Escritor

Cerca de 7834 frases e pensamentos: Escritor

Pare!
Pense!
Ei mulheres, é necessário auto valorizar-se, vivemos numa sociedade que busca valores nos invólucros e não na essência.
Busque relacionamentos estáveis e duradouros. Porque a beleza passa, a fama, o prazer, más a personalidade, lealdade e liberdade permanecem. E nesta odisseia de relacionamentos, é necessário a mulher ser uma visionaria para que possa entender em que universo masculino ela possa escolher com muita cautela quem irá permanecer até o fim de seus dias.
Naquele relacionamento que perdure,num amor verdadeiro nos anos dourados da vida, no outono da terceira idade e no inverno da velhice.

Escritor Charles Lins

Inserida por charleslins

Felizes aqueles que são considerados "idiotas" porque nem abrem os olhos, nem os ouvidos para dá atenção a certas espécimes. Esses sim, são felizes.

Inserida por charleslins

Não faço social com quem não merece, vivemos num mundo onde as pessoas fingem que "são" sem ser...
Gostam de encher a empada do outro de azeitonas, mesmo que estas estejam azedas pelo azedume da hipocrisia, falsidade e isso não consigo fazer! Sou de poucos amigos mesmo. Visito e ando com quem gosto,não faço o doce, faço o que sou na essência. Porque temos que zelar pelo nosso perfil e personalidade.

Inserida por charleslins

Estamos vivendo o "politicamente correto".
As pessoas não falam o que pensam, o que ouve.
Todo mundo é amigo de todo mundo.
E o que mais se vê isto é dentro da igreja. O irmão diz : A paz amada... Porém quando a "amada" dá as costa, quem lhes lisonjeou, fala : Não suporto ele ou ela...
Como também ocorre em qualquer outros meios sociais.
E era isto que o mestre Jesus combatia, a hipocrisia.
Resumo da ópera é que uma boa parte das pessoas estão brincando de serem boazinhas.

Inserida por charleslins

Meu regalo são grandes livros de conteúdo libertador - sirvo minha mente assim...

Inserida por AlbaAtroz

Quem dera eu puder me lembrar
De tudo o que eu deveria ter
Dito a você e não falei
Por motivos tolos.
Deveria ter dito
Que não te esqueceria
E que não sairia assim da sua vida.
Pertencemos às pessoas
Que nem ainda conhecemos,
Pertenço a você e nunca mais
À outra pessoa,
E mesmo que sua ordem
Fosse para que eu esquecesse você,
Repito dentro de mim
Que isso é impossível.
As releituras da noite
Contam coisas que nunca aconteceram,
Um sonho espantoso
Que ocorre a duas pessoas,
Elas estão num passeio
Cheio de ruídos,
De sons doces que ressoam
Nos ouvidos e vozes que jamais ferem.
Minha musa, deusa grega,
Amo você!
Meu amor impossível e eterno,
Como é eterno o impossível...

Por Paulo Siuves

Inserida por paulosiuves

Desse jeito que vivemos.
O ano começa todo dia. Em qualquer dia aleatório encerra-se um período e outro está prestes a ter um fantástico início, mas fantástico para quem? Para quem vive ao redor, dentro desse campo de sentir emoções. O aniversário da avó, o fim do namoro/casamento, a vitória sobre os cigarros, a chegada de um bichinho de estimação à família... E o ano começa. Vamos escrevendo nas paredes do nosso túnel do tempo e deixando pessoas fotografadas nas molduras. Engraçado que uma moldura é iluminada, pintada com pó de ouro misturado à tintas perolizadas, entre outras coisas que deixam a foto em destaque permanente. Outras fotos são emolduradas com madeiras carcomidas por cupins, jogadas ao chão, coberta com a poeira do tempo, nem da pra reconhecer o rosto da pessoa que passou pelo túnel da vida. E aquelas fotos pichadas propositalmente? Deixa pra... Melhor nem falar! E assim, os dias passam e o ano se esvai pela ampulheta dando inicio a outras histórias, eras fantásticas e finais felizes (ou não). Como vai ser o dia hoje? Nem sei...

