Filósofos da Ciência
O aumento demográfico torna obsoleto, com o tempo, nossos modelos de comunicação e cooperação, que precisam OBRIGATORIAMENTE serem reinventados.
Quanto mais Sapiens temos no planeta, mais e mais cada um deles precisa colaborar com a administração da sobrevivência.
" Ernesto Bozzano cita,no entanto,casos em que de maneira alguma se poderia invocar a possibilidade de haver um médium armazenado no subconsciente certos conhecimentos revelados inesperadamente."
Deolindo Amorim escreve no prefácio da obra: Literatura de Além-túmulo de Ernesto Bozzano.
Sempre me lembro da maior dualidade da vida: força e fragilidade. Caio na resolução de que somos ingênuas criaturas desamparadas na imensidão do cosmos, seduzidos por sua mortal exuberância.
A publicação das pesquisas científicas são como uma corrida armamentista onde poucos se preocupam de fato com o que se faz, o cuidado, o tempo vêm sendo ignorados, pois o que demonstra ser valioso é a quantidade e não a qualidade das pesquisas e isso deve mudar.
Eu vivo sempre no mundo da lua
Tenho alma de artista
Sou um gênio sonhador
E romântica (o)
Eu vivo sempre no mundo da lua
Porque sou aventureiro
Desde o meu primeiro passo
A internet desacerba aos poucos letrados, o intenso analfabetismo funcional. Principalmente aos aposentados, que pelo gesto simples de gostar, copiar e colar confundem frases, pensamentos e textos oriundos de grandes obras literárias de autores com oportunos dizeres derivados de mediunidade psicografadas.
Parafraseando os libertários:
Se a "Educação pelo Estado é a Educação para o Estado", também"a Ciência pelo Estado é a Ciência para o Estado".
A complexidade da criação do mundo e das espécies
DEUS É UM GAMER?
Para se chegar à criação se faz necessário, antes, a definição sobre o Criador. Foi dito a Allan Kardec que “Deus é a Inteligência Suprema, causa primeira de todas as coisas”, diferentemente do que a ciência já desconfia de que Deus é uma consciência cósmica, cuja proposta dos meios científicos é defendida aqui como qualidade dos arcanjos, seres criadores altamente poderosos que sustentam toda a estrutura universal com a grandeza e poder de suas auras e mentalizações, e não do Deus Supremo propriamente dito.
Dando um exemplo bastante grosseiro, o Universo foi criado, e continua sendo, com o mesmo padrão-estrutural–harmônico da internet, que pode ser chamado aqui de cosmo; o computador, de mundo; a placa-mãe, de natureza-mãe; a memória do computador, de espírito; a energia, de corpo sutil, e o arcabouço do aparelho, de corpo material, que é o modelo predisposto das tecnologias da realidade virtual do momento atual.
Este modelo é apenas uma pequena imitação da programação virtual lançada pelo Criador, onde há o princípio para o desenvolvimento e consecução de toda sorte de leis para o surgimento da vida em seus vários contextos. Os éteres cósmicos são pequenos fragmentos da Inteligência Suprema que enchem o cosmos caindo sobre a existência como fagulhas de fogos de artifício, programados para criarem os átomos, que como já foi dito pelas tradições esotéricas, possuem matéria, energia e consciência, e que se encarregam de criar os corpos pela lei de atração magnética, dando origem ao reino mineral, composto pelos seres inorgânicos, como, por exemplo, o solo, a rocha, a água e os minérios. Neste reino, a consciência que está impregnada nos átomos é nada mais, nada menos, do que um princípio inteligente, que pela lei do magnetismo se elabora de maneira tão espantosa a ponto de fazer condensar a matéria, até que ao longo de milhões de anos, alguns elementos vão sofrendo uma espécie de ruptura ou mutação para a eclosão do reino vegetal que mais tarde se encarrega de fazer surgir o reino animal onde impera a lei do instinto e da consciência fragmentada ou consciência-grupo.
