Falar da Vida Alheia
Todos tem a responsabilidade de preservar sua privacidade e conhecer o limite da vida alheia.
Nofrinho Motorista
Cada um escolhe como estragar
a sua vida,e a sua terapia,então
o fiscal da vida alheia,fica na sua,
e vá viver a sua vidinha quase perfeita.
Preocupar-se com a vida alheia é fazer fofoca disfarçada de simpatia. Ser genuinamente simpático exige menos esforço e promove conexões verdadeiras.
Por que as pessoas gostam de cuidar da vida alheia?
Quem dedica seu tempo a melhorar a si próprio, não tem tempo para cuidar da vida alheia.
O interesse exagerado pelos outros também pode estar relacionado a um desprazer com a própria vida. Quem se interessa muito pela vida do outro pode estar sentindo carência de algo.
O cérebro humano é intensamente social. Nada interessa ao cérebro saudável mais do que pessoas. Pare para pensar: quantos % de todos os seus pensamentos diários são sobre outras pessoas? A maioria, certamente. Isso é natural.
O problema é que tem gente que transforma esse interesse natural em uma forma de viver. Pessoas assim usam tanta energia para “cuidar” da vida de outras que não lhes resta energia para cuidar da própria vida. Com isso, a vida dessas pessoas costuma ficar estagnada. É uma forma de viver autodestrutiva e deprimida.
Da vida alheia vemos na tela, os dias, as famílias, as alegrias e agruras, as conquistas e aventuras ou mesmo as lutas. Enquanto isso, fechamos os olhos para a vida que deixamos passar ao olharmos para a tela.
A dor maior naqueles que por falta de bom senso
põem em risco a vida alheia
será quando virem suas atitudes irresponsáveis
consequentemente serem refletidas na vida daqueles a quem amam
Para muitos a vida alheia se faz tão mais interessante do que a possibilidade de todo um universo a ser explorado ou a própria vida ser vivida.
Enquanto a covardia desonesta perde tempo falando mal, tentando denegrir a vida alheia, a coragem continua honestamente trabalhando.
a vida alheia
o mel da abelha
a pela que arranha
a teia da aranha
a decepção do amor
o amargo sabor
o beija-flor
e a liberdade
com gosto de felicidade.
"Quando tem por objeto a vida alheia, a curiosidade é uma subespécie do vício da devassidão. O curioso, de tanto invadir o que não deve, faz a sua vida interior perder todo o viço; daí a exibir a própria intimidade e a dos outros como se fossem troféus, é um passo".
Não sou dono de oficina que faz consertos,ajustes remendos na vida alheia,para as pessoas que só aparecem fugindo do furacão,é melhor fingir dignidade e não mendigar minha boa vontade.