Inserida por paulosiuves

Alba Atróz resistente
(Constructo poético - 20/03/2016)

Assoviou-me o vento
Movo-o ao bater minhas asas
Arremeti-me num abismo
Rumo ao solo em que o diverso caminha
Repararam-me desde o auge de um edifício depredado
Acompanharam-me jogar-me num vão e planar levemente
Sou uma ave estrangeira
Pousei levemente entre humanos resignados e me vi num fluxo deprimente tentando sobreviver
longe do meu habitat natural

Inserida por AlbaAtroz

Não a vejo, não a sinto, só leio uma fria mensagem, e travo diante de tal automatismo...

Inserida por AlbaAtroz

Muitas vezes me vejo em busca de uma flor entre monturos de lixo...

Inserida por AlbaAtroz

Eu caí no mesmo, não mais distinguiram-me; deixei de ser interessante, daí virei só mais um sem traços de genialidade...

Inserida por AlbaAtroz

Uma vontade imensa de gritar um gênio, mas um imbecil me tapa a boca...

Inserida por AlbaAtroz

A idade avança, tudo silencia, as incertezas crescem, a cova se aproxima...
O relógio não para, ninguém mais tem tempo,
Tudo parece engolir-nos, tudo é imenso
O telefone não toca, embora ainda o pague, as mensagens não chegam, triste fase...
As lembranças se avolumaram, as crianças cresceram, a mulher foi embora, meus livros nem leram

Inserida por AlbaAtroz

Silenciei, travei quando ela não respondeu minha mensagem - não consegui reagir diante desse gelo...

Inserida por AlbaAtroz

Pra mim, inspiração é um entusiasmo que brota de um grande incentivo...

Inserida por AlbaAtroz

Será ele Pinóquio, serei eu Gepetto?

Ao ver seu eleito, meu desafeto,
Conter-me prometo.
De passagem me ocorre o seguinte panfleto
De tão concreto,
Parece abjeto.
Linguajar seleto
E pouco discreto
O truão acalenta infame projeto
Secreto.
Pretende ser vago mas é bem direto,
Envia um conto , depois um soneto
Devagar bagunçando o coreto....
Ostentando afeto,
Mas quadrado, feito cateto.
Será que politicamente correto,
Quando se diz de paixão repleto?
Desejo esmagar o maldito inseto!
Estranho dialeto

Liquidar este dejeto?
Que triunfo mais incompleto...
Represália melhor arquiteto
Pra liquidar este truque obsoleto
Ao escamotear-lhe da cobiça o objeto.
Humilhado o gajo será... por completo.
Maldade girando no espeto.
Banido por decreto,
Que não admite veto!

Inserida por celsocolunista

Soneto do IR

Mandaria-lhe meus versos, mas primeiro, o Leão.
Pode ser sem importância, mas eu lhe direi que não,
Mesmo sem ser milionário, a tarefa é a mesma,
Com recibos, comprovantes ‘tou’ juntando uma resma.

Como ter tranqüilidade pra poder criar poemas,
Se a renda disponível vira fonte de problemas?
Fico sempre no aguardo de uma lei ou portaria
Que tornasse palatável essa grande porcaria.

E assim fico olhando os recibos de escola,
Que juntei naquele canto, sem saber da armadilha.
Eu paguei uma fortuna, o desconto é uma esmola.

Pois, por trás de tudo isso, Everardo e matilha
Se divertem num conjunto que nem sempre desafina
Ao Rachid , com um sorriso legam a tal ‘malha fina’.

Inserida por celsocolunista

Acima do bem e do mal, tadinho.

É o próprio das nações esperar um salvador
Seja ele Jesus Cristo ou lulinha paz e amor
Mas o mito se alimenta de proezas e que tais
Que fazer quando o mito vive em notas policiais?

