Sou eu. É de mim que tenho medo. Medo de que o Coringa esteja certo sobre mim. Às vezes, questiono a racionalidade das minhas ações. Estou com medo de que, quando atravessar os portões do asilo... Quando eu entrar no Arkham e os portões se fecharem atrás de mim... Vai ser como voltar para casa.
Eu não tenho medo de morrer, só que eu percebi que tem uma coisa. Eu ainda não superei esse medo de ter que passar por tudo aquilo novamente, de perder alguém importante pra mim.