Filósofos da Ciência

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"A vida é um livro vivo de poesia, literatura, filosofia, teologia e ciência; somos leitores e participantes deste livro vivo."

"A cultura — filosofia, literatura, ciência, artes e conhecimento — é a melhor forma de desenvolvimento das habilidades intelectuais, pessoais, artísticas, éticas e morais. É o desenvolver da sua humanidade, a melhor forma de conexão e pertencimento entre seres humanos, fonte de prazer e contemplação. A cultura não pertence à elite ou aos intelectuais, mas pertence a toda a humanidade. A cultura tem um fim em si mesma; não pode ser só um meio para as pessoas se capacitarem para o mercado de trabalho. Cultura é para desenvolver nossa humanidade e formar a alma e o espírito, o coração e a razão."

A ciência é obrigada a estudar, analisar e provar, todavia quando trata-se de algo invisível, é necessário que evidenciem uma explicação lógica para o fenômeno.
Assim é também a existência de Deus.
A ciência acredita que tudo foi criado do nada mas não pelo nada, pois isso é fisicamente e praticamente impossível

Bismarck disse que a política não é uma ciência exata, mas uma arte; e é verdade, a arte de enganar os trouxas.

A grande escravidão são os contos de fadas, aqueles que a realidade desmente, que a ciência não comprova e você simplesmente não consegue deixar de acreditar.

Entre o rigor da ciência e o calor da família, onde o propósito se torna um plano e o plano se torna vida, day by day.

"Sinto muito cientistas! Deus criou a ciência, vocês só fizeram descobri-lá."

Se um dia a vida eterna for conquistada pela ciência, os Deuses continuaram sendo imaginários.

"A ciência não contradiz a fé Divina.
A Bíblia já era ciência antes mesmo da ciência ser Ciência."


(Levy Cosmo Silva)

Quem criou a humanidade?


Em certo sentido, a própria humanidade.


Foi a ciência que nos afastou da simples condição de sobrevivência e nos conduziu à civilização.


Sem conhecimento, seríamos apenas criaturas guiadas pelo instinto.


Talvez a maior criação do ser humano tenha sido justamente a capacidade de compreender a si mesmo e transformar o mundo ao seu redor.


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O que seria da ciência sem Deus???!!!
É Deus Quem guia a mão do médico, Quem inspira, Quem revela segredos ocultados com o pecado de Eva.
O ser humano apenas possui ínfimos conhecimentos.
Somos limitados.
Jamais alcançaremos a sabedoria divina sem a graça de Deus.

Houve um tempo em que ele acreditava que pisaria num foguete. Não porque gostasse de ciência. Porque toda criança precisa inventar um céu onde a vida pareça valer a pena. O foguete nunca foi um veículo. Era uma mentira bonita. Daquelas que se contam para não perceber cedo demais que o mundo costuma distribuir mais boletos do que milagres.


Depois vieram os quarenta.


A idade em que o espelho deixa de fazer gentilezas.


Ali ficou claro que nenhum foguete pisaria o quintal daquela casa. Restou o café frio, os bares de luz amarela, algumas mulheres que passaram como chuva de verão e amigos que aprenderam a sorrir para fotografias enquanto enterravam silenciosamente a própria fome de existir. Ele ainda procurava alguma coisa. Não sabia o nome. Chamava de sentido porque qualquer palavra menor pareceria covardia.


Agora vieram os sessenta e dois.


A essa altura, não dói apenas o corpo. Doem as expectativas que sobreviveram tempo demais.


Os dias se parecem com copos vazios esperando por uma bebida que nunca chega. Não é exatamente tristeza. É um cansaço antigo. Um animal velho dormindo no peito.


Às vezes, observa uma folha cair da árvore.


E sente um impulso ridículo de colocá-la de volta no galho.


Como quem pudesse devolver um casamento ao começo, uma amizade ao primeiro abraço, um pai à juventude, um amor ao instante em que ainda não conhecia a despedida.


Mas folhas não voltam.


Nem pessoas.


Nem o tempo.


Todo mundo merece um dia melhor, pensa ele. O problema é que ninguém ensina o caminho. Ensinam a produzir, competir, acumular, parecer feliz. Nunca a existir.


Durante muitos anos procurou sua rainha da beleza.


Não a mulher das revistas.


Essa morre quando a maquiagem encontra a primeira lágrima.