Um bordão o acompanha “nunca antes no Brasil”
Já cansou a lenga lenga, julga o povo imbecil?
No entanto ele organiza em sua volta uma festa
Tem motivo para isso: ele é alma mais honesta

Contra ele se levanta a Zelite, os golpistas.
Os burgueses, os banqueiros, fazendeiros e dentistas
Querem derrubar o mito, o gigante, o herói
Ele fica amuado, indignado, com dodói.

Há suspeitas, coisa pouca, culpa da oposição
E da mídia subserviente, inimiga da nação
E em meio a tudo isso, verdadeiro bombardeio
Ele já tem a resposta. EU ESTOU DE SACO CHEIO

Falam sobre o tal do sítio, o tríplex, o pedalinho
Eles querem dar o golpe, golpe baixo e mesquinho
Mas não há nenhum problema, oh, gentinha mais malvada
Ele é inimputável, ele não sabe de nada.

Prometeu que doravante assaria coelhinho
Dá palpites, está louco fazer um comiciozinho
Mas já que de nada sabe, vale a pena perguntar
Vindo do mundo da lua ele pode governar?

Inocente ou bandido, há justiça para isso,
Não existe o tal golpe não existe compromisso
De fazer dele um mártir, uma vítima, um santo
Resta só a impostura, o eterno desencanto.

Inserida por celsocolunista

Hora da Mudança?

Certo sítio em Atibaia amanhece alvoroçado
Não é o sítio do Lula, já que ele não tem nada
Mas agora é preciso embalar, mandar de volta
Algumas quinquilharias, evidente, com escolta.

Pois agora, oh , milagre, ou devido a um ardil
Esse pobre retirante, vai para Casa Civil.
Nada pra causar espécie, uma mera circunstância
E apenas uma fuga dessa tal primeira instância.

O futuro é risonho, pois perdendo o prefixo
Nosso ex irá agora devolver o crucifixo.
Com guinada à esquerda, evitando o Juíz
Poderá tranquilamente inventar NOVA MATRIZ

Com seu cargo importante torna-se o mandachuva
A função, é evidente cabe-lhe como uma luva.
Perscrutando o horizonte, degustando acarajé
Poderá pedir, agora, Dilma, sirva um café.

Inserida por celsocolunista

Conversa (des)afinada, por Alexandru Solomon

Uma fábula moderna

Determinado cidadão incomodado com o visual do Lula, nutre o projeto de raspar-lhe a barba. Daí, sabedores dessa vontade secreta, um barbeiro e um ajudante (de barbeiro, obviamente) marcam uma reunião com o sonhador. Na reunião o barbeiro louva seu talento em raspar barbas e oferece-se para ajudar. No meio da reunião que decorre em ambiente cordial, discussões sobre qualidades de navalhas rolam soltas, meu personagem ouve uma batida na porta. Entra o tio... dele que pede desculpas pela invasão, mas como conhece o barbeiro cumprimenta polidamente e sai.

Terminada a reunião, o barbeiro liga para um amigo dele que não pode comparecer ao meeting (com o perdão pelo horrível neologismo) e comenta o que foi discutido. “O tio está acompanhando”, diz ele. Por acaso, a ligação é interceptada por autoridades (com autorização judicial, naturalmente) e a frase pinçada – “a barba do Lula poderá ser cortada e o tio participou da reunião” faz alçar sobrancelhas preocupadas nas mais altas esferas. Pergunta-se. O meu personagem deve ser preso por intenção de agressão ao melhor presidente que o Brasil já teve, na apreciação algo imodesta do próprio? O tio que entrou e cumprimentou deve ser processado também por participação na trama sórdida?

O maior defeito de fábulas desse gênero é induzir os leitores a procurar algum vínculo com situações reais, o que seguramente não é a intenção do autor (da fábula)
Como dizia Baltasar Gracián, uns séculos atrás: ´´Alguns fazem caso daquilo que pouco importa e deixam de lado o que tem muita importância´´. Mas isso valia no século XVII, não é mesmo?

Inserida por celsocolunista