Esmola
A esmola tende a se tornar um mecanismo ponderável de distribuição da renda nos países do terceiro mundo.
Se vir eu dando esmola,estou querendo aparecer. Ou expor o pedinte indigno por si só.Não há necessidade que não seja prevista.
Eu gosto de agradecer. Mas quem agradece demais desagrada.
Um transeunte pediu esmola para uma pessoa parada no calçadão. Essa pessoa deu ao transeunte um real em moeda. Feliz da vida, o transeunte louvou a Deus e a vida do rapaz. Abençoou o rapaz, família, cachorro, papagaio e etc...
Colocou uma roupa branca,tirou do nada uma tenda branca, consultou Búzios, cartas e leu a mão do rapaz!
Tudo isso só para agradecer uma esmola!
O PROPÓSITO DA ESMOLA
O propósito da esmola não é resolver a vida do pedinte. Mas se nós não sabemos o que o mendigo irá fazer com o dinheiro e nem a esmola irá resolver a vida dele, por que Cristo falou 'Dá a quem te pedir'? Na verdade, com esse conselho Cristo quis nos ensinar uma coisa sobre este mundo.
Neste mundo você jamais irá resolver todos os problemas. Mesmo que algum dia venha a existir uma sociedade inteiramente justa, ainda continuarão a existir as calamidades naturais, ou seja, haverá circunstâncias nas quais não existirá alimento e abrigo para todos. A justiça não é capaz de solucionar todos os problemas do mundo porque a justiça não elimina um mal, ela no máximo recupera um bem pré-existente. Por exemplo, se você tem um livro roubado, o máximo que a justiça poderá fazer será devolver o teu livro, sendo ela incapaz de criar o mesmo livro. A justiça não aumenta o bem que há no mundo, apenas o mantém. Mais ainda, como nenhuma sociedade é perfeita, a justiça não é capaz sequer de manter integralmente o bem. A justiça apenas diminui o ritmo de degradação dos bens. A justiça consegue devolver todos os bens roubados para os seus respectivos donos? Não. Ou seja, mesmo com a justiça, o bem que há no mundo diminui.
E por qual meio você pode restaurar um pouco do bem existente no mundo? Através da misericórdia. A misericórdia realmente elimina o mal. Mas qual é a raiz do mal? A raiz do mal é o estado de miséria, o estado de privação de um bem fundamental juntamente com a impossibilidade de obter os meios para adquiri-lo. Como exemplo podemos citar o caso de algum mendigo alcoólatra. Enquanto mendigo, ele perdeu o poder econômico de sustentar-se. E porque ele é alcoólatra, ele não tem como recuperar esse poder econômico. Se ele fosse apenas alguém que perdeu o emprego, ele estaria numa condição de pobreza, e não de miséria, pois o pobre ainda dispõe de recursos pessoais para conseguir um novo emprego.
A miséria é o mal fundamental neste mundo. Mas a miséria é atomística, ou seja, o miserável sobrevive um dia de cada vez. Quando você encontra um miserável e lhe dá esmola, você prolongou a vida dele por mais um dia. O dinheiro que você deu era um bem material para você, mas para o miserável era a garantia de sobrevivência por mais um dia, ou seja, um bem muito maior do que o material. A esmola é o único meio de você inserir um bem no mundo ao mesmo tempo em que elimina um mal.
AO PROMOVERMOS TRABALHO AO NECESSITADO, ESTAREMOS EVITANDO-O À INDIGNA MISÉRIA DA ESMOLA. "sirpaultavares"
O que nos torna melhor que
um mendigo?
Que humildemente pede esmola
e nos que nos julgamos melhores negamos.
Um menino e sua pipa
O cão e sua bola
Um pastor com sua bíblia
O mendigo e sua esmola
Felicidade um dia vem
mas como vem pode ir embora
nada é para sempre
sempre chegara a hora
A pipa voou praz longe
o meninos esta sozinho
o cão perdeu a bola
mas encontrou o tal menino
Felicidade um dia vem
mas como vem pode ir embora
o importante e estar pronto
porque sempre chega a hora
Destas observações retirei uma da seguinte cena: um mendigo pedindo uma esmola. Conclui que só se pede o que não tem.
Não posso pedir o amor de ninguém, por que amor é amor e não é esmola nem consolo. Ele simplesmente acontece.
Pobre não precisa de esmola porque chega ser ultrajante. Pobre necessita de justiça e igualdade social que não é humilhante.
Caridade
Venda o que você tem e dê esmola. - Lucas 12:33
Purim é um dos mais incomuns dos dias de festa judaica. Foi instituído para celebrar a morte de Hamã e a fuga dos judeus. Hoje ele é marcado pela leitura do livro de Ester (interrompido por estridentes noisemakers sempre que o nome de Haman é lido) em meio a uma atmosfera de festa.
Purim é também um tempo para a caridade, um conceito enraizado no Antigo Testamento (Dt 15: 7-8; 26: 12-13). A alegria da libertação de Israel do enredo diabólico de Haman é expressa em generosa caridade para todos os que o solicitam.
Em seu livro Literacia judaica, o rabino Joseph Telushkin conta sobre um rabino que se sentiu tão obrigado a manter o dia de Purim que deu esmolas a duas mulheres judias que pediram, mesmo sabendo que eram fraudes.
Porque fomos libertos do pecado por meio de Jesus Cristo, devemos ser generosos com os necessitados. De corações de compaixão, devemos ser benevolentes e ajudar os pobres. Não seremos caridosos, no entanto, se nossos corações forem endurecidos por um espírito de autoproteção, ou se pensarmos que a caridade é responsabilidade de outra pessoa.
Cristo ordenou que Seus seguidores fossem caridosos (Mateus 6: 1-4; 12:33) e demonstrou caridade pelo dom supremo de si mesmo.
Você nos comprou e não
pode mais reivindicar ser nosso;
Dando livremente, nada retendo,
Nós serviremos a Ti, Senhor, sozinho. —Murray
O tipo mais elevado de dar nasce do fundo do coração. David C. Egner
Depois que a gente entende o nosso valor, deixamos de aceitar toda; e qualquer esmola em forma de amizade, palavras, e sentimentos.
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