Frases Racionais
A lógica em torno do conflito de interesse é a seguinte: se eu não fizer o que deve ser feito; se não der o que deve ser dado; não me abstiver do que é proibido; serei punido? Como?
Raciocínio lógico não é bem o meu tipo de inteligência. Prefiro a averiguação de fatos.
Da Vinci não fez a estátua do Pensador, mas criou a Monalisa e isso fez dele um grande artista.
Há diferentes conceitos para uma mesma conclusão.
MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE UM AMOR SEM LÓGICA
E assim sucessivamente em uma mente sucessiva, sem hora pra chegar ou pensar em coisas boas, tudo pode ser substituído, vou me despedindo, me despindo, me desfazendo daquela vida de engano sem motivo ou razão, vou acontecendo, descendo e chegando aos poucos, por completo já estou aqui, pronto pra te seduzir, pronto pra um novo amor esperando uma velha decepção, sonho passageiro de uma estrada de ilusão, estou cego, sem juízo, sem novidades pra contar, sei que sou meu próprio caminho, não preciso de regras, suas leis não me bastam, nada me satisfaz, continuo refém de meus medos e o passado sempre a me atormentar, cada escolha tem sua consequência, boa ou ruim, não venha me culpar pelo monstro que você se tornou, já nem me recordo a última vez que dei um bom sorriso, aquele amor foi entre todos o pior e mais agonizante veneno que já provei.
O ser politizado ou de vida política, deve analisar o contexto político de forma racional e nunca emocional ou pessoal, desta forma evitará erros catastróficos.
"Ouve a verdade, ler a verdade, há provas concretas, incisivas e coerentes sobre a verdade, sabe que lá no fundo, a verdade é tudo que está diante de seus olhos, mas PREFEREM acreditar na mentira. Agora entendo, com muita precisão o ditado: 'O pior cego é aquele que não quer enxergar' "...
Memórias
Silêncio absoluto, não posso lhe falar,
Mordaças invisíveis da racionalidade.
Não serei apagado da sua memória,
Suas lembranças gritam por mim.
MEUS POEMAS
Meu primeiro poema foi tão fraquinho:
sem harmonia, sem coerência...
Apesar de feito, com muito carinho,
era infantil, e sem consistência...
E, como João – graveto fazia meu ninho.
Meu primeiro poema não levava jeito.
Ainda hoje tropeço no tecer...
Mesmo vindo do peito,
e da alma; as duras lavras.
A nenhum leitor agradava:
por não ligar nada com nada.
Meu primeiro poema,
não teve graça alguma.
E fora, para alguns,
um grande insucesso.
Para outros, apenas, mais um;
para maioria, um retrocesso.
Meu primeiro poema
falava de amor;
um tema tão explorado,
em que, os namorados,
não mais se amam, só ficam...
Não sabem, definir esse sentimento.
Meu segundo poema,
já foi mais convincente;
assim como a graça do pirilampo,
no frescor da noite e dos ventos;
foi como a imponência e a beleza da ema,
solta no campo.
Meu último poema foi o mais lindo!
E o mais brilhante poema, que já fiz.
Desafio alguém, a fazer outro igual!
Ao tecê-lo, desprendi tanta ternura e esmero,
que não vi outro, tal qual.
Foi uma obra prima, a mais valiosa das artes!
Caprichei demais, até, principalmente nos arremates,
E com a candura de um bom filho, o dediquei à pessoa mais importante
Do mundo pra mim: obrigado mamãe por ser e ter inspirado a minha mais bela poesia!
E por ser, mais preciosa do que o diamante.
- 14.04.16
O autor é o deus da estória, que deve conter coerência de raciocínio, e nunca tratar o leitor como um néscio.
Uma única coisa que acontece muda toda uma sequência lógica, criando uma linha estreita constituída por outros canais de ligação.
Ligações capazes de se conectar a todo lugar, fazendo de um grande caos um temporal.
Lugares explorados pelas emoções, e inabitável de sensações. Subdividido nesta ponte pequena, pequena de proporção e imensurável de tanta consideração.
Banalizes em uma vida automobilística, sem poder usar seu maior talento, correr, seguir e de tanto tentar já irias conseguir.
Talvez encontre essas mesmas peças no meio do caminho, uma troca justa nesta estrada curta.
Ontem já não é mais hoje!. Lógica, acaso, destino e sensatez.
Na lógica que as águas continuam a descer rio abaixo, e lá de cima continua a brotar uma nova. Desce, sobe, vira e volta, pouco turvas se invertem em suas curvas.
No acaso das coisas acontecerem sem domínio, com força superior às naturais, sem nenhuma preposição de ligação.
Com o destino de poder dela desfrutar, antes que chegue ao mar.
Sensato aos que tiram sustento em meio tempo, ao que delas cantam alegres e tristes, ao que delas inventam, dos que nelas jogam cinzas, e recebem toda a brisa.