A intermediação entre o reino mineral e o vegetal se dá através da geração espontânea dos vírus que se situam na encruzilhada de todos os reinos da natureza, como uma espécie de ensaio para as ordenações das transições entre os incontáveis estágios de vida da alma. Por este motivo observa-se que as algas se situam na zona de predisposição entre os reinos mineral e vegetal, ou seja, entre os seres inorgânicos e orgânicos, enquanto os fungos, as plantas carnívoras e as águas-vivas, por exemplo, entre o vegetal e o reino animal, seres inanimados e animados, porque não são as espécies que evoluem, mas a consciência. As espécies são criadas por força da evolução da consciência, e não o contrário. Os corpos são vestimentas da alma* durante toda a trajetória da vida na matéria, quando, a depender do seu patamar evolutivo, toma o envólucro adequado e necessário ao seu crescimento evolutivo. Na Bíblia, achamos palavras semelhantes, em Coríntios, 15: 37,38, quando diz que "a semeadora não é do corpo que virá a ser, mas de uma simples semente[...], e a cada espécie de semente (consciência) o seu corpo apropriado".
No entanto, na migração do princípio inteligente para o reino animal (reino da consciência grupal), os seus seres conquistam, definitivamente, a capacidade de agirem de maneira instintiva, conforme foi dito, manifestando-se em bandos, obedecendo ao mesmo ímpeto da consciência do espírito-grupo que os dirige, animando muitos de uma só vez, como as andorinhas, os cardumes de peixes da mesma espécie, etc., por não terem a noção de si mesmos, mas se elaborando de tal forma que os mais evoluídos já conseguem agir com um pouco mais de independência e mais próximos da individualidade dos seres humanos, a exemplo do cão como último estágio da alma-grupo, e do macaco na aurora da consciência individual, tudo obedecendo a leis complexas que vem sendo aplicadas desde os átomos para a constituição dos corpos das diferentes espécies até chegar aos seres humanos. Por este motivo, a célebre frase de Léon Denis: "A alma dorme na pedra, sonha no vegetal, agita-se no animal e acorda no homem".
Mas, enfim, nisso tudo, o mais curioso é que mesmo os seres humanos sendo portadores de individualidade, precisam viver em sociedade, trabalhar em equipe e compartilhar experiências, porque a sua inteligência ainda é grupal, ou seja, a consciência é individual, mas a inteligência é de grupo, até que seja emancipada com a conquista da perfeição, sem mais precisar de corpos para se manifestar, a exemplo dos seres arcangélicos que são os administradores do Universo, logos planetários em harmonia com os logos solares, em total consonância com o Logos Cósmico que é Deus. Pois assim como na internet há um computador central de controle e administração, nos altos padrões da administração sideral, também há um computador cósmico de comando das leis da natureza sob os cuidados dos arcanjos, seres perfeitos, que são como Deus, mas que nenhum deles é o Deus supremo, assim como os robôs são como os seres humanos, mas que nenhum deles é humano.
Ironicamente, este texto é recheado de questionamentos ao invés de respostas.
Juahrez Alves
* "Alma" aqui, entende-se como princípio inteligente e também como consciência-grupal, espírito-grupo e consciência individual, para o texto ficar mais compreensível.
A herança mais antiga do ser humano estudada em antropologia não é a religião pois o ser humano era no principio politeísta e temia as forças da natureza , também não é a família pois o principio da paternidade no sentido estreito da palavra, do único casal é uma coisa muito nova na humanidade pois existiam sim muitas mães mas o pai era um só, o chefe do grupo. A herança mais antiga da humanidade em antropologia para espanto da maioria é a linguagem, que dentro de seu próprio processo evolutivo antes da fala veio pela linguagem desenhada. Em poucas palavras é a arte antropologicamente nossa herança mais antiga dentro da verdadeira historia evolutiva do ser humano no mundo organizado que denominamos conceitualmente de civilizado.
Suponhamos que cada consciência é uma equação quântica, umas compreensíveis, outras nem tanto. Primeiramente, compreenda a sua equação.
Se "Deus" tivesse falado do átomo desde o incio para Adão, hoje não haveria tanta ignorância sobre o conhecimento em geral.
Em breve
só conheceremos a morte
por algum evento trágico.
Ou nem mesmo assim.
Eu sou um homem de muita fé
na Ciência.