Fogo
O fondue. O fogo deixa a face rubra, o chocolate adoça a vida, morango faz salivar e a maçã... A maçã é um pecado sem fim.
Paixão....Amor sentido,falado,
fechado,sozinho,
arde de desejo no
fogo de uma paixão,
assolapada,vivida,
vulnerável,tolerante,
paciente,compreensiva,
sentimentos mais puros.!
Seu amor é fogo
Descobri seu fogo,
Me incendiei,
Mas sem ele
Não teria a vida que sonhei.
Um fogo que queima,
Uma chama que chama,
Não seria novidade pra quem ama,
Mas um fogo que arde
Quando esfria,
Que, quando frio,
Doi mais
Que quando ardia,
Só pode ser o seu amor
É a sua mania...
Que nosso fogo interno esteja ao máximo, para esquentar a regra ao rubro e modificá-la! Que nossa realidade interior seja tão forte que corrija a realidade exterior! E que nossas paixões sejam devorantes, mas que tenhamos um apetite de viver ainda maior, para devorá-las!
Sou como fogo... sempre intensa e insaciável.
Como vinho que te aquece, ou como calor que te enlouquece.
Sou, sim, a sua perdição, a sua mais louca paixão.
A intensidade da entrega, me faz viajar e delirar, e como não te amar?
Te quero.
Te sinto.
Te procuro.
Te acho.
Na realidade não te esqueço.
Mas sei que com minhas palavras te reviro do avesso.
O Padeiro
Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento — mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o quê do governo.
Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
— Não é ninguém, é o padeiro!
Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
"Então você não é ninguém?"
Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "não é ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...
Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.
Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, é o padeiro!"
E assobiava pelas escadas.
Desejos
O desejo é a loucura da alma
O fogo do corpo
A inquietação da mente
A eterna paixão de estar com você.
Pessoas que rapidamente pegam fogo se esfriam depressa, sendo então de pouca confiança.
Extremamente provocante !
Provocas-me com teus lábios incandescentes ateando o fogo que arde aos meus.
Provocas-me com teus sussurros e gemidos a ordenar que esteja junto a ti.
Provocas-me com teu jeito sedutor deixando-me trêmulo em meu interior, sentindo sensações incontroláveis.
Provocas-me com teu corpo, em uma silhueta perfeita, aguçando meu desejo por ti.
Provocas-me ansiando minha presença ao teu lado, sentindo teu perfume que toca meus sentidos.
Provocas-me com teu convite saliente a estar em teu leito, sendo teu cobertor.
Provocas-me de todas as maneiras, sem pena e nem dó, pois afinal és extremamente provocante.
Glorificamos a Deus no fogo quando dizemos: "Senhor, não permita que o fogo se apague até que remova todas as minhas escórias..." Então, nós O glorificamos quando almejamos que o fogo nos seja benéfico e não se apague, e nossa alma pode clamar: "Eis-me aqui, Senhor Deus, faze comigo o que te parecer agradável; sei que não terei uma aflição sem que Tu me concedas o consolo e me faças saber porque contendes comigo."
Sou mulher, sou o sol que irradia.
Sou chama, fogo e ventania
Desejo profundo, prazer e magia.
Sim, sou mulher, sem pudores, intensa em ousadias.
Sou um corpo humano,
Sou desejo, sedução.
Pura paixão,
Sei bem, que sou tudo o que querias.
O Fogo
O mestre encontrou-se com os discípulos certa noite, e pediu que acendessem uma fogueira, para que pudessem conversar.
- O caminho espiritual é como o fogo que arde diante de nós - disse. - Um homem que deseja acendê-lo tem que se conformar com a fumaça desagradável, que torna a respiração difícil e arranca lágrimas do rosto.
Assim é a reconquista da fé.
- Entretanto, uma vez o fogo aceso, a fumaça desaparece, e as chamas iluminam tudo ao redor - nos dando calor e calma.
- E se alguém acender o fogo para nós? - perguntou um dos discípulos. - E se alguém nos ajudar a evitar a fumaça?
- Se alguém fizer isto, é um falso mestre. Que pode levar o fogo para onde tiver vontade, ou apagá-lo na hora que quiser. E, como não ensinou ninguém a acendê-lo, é capaz de deixar todo mundo na escuridão.
Que tenhas
Muros para o vento
E um tecto para a chuva,
E bebidas junto ao fogo
Risos para te alegrar
E perto de ti aqueles que amas,
E tudo aquilo que o teu coração possa desejar.