Frases de rock

A maioria das pessoas não defende valores, defende conveniências com vocabulário moral.

A ciência explica o mundo, mas não impede que idiotas o usem para justificar atrocidades.

Quem diz “eu sou assim” geralmente está confessando preguiça moral.

A empatia virou moeda simbólica: todos exibem, poucos praticam, quase ninguém paga o preço.

A ignorância já foi falta de acesso; hoje é uma escolha militante.

Pensar dói porque obriga a abandonar identidades convenientes.

A sociedade não é doente por falta de informação, mas por excesso de autoengano.

A maioria das pessoas não quer entender o mundo; quer um roteiro que confirme sua mediocridade.

Ignorância hoje não é ausência de dados, é alergia deliberada à complexidade.

Moralidade frágil sempre precisa de plateia; caráter não.

Quem grita virtude costuma estar tentando abafar a própria culpa.

A razão, nas mãos erradas, vira uma arma para legitimar a estupidez.

As pessoas não odeiam a verdade; odeiam o esforço psicológico que ela exige.

O ressentido não quer justiça; quer vingança com verniz ético.

A estupidez coletiva não é acidente histórico, é projeto emocional.

A maioria dos seres humanos não busca sentido; busca anestesia existencial.

Pensar criticamente isola porque desmonta as mentiras que mantêm os grupos unidos.

O problema não é o ego inflado, é o vazio que ele tenta esconder.

Muitos chamam de “identidade” aquilo que na verdade é dependência psicológica.

O otimismo burro é apenas desespero que aprendeu a sorrir.