"E agora eu escrevo, porque escrever é enfiar um dedo na garganta. Escrevo palavras não faladas, não contadas. Relato da saudade que me acompanha em apenas um ano. Um ano e um minuto de silêncio para as coisas que eu deveria ter falado e não falei."
Ajude-nos a manter vivo este espaço de descoberta e reflexão, onde palavras tocam corações e provocam mudanças reais.