Fim
Essas ideias de chegar no fim da vida e ver o que fez de bom não é legal, bom é já ir idealizando, fazendo, enxergando e sentindo o presente.
Dos tribunais, ledo engano, não emana justiça, por certo cobiça, mais certo ainda, vaidade, e no fim do rito, o rico impune e aclamado, o pobre maldito e o povo vendado...
São tão longas as horas
que se eu sobreviver ao atravessar delas
posso chegar até ao fim do Infinito
"o fim de uma Guerra
é um alívio...
porém uma grande tristeza
não somente pelo recomeço e reconstrução
mas sim;
pela estupidez
de tanta destruição e dor
por tantas Vidas perdidas"
Eu só queria ficar
Não era sobre pressa,
nem sobre chegar logo ao fim.
Era sobre estar,
sentir,
respirar junto.
Enquanto você corria,
eu só queria que o tempo parasse ali,
na pele, no toque,
nos olhos que quase não se encontraram.
Eu queria profundidade,
calma,
aquele silêncio confortável onde o corpo fala
sem precisar gritar.
Mas veio o turbilhão,
rápido, intenso,
e me deixou aqui
com o coração cheio de vontade
e o peito meio vazio.
Por que tanta pressa,
se o que eu queria mesmo
era só ficar um pouco mais
no momento?
O Pesadelo dos Pedágios
I
No coração das estradas sem fim,
Erguem-se torres de um poder ruim,
Portais dourados de extorsão velada,
Onde o povo geme em jornada cansada.
A cada milha, o preço se impõe,
E o suor do humilde, o sistema destrói.
Pedágios cruéis, muralhas erguidas,
Taxam as dores, ferem as vidas.
II
Nos bastidores de um trono profano,
Riem os falsos com plano tirano.
Tolos do mato, em pompa se vestem,
Mas sobre o povo, ganância investem.
Falastrões de promessas vazias,
Vendem fumaça em noites sombrias.
Mestres do engano, da vil ilusão,
Roubo disfarçado em legislação.
III
Caçadores de luz, buscam a fama,
Mas deixam ruínas por onde derrama
A lágrima amarga do trabalhador,
Que paga o preço de seu próprio suor.
Cerceiam o passo, limitam o chão,
Pisam no sagrado direito de ir ou não.
Com barreiras frias, aço e ganância,
Sepultam a livre, justa esperança.
IV
Vendedores de fábulas, mágicos vãos,
Erguem castelos em frágeis mãos.
Gente imunda de riso fingido,
Protege os grandes, despreza o oprimido.
Destruidores de sonhos em flor,
Espalham no campo sementes de dor.
Terror de quem nada pode pagar,
Cobram a vida sem pestanejar.
V
Mas há de soar um brado valente,
Da voz esquecida do povo silente.
Quebrar-se-ão as correntes do abuso,
E a justiça virá como fogo confuso.
Pois todo poder que ao fraco devora
Treme ao clarão de uma nova aurora.
E quando o povo sua força erguer,
Os falsos senhores hão de tremer!
É inevitável a morte,
É inevitável o fim!
Gostaria que estivéssemos na eternidade,
Não precisar passar pela dor da saudade.
Todos os anos, dias, horas, minutos e segundos, eu perco um suspiro.
Cada ar respirado é um "Eu te amo" pronunciado.
"Lembre-se: com Deus, o ponto final pode pôr fim à sua luta. A vírgula pode mudar o sentido da sua vida e as reticências podem declarar que sua história de vencedor está apenas começando."
Por que precisa ser assim
Tão sombrio
Tão dolorido
Esse processo
Parece não ter fim
Preciso aprender
A resistir contra a tristeza
Que me diz
Que não sou tão boa assim
Preciso a aprender a resistir
Contra as incertezas
Que a vida põem
Na minha frente
E me dizem que não sou capaz
Preciso aprender
A resistir contra
A mim mesma que luta
Pra não se libertar
Das angústias que a vida
Nos fazem cair
E por fim
Preciso deixar a luz resplandecer
Sobre a alma aflita
Que não se permite
Nascer a confiança em si própria
E desbravar a vida com outros olhares
FIM DA LINHA
Escravo de sua rotina
É esse trabalhador
Para seu trabalho e sua família
Ele mostra seu valor
Apenas passa pela vida
sem notar seu esplendor
Pois não tem tempo de parar
E olhar ao seu redor
Sua vida é trabalhar
Comer às vezes, dormir, e, só
Sua trilha foi marcada
Não com pão, mas com suor
Então nasce mais um dia
E a rotina já o espera
Mas esse dia é diferente
Para ele e para ela
Hoje ele se liberta
Dessa vida sem sentido
E logo perde a atenção
Quando a morte sem compaixão
Cochicha-lhe no ouvido
E assim sem que ele perceba
Ela lhe rouba a luz dos olhos
Antes que o sol já tenha ido
Viveu como se não fosse morrer
Morreu como se não tivesse vivido
Quero-te durante a semana, ao fim-de-semana, em todos os meses, em todos os anos, em todas as estações, em todos os lugares, é desta forma que a minha alma consegue estar agarrada ao meu corpo.
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