Filhotes
O erudito é como o corvo que alimenta os seus filhotes vomitando o que comeu. O pensador é como o bicho da seda, que não nos dá folhas de amoreira, mas seda.
Aos meus Filhotes ...
Mas porque me queixo eu
Não o devia fazer
FILHOS a vida me deu
Para feliz poder ser
São tudo p'ra mim na vida
São na vida o meu dote
A minha FILHOTA q'rida
Meu adorado FILHOTE
P'ra eles quero pedir
Sorte saúde e amor
Nada mais vou exigir
Faz-me VIDA esse favor
Criei-vos com muito AMOR
Cuidado e muito miminho
Hoje sinto mágoa e dor
Porque me sinto sózinho
Mas continuarei a 'star
Junto de vós bem pertinho
P'ra vos continuar a DAR
Meu amor e meu carinho
Hoje não são mais crianças
FELIZES vos quero ver
Cheios de sonhos e 'speranças
Eu por isso irei fazer
Não suporto gente que julga a coragem alheia. São semelhantes aos filhotes de águia que invejam seus irmãos simplesmente porque eles aprenderam a voar.
A ternura que os animais sentem por seus filhotes é a mesma proporção que, os seres humanos sentem por seus filhos, quando o amor é verdadeiro.
Fico completamente comovida com a forma que os animais protegem e afagam seus filhotes. Isso é um gesto tão humano que eu acho injusto chamá-los de animais.
Quem prepara para os corvos o seu alimento, quando os seus filhotes gritam a Deus, e andam vagueando, por não terem o que comer?
Jó 38
Deus se preocupa com os filhotes dos corvos, você acha mesmo que Ele não te vê?
...Não tendes vós muito mais valor do que elas?
A manhã tem algo que empurra ao ar livre, ainda o som dos pássaros, filhotes e fome , mesmo sem poder sair de algum modo vou...
Raposa Albina
Se somavam em doze os filhotes
Que tinha o casal de raposas
Nascidos iguais, nus, aventurados
Todos, sem exceção, muito amados
Se somavam em doze onde cabiam seis
Até ganharem experiência de vida
E deixarem de ser caça e alimento
Para predadores que a fome era tormento
Nos primeiros meses, dependentes eram
Viviam vida inocente e pouco farta
Mas, os pais, por natureza e amor
Jamais deixou faltar aconchego e amor
Eram doze as pequenas raposas
Que, num piscar de estrela, cresciam
Evoluirão rápidos, espertos, cautelosos
E logo veio a maturidade e o ninho deixaram
Aconteceu naturalmente, um após o outro
Partiram para viver a sobrevivência aprendida
E, quando os pais se viram sós naquele efúgio
Tiveram a certeza do fadário findado... cumprido
E caçavam em bando e em bando viviam
Atentos, vorazes, alcateia impiedosamente edaz
Sofria mais entre eles o que nascera albino
E expulso do bando foi, sem clemência ou aviso
Eram agora somente um bando, menos um
E a raposa albina sem irmãos, já não caçava
Vivia o revés dos excluídos sem compaixão
Enfraquecido, feneceu na voracidade de um leão
Chega a hora em que os filhotes de camelo precisam caminhar para conhecer o deserto e distinguirem um verdadeiro oásis de uma ilusão!
Temos a paternidade da vida, de todas as crianças, de todos os filhotes, de todas as sementes e de todas ínfimas aglutinações moleculares de carbono.
Eu amo você, mamãe, que cuida de seus filhos assim como as aves cuidam de seus filhotes abrigando-os das chuvas, ventanias e tempestades, protegendo-os debaixo de suas asas. Deus faz exatamente isso com seus filhos, colocando-se no lugar de uma galinha.
Devemos amar todas as crianças, todos os filhotes e todas as sementes para reconstrução de um mundo mais bonito, justo e perfeito no amanhã.
Lembre-se da sabedoria da águia, ela empurra seus filhotes de uma altura imensa não com a intenção de machucalos mas para mostra a capacidade que eles tem de voar.
As vezes somos como filhotes águia só precisamos de um empurrãozinho para sabermos o quanto somos capazes de voar alto.
As aves não dizem aos filhotes: voem como nós - gorjeiem como nós. Elas sabem que o exemplo faz nascer atitudes.
Estou pensando em você
Quero lhe ver
Mas nesse horário você deve estar
Pegando os filhotes no colégio
Depois chegar em casa
Ver o resto de tudo
E quando vem o silêncio
Fumar unzinho e ouvir Coltrane
Não faço mais isso mas entendo muito bem
Adoro os teus cabelos
Adoro a tua voz
Adoro teu estilo
Adoro tua paz de espírito
O encanador te deixou na mão
Tem reunião do condomínio
O telefone não dá linha
E o chuveiro tá dando choque
Tem uma barata voadora no quarto das crianças
E os monstrinhos estão gritando alucinados
Pra eles tudo é diversão
Mas você sabe o que é ter pavor, pavor, pavor
De baratas voadoras
E você diz daquele seu jeito:
"- Ai, preciso de um homem!"
E eu digo: "- Ah, Leila, eu também!"
E a gente ri
Você monta suas fotos pra exposição
Promete trabalhar mais com o computador
E terminar seu vídeo até setembro
Ter que pegar o carro no conserto
Ver a conta do banco, cartão, IPTU
Sábado vai ter peixada na Analú
E domingo, cachorro-quente com as crianças na
Fernanda
Adoro teu olhar
Adoro tua força
E adoro dizer seu nome: Leila
Ás vezes as coisas são difíceis, minha amiga
Mas você sabe enfrentar a beleza dessa vida
Adoro dizer seu nome
Leila, Leila.
Volta pro mar oferendas
Exus do mange
Fedidas
Sebosas
Filhotes de cruz credo que so se garantem em grupo!
Baixo astral, negatividades
Taum corajosas...rs