Frases de Loucura
E eu nunca conheci um louco ,Que não tem uma causa ,E eu nunca conheci um pervertido ,Que não tem um coração partido
Depois das Loucuras,
Neuroses e Psicoses,
Eis que surge o Surto de Lucidez,
Para me fazer voltar a enxergar;
Que Me Iludia Envolto em um sonho,
Um lindo e Impetuoso sonho,
Porém fútil e abstrato,
Nesse Instante encontro a beleza
De ser um eterno aprendiz.
Já não sei mais onde acaba meu corpo e começa minha moto
Dizem que é loucura andar, gostar, cair
Ela me deixa de joelhos em cada esquina
Loucura é não viver, loucura é não amar
Se o preço da sanidade é o cansaço e a tristeza, eu prefiro que a minha mente seja a morada da loucura.
Ver você de perto destruiu todas minhas defesas e me trouxe uma vontade louca de sentir seu cheiro, seu gosto e sua boca. Então percebi o quão grande e incontrolável és o amor que sinto por você.
Alguns a chamam de louca, e de modo algum acreditam na sua existência. Mas há os que moram nela, enquanto respiram o seu perfume, jasmim, sobrevoam novos ares, libertos do medo, resistem. É a esperança! Olha ela ali, viu? Acabou de passar... no seu voo, ballet, jasmim... Esperança!
"Não se arrependa de nada
Se tiver que se arrepender
Arrependa das loucuras de amor
Que você não fez por medo da dor
Toda experiência é uma aprendizagem
Cada situação
Deixará uma mensagem".
Os sonhos são ruins,
nossas cabeças estão loucas.
Eu amo a garota,
mas só Deus sabe que fica
cada vez mais difícil
ver o sol chegando
Pessoas verdadeiras são as loucas e no seu interior a humanidade delas se reflete como algo puro e verdadeiro.
Menina-Mulher
Louca e responsável.
Meio fofa, meio braba.
Apegada à família, amiga do mundo.
Cabeça nas nuvens, pés no chão.
Seu guia? Sempre o coração.
"O som de um quê que ouvimos
São os gritos agudos
Das almas loucas
Que desdenham frenéticas
De nossas preces históricas."
Rogério Pacheco
Poema: Câmara da redenção
Livro: Vermelho Navalha
"Sei que ainda existo!
No grito de todo louco!
Nos sonhos de qualquer morto!
Na miséria no conforto!
Na putrefação de todo corpo!
‒ Ainda existo?"
Rogério Pacheco
Poema: Abrolhos latentes
Livro: Vermelho Navalha - 2023
Teófilo Otoni/MG
Escrever como uma metralhadora ambulante. Solitária e louca na sua própria solidão. Escritor precisa de solidão e não de um mundo frio; falso.
Da minha loucura não quero a cura.
Da tua loucura vivo em leitura.
Da nossa insanidade quero a paz que ela é capaz
Dessa paz, que ela fosse eficaz