Estranhos
O fim não combinava com a gente, mas hoje voltamos a ser dois estranhos, mas dessa vez com memórias!
"Estranhos para o mundo, são os que tem a capacidade de pensar diferente, diante do que a maioria dos seres humanos pensam. Eles são na verdade, o que ainda resta do coração e cérebro do mundo".
Evite fraudadores eletrônicos, deixando de oferecer seus dados pessoais à estranhos, cujas informações quaisquer limpam o estoque financeiro de suas contas bancárias.
Conserva o que há de mais importante em seu coração e não negocie com estranhos para que seus segredos não sejam revelados, repassados e desvalorizados por inimigos da felicidade.
Se algum dia os seres humanos se derem conta do quanto são estranhos uns aos outros, entenderão a deversidade
Estranhos valorizam
É curioso como o maior incentivo vem, muitas vezes, de onde menos esperamos. Os olhos atentos, os elogios sinceros, os compartilhamentos espontâneos... quase sempre partem de estranhos. São eles que valorizam, acompanham, torcem pelo nosso sucesso sem pedir nada em troca.
Enquanto isso, aqueles que dividem a mesa conosco, que nos chamam de família, de amigos, passam pelas nossas conquistas sem sequer deixar um sinal de presença. Não curtem, não comentam, não compartilham. Não vibram quando anunciamos uma boa notícia, não celebram quando damos um passo à frente.
Mas estão lá. Acompanhando. Vendo. Silenciosos.
Seguem ativamente nas redes sociais, engajando com desconhecidos, enaltecendo gente que nunca viram e talvez jamais verão. Curtem, comentam, compartilham—mas não o nosso trabalho, não o nosso esforço, não as nossas vitórias.
Que estranheza é essa? Que proximidade vazia é essa que não se transforma em apoio? Que tipo de laço se mantém à distância, sem o calor da presença, sem o gesto simples de um incentivo?
Talvez seja mais confortável admirar à distância do que aplaudir de perto. Talvez, para alguns, seja difícil ver alguém próximo crescer. Talvez, para muitos, o sucesso só seja bonito quando pertence a um estranho.
Mas seguimos. Porque, no fim das contas, são os estranhos que muitas vezes nos impulsionam. E essa, talvez, seja a maior ironia de todas.
Que estranhos me parecem essas seres humanos que são mais felizes com a infelicidade dos outros do que com a sua própria felicidade.
RESSONÂNCIA MUSICAL
A música tem o dom de despertar em mim sentimentos estranhos, não raro, acordo, às vezes ouvindo música que me faz sentir saudades de não sei onde, de não sei o que, de não sei quem. Isso se dá desde que me entendo por gente, então não é por algum instante ou emoção vividos no passado longe ou perto.
É algo indescritível, algo que me causa uma emoção inconsciente. É, portanto, algo que me intriga sobremaneira, pois eu vivo a estudar meus sentimentos e emoções, sei quais são causados por lembranças vulgares e por reações químicas, todavia, este sentimento de nostalgia, pode ser uma enigma metafisico ou impulsos do meu DNA, coisa até então desconhecida pela ciência e pela psicologia.
Talvez a poesia revele-me, aos poucos, o que este sentimento causado pela música signifique.
SOMOS ARTISTAS
Somos assim, seres estranhos
No meio do povo, mundo tacanho.
Não queremos de graça
O que temos por ganho
É mágica de amar.
Se a arte incomoda,
Dizem que é pobre
Oh, gente nobre, somos só artistas
A nossa conquista é o fato ser
Pessoas comuns, como todos vocês.
Importante é viver este sonho normal
De beber nosso vinho, de comer nosso sal
Entre tantos enganos, sabemos o caminho
Para onde andar, e o que queremos,
Se vivendo ou morrendo
Temos paz pra criar,
Uma ideia de mundo quase perfeito
Onde temos o direito de viver e sonhar.
Já quis agradar todos até os estranhos. Pessoas que não tinham nada a ver comigo. Hoje estou aqui para os meus semelhantes e que pensam como eu. Chega de dar ibope para gente ruim.
Tenho inspiração nos momentos mais estranhos possíveis, como por exemplo, no trânsito, Iniciando um atendimento, na hora que vou fazer algum trabalho... parece que a inspiração gosta de me ver ocupada.
Somos todos um pouco estranhos. E a vida é um pouco estranha. E quando encontramos alguém cuja estranheza é compatível com a nossa, juntamo-nos com esse alguém e caímos numa satisfatória estranheza mútua e chamamos isso de amor verdadeiro.
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