Chuva de crises O escuro à toma As... Kátja Ellen

Chuva de crises
O escuro à toma
As mãos molhadas tremem
Olhos arregalados engole o medo
Ela corre, grita
Ninguém ouve, ninguém ver
Depois de sua garganta congelar
Ela sussurra numa noite friamente bela
Sombras aparecem, reaparecem
A chuva de crises enlouquece-a
Ela fecha os olhos subitamente
Finalmente fica calma, quieta
E percebe que existe uma nuvem de sonhos
Ela abre os olhos
Acredita em si mesma, e segue em frente.