Falecimento

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A morte é como o vento, está sempre ao meu lado.

Morte é que dá sentido à vida. Saber que os seus dias estão contados. Que seu tempo é curto.

Dor, prazer e morte não são mais que um processo para a existência. A luta revolucionária neste processo é uma porta aberta à inteligência.

⁠A estrada para o inferno é pavimentada de boas intenções.

(Livro "A dança da morte")

Amigos vem, amigos se vão.
Mas os verdadeiros amigos, nem mesmo a morte os afasta de nós. São eternos e incondicionais.

Sabemos que o caminho para a liberdade sempre foi perseguido pela morte.

Nada pode acontecer que seja mais belo do que a morte.

Pra que lutar tanto com medo da morte se ela é a única certeza da vida?

Morte.

Não lhe peço que silenciem a sua dor, mas que silenciem o desespero.
Não espero que estanquem suas lagrimas, mais estanquem os altos níveis de angustia. A saudade nunca é resolvida, mais o desespero deve ser aquietado, pois não honra quem partiu.

Augusto Cury
O vendedor de Sonhos...
Alexandra Jardim

⁠Com a morte bem à sua frente, você entende o verdadeiro significado de estar vivo.

Infelizmente a vida é uma contagem regressiva de constantes partidas que tornam cada dia um adeus.

Inserida por cadddu

Mãe, a despedida é enorme, a saudade é tamanha, mas o meu carinho e amor por você terão sempre a capacidade de alcançar as grandes conquistas. Dedico essa força e dedicação a você!

fruta mordida -
saudade de teu beijo
na despedida

Despedida

E na hora da despedida
Saudade antecipada
E dor desmedida
O Adeus ansiando a vinda

O abraço que parece ser o ultimo
O Pranto que soa como em um velório
A separação machuca quem vai
E fere quem fica.

⁠Ai da saudade

Quanta saudade
Há nesta despedida
Dura realidade
A vida!

Ausentar é triste
O suspirar insiste
E também o amor
Que consola a dor

O vazio agiganta
A agrura tanta
Tanta saudade
Sua majestade
A saudade tanta

Agora na sua ausência
Seu carinho na carência
Sua poesia, otimismo, alegria
Nos meus versos, seus!
O adeus. Foi-se a Deus!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
São Paulo, Guaianase, 07/08/2019
Dona Verconda Espadarote Bulus
poetisa entre montanhas e flores,
São José do Calçado perde sua poetisa.
Minha gratidão, minha saudade, meus sentimento

Ser caminhoneiro é: carregar a tristeza da despedida, a saudade das pessoas que ama, o progresso do paíse a incerteza no regresso..

DO CONVITE À DESPEDIDA

Uma tarde.
Um convite.
Um aceite.
Ansiedade.

Uma noite.
Um encontro.
Um olhar.
Felicidade.

Um momento.
Um desejo.
Um amor.
Necessidade.

Um beijo.
Um abraço.
Um carinho.
Restou saudade.

"Volte e faça uma despedida, pelo menos. Vamos fingir que tivemos uma."

A carta de despedida que nunca te escrevi (e que talvez nunca venhas a ler)

Tudo o que queria era que conseguisses entrar dentro da minha cabeça e encontrar as soluções para tudo o que me tornava naquele menino assustado que nunca encontrava as palavras certas para dizer o que o atormentava.
Terias então descoberto que quando errava era porque não sabia fazer melhor e que aquele silêncio que me davas me corroía por dentro. Como eu teria gostado de não ter que implorar por perdão por coisas pelas quais muitas das vezes não me sentia culpado, como eu teria gostado que viesses conversar comigo depois da briga, do desencontro.
Terias descoberto que se me acordasses a meio da noite para me dizeres :”És me tudo” eu te teria enchido de beijos e dormido o melhor dos sonos, pois teria sonhado acordado.
Terias descoberto que quando fosse momento de dormir me teria sabido tão bem a mim quanto te sabia a ti se procurasses o meu corpo e te encostasses para assim dormirmos.Terias sabido que quando me viravas as costas me sentia abandonado, terias sabido que um beijo de bom dia me teria demonstrado que gostavas de acordar a meu lado.
Ficarias a saber que tudo o que eu queria era que me tivesses dito que não aguentavas nem mais um minuto longe de mim em vez de dizeres que por ti passavas mais um mês noutro continente.
Como eu teria gostado que me dissesses que só pensavas em mim, como eu teria gostado que me compreendesses, que ouvisses o que tinha para dizer sem dizeres “não inventes”, que tivesses sido a minha melhor amiga, de ter desfeito em mim pedaços aquele véu que parecias ter sempre, como eu teria amado que me tivesses dado aquelas coisas de “primeiro mês”, que depois até poderia passar, mas sempre teria pelo menos um primeiro mês.
Como eu queria sentido que me amavas com eu te amava…
Despeço me assim e despeço me também do rancor que me tem atormentado nos últimos meses porque agora sei que não posso exigir o amor de ninguém. Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim, e esperar que a vida faça o resto…
Como eu gostava de ter escrito esta carta antes.

O Monte

Guardo o teu beijo, eterno beijo, na memória.
No outono cinzento, a despedida, último adeus,
Porque foste sem deixar-me uma esperança...
De reviver o teu carinho e os lábios teus!

Amargurando o teu partir, restou-me o beijo.
Sonho desfeito, nem as folhas esqueceram,
Em dias de chuva, de relembrá-lo ao pé do Tejo,
Brincando algures junto às brisas que passavam!

As estações se sucederam desde então!
Alma enfraquecida, olhar perdido no horizonte,
Encontrei na escrita o que precisava o coração,
Um mentor para me levar ao cimo deste monte...

Trago a utopia de uma espera que me amadureceu!
Cedo o destino e a vida; ao tempo, entrego a morte,
Mas na esperança de beijar-te uma outra vez a olhar o céu..
Porque em cima daquele monte eu acredito que voltarei a ter sorte.