Frases sobre Eu Interior

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‎E lá vem você me olhar apaixonado e, no segundo seguinte, frio. E me falar para eu não sofrer e para eu ir embora e para eu não esperar nada e para eu não desistir de você.

E se eu tiver motivos pra sorrir, amigos pra abraçar, música e energia boa no ar, nada mais importa.

Eu não vou gostar de você porque sua cara é bonita. O amor é mais que isso…

Eu gosto é de mulher independente,
dinâmica, inteligente, segura de si,
que não se intimida diante do mundo
nem dos desafios da vida,
mas, curiosamente, este é o tipo de mulher
que mais tem medo de mim...

E no meio de tanta gente eu encontrei você... Ainda bem que foi você!

Eu estou pedindo a tua mão, me leve para qualquer lado.

E apesar de tudo eu penso sim, eu digo sim, eu quero sins.

Ser intelectual é usar sobretudo a inteligência, o que eu não faço: uso é a intuição, o instinto.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Intelectual? Não.

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Você foi mais eu em teus passos.
Viveu junto comigo os meus sonhos.
Enxugou minhas lágrimas quando eu chorei,
e ficou mais feliz do que eu mesmo com o meu sorriso!
Você foi o maior presente
que a vida deu pra mim.

Era disso que eu tinha medo: do que não ficava para sempre.

Não acredito em Deus porque nunca o vi
Se ele quisesse que eu acreditasse nele,
Sem dúvida que viria falar comigo
E entraria pela minha porta adentro
Dizendo-me, Aqui estou!

Por isso eu acho que a gente se engana as vezes. Aparece uma pessoa qualquer e então tu vai e inventa uma coisa que na realidade não é. E tu vai vivendo aquilo porque não aguenta o fato de estar sozinho.

Sinto que toda aquela carga de angústia e inquietação que eu tinha está se indo. Quero muita calma daqui pra frente.

Porque quando fecho os olhos, é você quem eu vejo; aos lados, em cima, embaixo, por fora e por dentro de mim.

Eles passarão, eu passarinho.

Dias sim, dias não.
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão.
Da caridade de quem me detesta.

Eu perdi o meu medo da chuva. Pois a chuva, voltando pra terra, traz coisas do ar.

Futuros amantes, quiçá, se amarão sem saber, com o amor que eu um dia deixei para você.

“Eu sei que sou pesada, triste, dramática, neurótica, louca, insatisfeita, mimada, carente. Mas você se esqueceu da minha maior qualidade: eu sou só. (...) O mundo é cheio de opções sem você, mas todas elas me cheiram azedas e murchas demais.”

Por esses longes todos eu passei, com pessoa minha no meu lado, a gente se querendo bem. O senhor sabe? Já tenteou sofrido o ar que é saudade? Diz-se que tem saudade de ideia e saudade de coração…

Guimarães Rosa
Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.