Governo
As vezes, quando você não está esperando, você já espera. Eu não espero que o governo mude. Eu não espero que a saúde e educação melhorem. Eu não espero simplesmente por ter cansado de esperar. Eu não espero uma mudança. Eu espero a monotonia. Eu espero o conformismo. Eu espero a alienação. Eu espero, mesmo não esperando, tudo isso por fim acabar. Mas é difícil agir globalmente, é difícil você não jogar o lixo no rio tietê e esperar que as coisas mudem mesmo sabendo que várias outras milhares de pessoas depositam seus lixos por lá ao passar. O mundo é o rio tietê e nós somos as pessoas que temos a escolha de optar por jogar o lixo ou não nas questões do dia a dia. Sempre esperamos pela mudança mas é chegada a hora de fazermos a mudança.Há uma grande diferença entre esperar e fazer.
O brasileiro é um dos povos mais ignorante; hipócrita do planeta. Uma nação débil tem o governo que merece ter. O brasileiro não tem noção nem da própria realidade que vive.
Conhecemos os trâmites de um governo populista. Cria bonanças artificiais, desfila bondades sem governar direito, gasta mais do que arrecada, endivida o país, foca sempre na próxima eleição, ignora as leis, a matemática, e a bomba estoura logo depois no bolso do trabalhador. O populismo antecede o subdesenvolvimento.
A única coisa justa que o governo pode fazer por você é gerir com responsabilidade o dinheiro que ele te toma.
Qual o mérito de desfilar bondades sem governar direito? O maior talento de um governo populista é hipotecar os filhos e netos de quem o financia.
Devemos estar sempre lembrando, sobretudo, as novas gerações, que todo dinheiro que o governo gasta, manipula, gerência ou investe, foi antes arrancado das mesas das famílias, do orçamento doméstico e do bolso de quem trabalha e consome.
Uma vez que um governo qualquer - já carregado de intrínsecas ideias e opiniões - tenha a prerrogativa de banir ideias e opiniões, a sociedade inteira está em risco.
Nenhum governo é bonzinho por trocar oportunidades por auxílios. Na verdade, ele é muito mais malvado do que parece.
Quando o governo gasta mais do que arrecada, é o contribuinte que paga a conta, na forma de sacrifícios sobre àqueles que nada decidiram.
O governo não se importa com o déficit nas contas públicas, pois sempre está a transferindo para os ombros da população.
As pessoas ainda não perceberam que não é a ideologia de um governo que mata, mas sim aquele que governa. Tanto o comunismo quanto o liberalismo seriam bons regimes, se fossem regidos por boas pessoas. Mas as pessoas são invariavelmente umas cretinas (tanto as que governam quanto as que são governadas), e os resultados disso conhecemos muito bem. Após tanto tempo e depois de tantas desgraças, ainda não percebemos que não são ideias postas num papel que matam, mas aqueles que as corrompem em sua execução.
Quando tratam a educação como meio populista de um governo, não obtemos, dos atos de seus agentes, aprendizagem, e sim, respostas de estratégias que focam os esforços em produzir números satisfatórios.
Todo e qualquer povo
é maior do que seu governo,
mas a ignorância ao seu poder,
o torna escravo da elite que o governa.
O povo que não é apto
a reconhecer a incompetência
de seu governo,
está fadado a ser explorado
e padece do direito de mudar,
pois é incapaz de lutar
No dia em que o povo enxergar que a sua união
o torna maior do que qualquer governo, teremos
uma sociedade, verdadeiramente, justa e igualitária,
enquanto isso não acontece, continuamos a ter
a triste ilusão de sermos livres
de escolher o que na verdade nos é imposto
e aceitar como natural. O educador tem um papel
de extrema importância nesse processo
em qualquer modelo de sociedade,
para que as coisas possam acontecer
em prol dos interesses dessa sociedade como um todo
e não para uma minoria privilegiada.