A rainha que procurava tinha outra anatomia. Beleza sentimental. Inteligência que abraça sem tocar. Capacidade de permanecer em silêncio sem transformar o silêncio em distância. Uma mulher cuja alma não estivesse à venda por curtidas, status ou conveniências.


Ainda procura.


Talvez ela também esteja perdida em algum balcão de bar, fingindo que o gelo do copo basta para resfriar a solidão.


Olha para antigos amigos.


Todos parecem brilhar.


Casas maiores.


Carros melhores.


Viagens.


Sorrisos impecáveis.


Mas ele já não acredita tanto na luz.


Aprendeu que existe um sol artificial iluminando a terra da normalização.


Lá, o verbo ser foi lentamente assassinado pelo verbo ter.


As pessoas compram identidades em prestações.


Vendem a própria autenticidade em troca de aprovação.


Sorriem como quem cumpre expediente.


Abraçam como quem assina um contrato.


A empatia virou artigo de luxo.


A delicadeza, uma excentricidade.


A verdade, inconveniente.


Talvez seja por isso que se sinta preso numa bolha.


De um lado, o mundo do faz de conta.


Do outro, um mundo real que quase ninguém parece querer habitar.


Nesse lugar antigo, os valores ainda tinham peso. A palavra ainda valia mais que uma assinatura. O afeto não precisava produzir conteúdo. A dor podia existir sem virar espetáculo.


Talvez o erro nunca tenha sido do mundo.


Talvez tenha sido nascer acreditando que honestidade seria suficiente.


Ainda assim, todas as manhãs ele acende um cigarro imaginário para conversar com as próprias ruínas. Serve um copo como quem brinda aos mortos, aos amores que não vieram, aos sonhos que explodiram antes da decolagem.


E continua vivo.


Não porque espere um foguete.


Nem porque a felicidade esteja logo ali na esquina.


Continua vivo porque existe uma estranha dignidade em permanecer inteiro quando tudo ao redor insiste em ensinar a arte de apodrecer por dentro.


Talvez seja isso envelhecer.


Descobrir que o mundo nunca prometeu salvação.


E, mesmo assim, recusar-se a chamar de vida essa enorme coleção de sorrisos emprestados

A Fé, precede a razão!
A mística é mais antiga
que a Ciência.
O cientista, nasceu primeiro
que a Ciência.
_Então,tenha compromisso
com a mudança de consciência.

A grande massa da ciência física, grande parte dos fatos essenciais da ciência financeira, e infindáveis problemas sociais e políticos só são acessíveis e pensáveis para aqueles que tiveram um sólido treinamento em análise matemática; e pode não estar muito distante o tempo em que será compreendido que, para a iniciação completa como um cidadão eficiente de um dos novos e complexos estados que estão se desenvolvendo agora, é tão necessário ser capaz de computar, de pensar em médias e máximos e mínimos, quanto é agora ser capaz de ler e escrever.

Há uma ciência silenciosa nas relações humanas: quando três estrelas compartilham a mesma constelação da amizade, imagina-se que todas irradiem luz na mesma direção. Contudo, se duas delas conspiram nas sombras contra a terceira, esquecem-se de que até a Física ensina que toda perturbação produz vestígios. O que é ocultado pelas palavras revela-se pelos gestos; o que é dissimulado pelo sorriso denuncia-se pelo silêncio. A consciência humana possui a extraordinária capacidade de perceber as frequências emocionais que a mentira não consegue camuflar. Por isso, aquele que ficou sozinho não permaneceu desamparado, mas despertou. Percebeu que o complô jamais é perfeito, pois a verdade, assim como a luz, pode até ser eclipsada por algum tempo, mas jamais deixa de existir. E, no tribunal da vida, dois podem combinar versões, mas basta um conservar a lucidez para que a realidade sobreviva.

A ciência usada para o bem não faz tanto sucesso quanto a usada pro mal

Quem segue os 10 mandamentos de Deus tem mais que Ciência, tem Consciência

A batalha entre a fé e a ciência costuma ser mortal! O primeiro a morrer é a razão! A lógica fica gravemente ferida e a esperança é perdida!

A ciência estuda os macacos, pois somente eles são realmente solidários, ao quebrarem galhos uns dos outros.

Fé cega na religião ou política fecha a mente para a ciência e fatos, abrindo caminho para crendices e superstições!