Escritor
“Sempre sonhei em ser escritor, portanto não sei por onde começar, será que devo escrever o que aprendo ou aprender com o que escrevo.”
Eu posso ser - Musico ator escritor fotografo medico pai e Ainda sim skatista
Pois um esporte não define meu caráter e muito menos quem Sou parem e pensem isso
Fico feliz quando gostam do que escrevo não sou poeta muito menos escritor
Porei escrevo o que sinto com muito sentimento e as vezes uma certa dor,
Escritor
Um mero escritor
Que também ama
Pelo papel produz a dor
Quando o coração inflama
Um mero escritor
Deitado em sua cama
Compartilha seu amor
Quando conheceu sua dama
Um mero escritor
Que de tudo reclama
Das letras um escultor
Quando sente algo inspirador
Um mero escritor
Pelo papel exclama
Que em seu mundo é o governador
Mas de letras não possui um cronograma
Sou apenas um escritor
Do que não é dito
E nesse caminho
Posso voar com os pássaros
Pisar em flocos de algodão
Contemplar metáforas
Representar os sentidos
Tudo me é permitido
Como um mero operário
da escrita
Não existe algo tão significativo que o lançamento da obra de um escritor. Sentimo-nos realizados em ver nossa missão cumprida. Saber que seremos avaliado, examinado, degustados: São.as somas de sentimentos que torna-se incomensurável na nossa alma. Dinarte Escritor.
Um escritor se quiser, pode ser um bom ator. Não é tarefa difícil para ele simular um sentimento e convencer o público que de fato o sente.
Mas um ator, não basta somente querer para ser um bom escritor.
Afinal, o dom da expressão escrita, não costuma ser um produto muito abundante.
“você lembra o que queria ser quando crescesse?”, “escritor?”, “não”. “Você queria ser astronauta”.
“Somos todos astronautas, filho. Cosmonautas. Simesmonautas. Orbitando em nós, porque o mundo é a órbita do mundo, a verdade é a busca pela verdade e o âmago das coisas não existe; mas, como todo astronauta, exploramos. A gente não sabe o que está lá em cima atrás das estrelas, mas por que não perseguir o desconhecido? Essas coisas estão dentro da gente, também. Neste sentido, você é o mais autêntico simesmonauta que conheço”.
Eu nunca mais ouvi meu pai falar tanto quanto naquela tarde.
Quero ser escritor,já tentei tantas coisas,e decidi que antes dos 60 escrevo algo,nem que seja uma receita de uma iguaria que inventei nos momentos de dificuldades
ESCRITOR E POETA
Há poucos dias, vendo uma entrevista na TV câmara com o escritor Ledo Ivo, (falecido recentemente) o apresentador citava o entrevistado como escritor e poeta. Logo apareceu a legenda “escritor e poeta”. Sempre se fala assim. Pensei: o poeta é o quê, afinal?
O FUMANTISMO
Admiro incansável o escritor. Este colega do dia-a-dia. Conta
suas produções com tal entusiasmo que me excita a escrever algo. Qualquer coisa. Se sair em linhas subtraídas chamo poesia, se extenso, conto.
Tarefa guerreira é escrever. Às vezes uma palavra atira-se em outra e quebra a muralha destruindo a frase. Não a recomponho. Se esta, por ventura, vier a ser tombada pelo patrimônio histórico literário, os historiadores que a reelaborem. Pior mesmo, e isto é o mais provável, se não tiver nenhum valor. É enrolar o papel o lotar o balde de lixo. Para mim há uma saída quando faltam palavras. Ascendo um cigarro e elas emergem em meio a fumaça. Mas os escritores (ou não) que não fumam? Deve ser terrível. Talvez consumam "chicletes" ou sei lá o que fazem. Agora, uma coisa é certa: nada melhor que a fumaça do cigarro para trazer ideias brilhantes. Não importa se o pulmão está cancerígeno. Se a garganta incha, se o coração dispara. Afinal, o escritor não precisa destes em pleno funcionamento, sua tarefa é apenas escrever.
Portanto o escritor pode ser fumante. Se morrer jovem ótimo. Se for vítima do cigarro, excelente. Não e mais fácil à obra fazer sucesso após a morte de seu criador?
Então, fumemos colegas "escritorinhos". Fumemo-nos mutuamente, até o dia em que os críticos cedam e reconheçam este novo movimento literário: O FUMANTISMO."