessabor na ausência gritante, de nunca ter dito nada.

Inserida por brunobarcellos

Todos nós temos o hábito de julgar as escolhas alheias como se fôssemos “expert” em viver, mas quando esse julgamento se vira para nós ... Uia! Dói!

Inserida por clauperotti

Feliz? É um hábito gostoso de ser.

Inserida por FabiolaCoito

Morto

Morto é o escravo do hábito
Deixando se levar
Pela rotina do dia-a-dia
Percorrendo os mesmo lugares
Fazendo sempre a mesma coisa
Não se importando em mudar
Morto é quem não se arrisca
A falar uma nova língua
Dá pelo menos um grito
E apenas se põe a calar
Morto se contenta com uma só cor
Um só sabor, nenhum amor
Morto é aquele que não faz amigos
Não é amigo nem de si
Se aproxima do nada
Deixando o tudo partir.

Inserida por ClebioCarvalho

Ser capaz é questão de hábito

Inserida por bays

O amor, quando genuíno, possui o hábito de abrir rotas bem opostas aos rumos de nossas expectativas!

Inserida por pastoreinaldoribeiro

E nesse hábito meu de escancarar doçuras, tudo vira afeto - mesmo o que ainda não existe.

Inserida por flabrito

Por definição. vício: 1 Defeito 2 Hábito 3 Costume condenável ou censurável 4 Uso de tóxico ou droga 5 Apego exagerado a algo, que não faz bem.

Nessa história é um pouco de cada uma das definições.

É, ele já era apaixonado, ele tinha sua metade, nos braços da namorada ele era feliz, tão feliz que quando estava ao lado dela, nunca tinha mais nada da cabeça. Mas era como se o efeito pasasse após alguma hora, é como se a namorada fosse um entorpecente, que deixava ele bem, enquanto estivesse em sua presença.

Porém, sempre que estava meio afastado dela, sempre ele sentia o seu antigo eu clamar por liberdade. O cafajeste ainda tava ali dentro, trancafiado. E eis que surgiu uma nova pessoa em sua vida. Seu sorriso era como o pólen de uma Aroeira, doce, inebriante, mas venenoso. E ele sabia que lhe fazia mal, que ele não devia voltar a cativar aquela flor, mas… Quem disse que ele conseguia. Ela nada mais era que um vício, que ele foi gostando, apesar de saber que não poderia mantê-lo do jeito que queria, ela era daquele jeito… Perfeito para ele. Mas o destino tinha demorado pra apresentá-los. Ahh como destino é cruel às vezes.

A nova atriz desse palco, sabia do compromisso dele, sabia que no fundo, ele amava sua namorada, então, apesar de querer, ela simplesmente não cedia, porém, já não podia negar, que um algo mais sentia, e aí ficava entre a cruz e a espada, entre a consciência de fazer o que é certo e vontade de fazer o que é errado, entre a sinceridade e a mentira.

O protagonista, sabia quem ele queria. Ele queria as duas, mas não se pode ter duas pessoas, ou pelo menos foi o que ele aprendeu, e ele seguia, sendo um ótimo namorado, um cafajeste deplorável, pois lá no fundo, ele ainda tinha consciência, de que, consumar o que sentia vontade, não ia ser tão prazeroso quanto parecia. E aí ele se cansou, se cansou de mendigar o carinho da flor, pois, sua consciência lhe mostrou, que ele não podia manter dois amores. E aí ele tentou ter só a amizade da flor, só que era díficil, aquele sorriso, aqueles olhos, eram tentadores demais…

“Uma pessoa não pode ser de duas! Isso não tem sentido algum”
“Claro que pode, amor nunca faz sentido… Por exemplo, quando a gente é criança, a gente é do nosso pai e da nossa mãe…”
“… Você sabe que é errado”
“Eu nunca disse que eu era o certo”
“…”
“No fim a decisão é sua”
“Você sabe o que eu decidi…”
“Então não vou mais incomodar”
“Vamos deixar de nos falar?”
“Não, acho que não”

Ele sabia que era mentira, mas era como tinha explicado pra ela, mentiras, às vezes existem para o bem.

E então, um dia, passando por uma floricultura, ele viu, um lírio, que lhe chamou a atenção, uma flor bela demais para ficar na vitrine, merecia estar no colo de uma mulher que lhe envenenara. Ele a comprou, e covardemente a enviou, junto dela, colocou uma mensagem numa das pétalas, e esperou. Era a mensagem que ela disse amar, e que recitou tantas e tantas vezes no ouvido dela, como cantada, mesmo sabendo que era errado, ele colocou lá, no lírio.

Esperou que pudesse a voltar a sentir o polén venenoso lhe deixar tonto. Mas nada aconteceu. Passaram se dias, meses, o tempo tomou tudo. Ele se casou com sua namorada, era seu destino afinal.

Um dia, o tear do destino, voltou a se mostrar cruel, ou simplesmente divertido; andando na rua, ele parou naquela mesma floricultura, para comprar um lírio para sua filha, e eis que viu uma moça um tanto quanto singular segurando a flor que fora comprar. Ele indagou.

“Você gosta de lírios?”
“É um vício que aprendi a ter quando moça…”
E sem perceber porque ele entoou.
“… olha só, o que te escrevi, é preciso força, pra sonhar e perceber, que a estrada vai Além Do Que Se Vê”

Os dois se fitaram, e ele percebeu aqueles orbes âmbar que o envenenavam, deu um sorriso gostoso e disse.

“Então ainda somos viciados nas mesmas coisas”.

Inserida por brunomtop