Filosófico
O tempo tão filosófico nunca passa; nós, meros passageiros, apenas o compartilhamos com nossa presença e o fazemos de cura para todos os nossos males.
O importante não é fazer grandes discursos, com palavras eruditas, conhecimento filosófico, mas se fazer entender e compreender.
A definição de sorte costuma variar conforme o contexto emocional, filosófico, religioso ou místico de quem a interpreta.
O tratado filosófico acerca do Diabo é que nos assemelhamos muito mais a figura do Diabo do que a personalidade de Deus.
A linguagem é o que define a comunicação. O pensamento filosófico ou postura intelectual a nada conduzem quando a essência do propósito é apenas falar da vida, da alma, ou do amor. É só com simplicidade que nos colocamos na mesma sintonia.
A ética não deve ser algo imposto como uma obrigação religiosa e sim algo filosófico como um modo de vida!
Existe um certo perigo filosófico quando se diz que todos os homens são iguais. As pessoas ficam tentadas a pensar com quantos já saiu para afirmar isso.
DEMENTADORES (O LADO FILOSÓFICO )
Dementadores são não-seres criaturas das trevas, considerados uns dos mais sujos a habitar o mundo. Dementadores se alimentam de felicidade humana, e, assim, causam, depressão e desespero para qualquer um perto deles. Eles também podem consumir a alma de uma pessoa, deixando suas vítimas em um permanente estado vegetativo e, assim, são muitas vezes referidos como "demônios sugadores de alma". Eles são conhecidos por deixarem uma pessoa como um "vazio".
Eles não podem ser destruídos, embora seu número possa ser limitado, se as condições em que se multiplicam são reduzidas, o que implica que eles morrem eventualmente.
os dementadores sentem e se alimentam das emoções positivas de seres humanos para sobreviver, forçando suas vítimas para reviver suas piores lembranças várias e várias vezes. A própria presença de um Dementador pode fazer a atmosfera envolvente da vítima ficar fria e sombria, e se o número de dementadores aumenta, como os efeitos também aumentarão. Aqueles que são mantidos na companhia de um Dementador por muito tempo tendem a tornar-se deprimidos, e são muitas vezes levados à loucura
As vezes é tão difícil enfrentar nossos dementadores, lutar contra os pensamentos ruins, a infelicidade que nos leva definhar-se, na depressão !
São eles as sombras dos nossos pesadelos, fracasso e limites...
nós sugando , sugando nossa alma com a mais terrível das armas, nossas piores lembranças.
E por que é tão difícil enfrenta-los e mais difícil ainda vence-los !
Só há uma forma de faze-lo, força de energia positiva parcialmente tangível, conhecido como um guardião espírito.
É a proteção primária baseada em suas melhores lembranças
não estou te falando de qualquer lembrança, somente as ou A MELHOR !
Aprender a vencer os dementadores é Vencer seus piores pesadelos e sofrimento , quanto mais terrível forem suas lembranças, mais terrível é a presença dos dementadores.
Você só precisa lembrar de acender a Luz, trazendo de volta suas melhores LEMBRANÇAS .
Do ponto de vista filosófico, a epifania significa uma sensação profunda de realização, no sentido de compreender a essência das coisas. Ou seja, a sensação de considerar algo como solucionado, esclarecido ou completo.
Até que ponto temos essa certeza? Até que ponto nos sentimos realizados? Até que ponto podemos ajudar o outro a realizar-se?
O analfabetismo filosófico consiste em dar-se ares de profundidade filosófica, exatamente como os astrólogos e os numerólogos se dão ares de profundidade científica e matemática. Mas é só ares. Se fossem fazer uma prova qualquer de ciência ou de matemática bem feita, não só reprovariam como seriam incapazes, mesmo estudando, de ter nota máxima. O mesmo ocorre com o analfabetismo filosófico: pessoas obviamente sem capacidade para pensar julgam-se filósofas porque fazem uns trocadilhos que impressionam analfabetos.
A justiça é só uma metáfora, é um pensamento filosófico, que muitas vezes, não sai do papel.
Para uns, justiça demais, para outros, justiça de menos.
A fé é antes um delineador de conduta. Sutil, abstrato, filosófico. Jamais uma tábua de regras escritas ou não. O mero registro, seja onde for, não faz dela sagrada o suficiente para salvar uma alma nem curar carne alguma.
Pensar é apenas um ato filosófico. E a falta do pensamento é uma das várias formas da morte ideológica. Pense e viverás!
Questionamento filosófico
O que é a verdade? O que é a mentira?
O que é o erro? O que é o acerto?
O que é a coragem? O que é o medo?
O que é o real? O que é o irreal?
O que é o sonho? O que é o pesadelo?
O que é o belo? O que é o feio?
O que é a luz? O que é a treva?
O que é a tristeza? O que é a alegria?
O que é a noite? O que é o dia?
O que é o calor? O que é o frio?
O que é a lembrança? O que é a saudade?
O que é a prisão? O que é a liberdade?
O que é a guerra? O que é a paz?
O que é o ódio? O que é o amor?
O que é a Poesia? O que é a flor?
O conteúdo filosófico é o resultado
das experiências intelectuais vividas
no decorrer da existência.
Sócrates refuta Marx
Cena: Um café filosófico em Atenas, com Sócrates e Marx conversando.
