đđđŠđą đđšđŠ Meus poros... AD

đđđŠđą đđšđŠ
Meus poros enquadram o sol da noite mais escura.
Um coiote sem matilha a vagar acuado, mudo.
O uivo que ora se desfaz em passos
Por sobre a cidade em traços ocos.
Ver forma mais pura e se sentir distante,
Qual musica entre precipĂcios e mares intocados, Ă© estar vazio.
Vazio, entretanto, Ă© estar em si, antes de dĂł.
A meio tom de um olho negro a espreitar o espĂrito alheio,
Enquanto o meu esfumaçado, é mar, é ar, é brisa e pasto.
Seria outra senĂŁo aquela hora
A pontilhar os percursos
Da abĂłbada da minha vitrine
Opaca e sem laços?
Desfragmento-me:
medos e postais,
passos e adeus,
vento ... fumaça.
Espero a preamar ou
O ocaso da existĂȘncia.