Espiritual
Só quem tem sensibilidade vê a grandeza da simplicidade nas pequenezas,
A espiritual nobreza da beleza ocultada na leveza disfarçada de singeleza!
Guria da Poesia Gaúcha
Só quem tem sensibilidade enxerga a nobreza, a
Grandeza da espiritual beleza ocultada na singeleza!
Guria da Poesia Gaúcha
Só quem tem sensibilidade percebe a simplicidade
Da grandeza nas pequenezas, a espiritual nobreza
Da beleza ocultada na leveza disfarçada de singeleza!
Guria da Poesia Gaúcha
Poesia é ritual espiritual com cerimonial de
Liturgia, é eucaristia de magia, é alquimia de
Alegria, energia, harmonia e sintonia na verve
Que veste e ferve o dia todo, todo o santo dia!
Guria da Poesia Gaúcha
Quando você não enxerga nada errado consigo mesmo, quer seja físico, emocional, mental ou espiritual, algo realmente está muito errado.
Não fique falando o tempo bem de si mesmo, se faz alguma obra espiritual. Isso só mostra que ainda não se espiritualizou o suficiente. Suas obras serão reconhecidas pelas suas atitudes e nunca pelo conceito que tem de si mesmo.
Como fenômeno estético a existência ainda é suportável. Como fenômeno espiritual ainda está na fase embrionária.
As pessoas são sensíveis às musicas que falam de sua condição sentimental, espiritual e social, mas perderam a sensibilidade que emociona o SER ao se sentam para ler a bíblia ou entrar num culto tratando isso como se fosse um costume qualquer imposto por sua religiosidade pessoal!
Nenhum ser humano é tão pobre o suficiente que não seja capaz de desejar a felicidade espiritual de outrem...
Temos uma família espiritual e fazemos parte desta essência , esta que se encontra no íntimo de todas as coisas.
Não existe caridade espiritual sem a caridade social. Pois é difícil levar a palavra de Deus a quem tem fome.
Podemos dizer que a primeira metade da vida espiritual consiste em descobrirmos que somos apenas um ramo. Quando o sujeito constata que realmente é só um ramo, ele pode começar a se perguntar o que é isto que flui do tronco para ele e que é o mesmo nele e no tronco. Existe um aspecto segundo o qual a individualidade é análoga ao verbo e existe um outro em que ela é idêntica. São Paulo diz "para mim, viver é Cristo", mas ele nunca vai esquecer que é um ramo, que não é o verbo, que a personalidade dele é um ramo do verbo e, portanto, um símbolo do verbo; e também não vai esquecer que a essência, que a realidade dessa personalidade, é a seiva. O ramo que não recebe seiva não é ramo em sentido nenhum.
A negatividade é parasita, ela alimenta a infelicidade, estagna seu progresso espiritual e consequentemente sua vida.