Sócrates: Ah, Karl, você trouxe seu livrão! Esse tal de "Manifesto". Interessante essa sua ideia de "luta de classes." Diga-me, Karl, é algo que posso pegar na mão, ou está mais perdido na sua cabeça do que a rota de uma pomba bêbada?
Marx: (rindo) Sócrates, vamos falar sério! A luta de classes é uma realidade social! São as classes em conflito que movem a história para frente.
Sócrates: Ah, entendo. Então se eu não vejo a classe alta jogando tapas e socos na classe baixa, a culpa é dos meus olhos? Karl, sinceramente, essas classes são feitas de carne e osso ou de fumaça de ideias? Porque eu nunca vi história avançando no grito.
Marx: Ah, Sócrates! A luta não é literal! É sobre quem controla os meios de produção. Quem controla, explora; quem trabalha, é explorado. Fácil de entender.
Sócrates: Então você quer que todo mundo compartilhe os meios de produção. Isso quer dizer que o mundo seria tipo... um grande piquenique? Cada um traz uma coisinha e ninguém briga pelo pãozinho?
Marx: Em essência, sim. Se eliminarmos a propriedade privada, acabamos com a exploração, e voilà! Conflito resolvido!
Sócrates: (fingindo pânico) Espera aí, eliminar a propriedade privada? Onde vou guardar minha toga? E o que você faria com esse seu tijolão do "Manifesto"? Sem propriedade, até meu humilde pedaço de queijo vira “patrimônio público”, certo?
Marx: Sócrates, foque no ponto! Não estou falando da sua toga! A propriedade que quero abolir é aquela que serve para explorar. É a que gera desigualdade!
Sócrates: Ah, entendi! Então viveremos sem propriedades "exploradoras", mas ainda com um cantinho para chamar de meu? E quem decide o que é justo ter? Você, Karl? Vamos nomear juízes para essa "nova ordem" ou confiar nos deuses?
Marx: É a sociedade! Cada um vai contribuir com o que pode e receber conforme sua necessidade. Isso é igualdade!
Sócrates: Que romântico! Mas, digamos que minha “necessidade” seja uma taça de vinho toda noite, e a do meu vizinho seja só um pãozinho seco. Isso não causaria... vamos dizer... “alguma” dificuldade?
Marx: (irritado) Sócrates, eu não estou falando de caprichos! Numa sociedade justa, apenas as necessidades reais são atendidas.
Sócrates: Ah! Agora sim, Karl! Então precisamos de um comitê para decidir o que é real e o que é “fútil.” O vinho é o quê, então? Se for uma comissão de bebedores, acho que estou salvo!
Marx: (suspiro profundo) Você só quer brincar, não é, Sócrates? A questão é que a exploração aliena o trabalhador, fazendo-o esquecer sua verdadeira essência!
Sócrates: Certo, então a solução é eliminar o trabalho? Karl, isso mais parece preguiça organizada! Confesso que é tentador…
Marx: Não se trata de eliminar o trabalho, e sim torná-lo uma fonte de realização!
Sócrates: Sim, compreendo. Mas quem vai realizar o trabalho que ninguém quer? Precisaremos de “voluntários”? E se todo mundo quiser tocar flauta ao invés de plantar batatas?
Marx: Numa sociedade igualitária, todos vão contribuir para o bem comum, e o egoísmo será coisa do passado.
Sócrates: Aham... então você acha que todos vão ignorar o próprio umbigo e trabalhar felizes pelo bem maior? Karl, eu nunca vi isso em Atenas. Quem sabe em outro planeta, com habitantes mais... "evoluídos."
Marx: Esse mundo é possível, Sócrates. Mas, claro, você prefere zombar do que acreditar numa nova ordem.
Sócrates: Eu prefiro questionar, Karl. Afinal, como disse um amigo meu, “a vida sem questionamentos não vale a pena ser vivida.” Agora, imagine o que seria da sua “nova ordem” sem um bom puxão de orelha de vez em quando!
O paradoxo do barco de Teseu é um conceito filosófico que levanta uma questão intrigante sobre identidade e mudança. Imagine que o barco de Teseu, um herói mitológico grego, tenha todas as suas partes substituídas gradualmente ao longo do tempo. No final, não há mais uma única peça original no barco. A pergunta então é: o barco ainda é o mesmo?
Esse paradoxo levanta questões profundas sobre a continuidade e a essência das coisas – incluindo nós mesmos. Se tudo que nos compõe pode mudar com o tempo (físico, psicológico, emocional), somos ainda as mesmas pessoas? Isso se encaixa na vida porque estamos em constante transformação. Desde nossos pensamentos, valores, experiências, até o nosso corpo – tudo passa por mudanças.
À medida que amadurecemos, vamos deixando de ser "o antigo eu" e nos tornando uma nova versão. Assim como o barco de Teseu, mantemos uma "essência", uma linha de continuidade, mas será que somos os mesmos? Esse paradoxo nos faz refletir sobre identidade, e sobre como a soma das nossas experiências, relações e memórias formam quem somos.
O paradoxo do barco de Teseu nos convida a ver nossas vidas como um processo de reconstrução contínua, e talvez aceitar que é essa mudança, e não uma fixação rígida, que define nossa verdadeira essência.