Escrever uma carta a uma Criança
QUERIA TRANSFORMAR
Queria transformar as saudades
Amando-te ainda mais
Solto o meu desejo
Inventando-te
Prendo-te em mim em cada gesto
Mostro-te quem sou eu
Nos trilhos da nossa emoção
Palavras ditas baixinho num gemido
Coração que bate em descompasso
Olhares que se encontram no desencontro
Caminhos traçados nas pontas dos dedos
Língua que se encontra na boca sem medo
Aromas que se misturam num braço apertado
Toque de ternura suave das mãos que exploram
Rasgam todas as asas que me prendem
Libertando-me da prisão dos sentidos
Solto as amarras nas palavras que escrevo
Escrevo-te em cada segundo do meu pensamento
Invento-te de novo em mim nas palavras mágicas
Ditas, escritas na tempestade do tempo, para o tempo.!
Queria ser a caneta que toca seus dedos.
Queria ser o pedaço de papel onde você deslisa sua mão.
Queria ser a palavra que ganha toda sua atenção.
Ou até ser o motivo do seu poema.
Queria ser o o sentimento escondido em seu coração.
Poderia ser,
Até quem sabe um pedacinho da madeira,
Daquela mesa com poeira
Aonde você senta pra escrever
Palavras confusas que só eu posso entender
Mas talvez eu até queira ser
Um pedaço branco da folha
Um pouco de luz na encolha
O botãozinho de ascender
Pra ficar pertinho
Só pra você me querer.
“Por que a mim não escreves? {2}
-
Por que a mim não escreves?
Por que, por que não escreves?
Nesta essência não te inseres?
Sentes que sou-me o nada?
E tal nada não alimenta o que queres?
Queres a vida de forma vasta?
Por que a mim não escreves?
Por quê? Por quê? Por quê?
Tens inspiração em falta?
Que falta somente a mim,
Que dás aos outros, completa,
Como se fossem dignos de ti.
Por que a mim não escreves?
Por que, tais letras, sufocas?
Uma carta como outrora
Sílaba esmagada pelo tempo
Que descreve uma maldita história
Que frágil como uma brisa do vento;
Eu não quero que me escrevas
Como quero… Como quero…
Algo que transforme esta treva
Em teu conto dramático eterno;
Eu não quero que me escrevas
Só quero… Somente quero…
Ser a protagonista que inventas
A sofrer em cada trecho mero.”
“Por que a mim não escreves? {1}
-
Por que a mim não escreves
Se te escreves ao respirares?
Se te respiras então escreves
A cada segundo em que vives
E se não vives tão vorazmente
Escreves à solidão e à tristura
No silêncio que lhe persegue
Em meio ao sono que amargura
Escreves quando pensas
Em alimentares teus vícios
E se escreves para todos eles
Para que o existir seja longínquo
Por que a mim não escreves?
Se não lhe sou tão precipício
Se não lhe causo um sentir abismo
Não me escreves por sentires
Sobre mim o mais puro vazio
Sobre esta lacuna, inda assim
Tu poderias escrever-me
Ou contando-me os teus motivos
Do por quê a mim não escreves.”
Como proceder numa situação
que pede que nossas lágrimas rolem?
Engula as lágrimas, e escreva.
Desabafe pelas palavras.
As palavras são uma infinita solução.
Servem para exaltar e afundar.
Servem para consolar e degradar.
Então, use as palavras a seu favor, escreva.
Escreva quando estiver feliz ou triste.
Nunca deixe de escrever.
A escrita te auxilia na vida, nas escolhas.
A escrita é sua solução em meio a depressão.
Quem escreve se livra de toda opressão.
Então, escreve e não deixe que o medo, te impeça
de viver, ou te impeça de escrever, porque para mim
escrever e viver, resumem meu ser.
A favor do contra
O passado, bate em minha porta, com frequência. A frieza é resultado de ter passado por fortes tempestades de neve.
Sem dúvida, o que me faz lembrar, não é a sofisticação do todo, a sofisticação inteira, mas sim a simplicidade dos pedaços, dos pequenos, dos muitos.
Eu não passarei um dia de minha vida sem o recordo. Nos dias frios, sem querer, me esquento com a lembrança e o material, contigo. As lembranças batem na mente, como se um desesperado batesse à porta. Não há razão. Não sei se me cego, mais uma vez, por querer ajudar todos, ou se é o simples, que me chama.
Pessoas, sempre falarão mal de pessoas. Mesmo Jesus Cristo, foi crucificado. Não se pode ter medo da vida. Ela é breve e raramente te devolve oportunidades.
É lindo ler um texto e tentar fazer igual. É lindo ver uma dança e tentar dançar igual. É ótimo ver uma pessoa linda e tentar se parecer com ela. Mas, dificilmente, você pensa nas consequências disso, nas consequências que as pessoas sofrem.
Você só vê lado bom, mas não percebe que o que faz ser bom, é o ruim.
Me faço um instrumento de vingança para a vida. Ajudo todos que posso, sem medir as consequências. Na maioria das vezes não se ganha um sorriso, mas se de centenas não dados, haver um dado sinceramente, meu esforço foi válido.
Escrever, é não ter medo de sentir medo. É colocar a cara a tapa, sabendo que o tapa é forte. É saber que vais ser julgado milhares de vezes, erroneamente e corretamente. É fazer do orgulho, um idiota. E principalmente, é falar tudo o que todos tem medo de falar.
Não nasci para falar,tenho hoje à certeza que a minha melhor música é quando escrevo e faço disso um instrumento para ver corações afagados.
Isso é um dom o qual julgam autismo .Na minha solidão ,se torna uma projeção onde pude encontrar minha melhor forma de se expressar com apenas lápis e papel ou dígitos aplicados na internet que se interligam,levando para casa de cada um o que precisam naquele exato momento.
Poesia nome...
(Nilo Ribeiro)
A poesia leva teu nome,
sei que você nunca quis,
mas você me fez homem,
você me fez feliz
não escrevo para homenagear,
nem para pedir tua volta,
escrevo apenas para confessar,
você me faz muita falta
reconheço minha infantilidade,
reconheço que fui contraditório,
me invade a infelicidade,
me sinto em um sanatório
queria ser um bom amigo,
ser o companheiro ideal,
mas todo amor que trouxe comigo,
acabou te fazendo muito mal
escrever não é meu forte,
minha qualidade é ser verdadeiro
perdi o meu norte,
encontrei meu cativeiro
Aqui está teu nome,
Nesta poesia singela,
espero que ela te honre,
Assim meu amor se revela
poesia da minha redenção,
poesia do meu salvamento,
pois teu nome está no coração,
ele vive em meu pensamento...
A Noite!
Já é noite, ainda estou pela rua
Na calçada, sentado admiro a lua.
Pois quando a vejo,
Logo me vem aquele desejo.
Que faço, componho, mas não entendo!
O porque dessa paixão,
De poesia fazer, de poesia entoar!.
Meu caderno me chama,
A escrever e pensar,
Pois hoje vai nascer,
Mais uma para recitar!
Hoje a noite é clara, lua cheia.
Hoje nasce sátira.
Prosa e poema.
Hoje nasce mistérios, e grandes histórias.
Hoje tem romance.
Literatura e loucuras.
A noite, tem versos em compasso.
Cheio de hipérboles e Descompassos.
Formo contos e desvendo casos.
Hoje tem saudade, de tempos passados,
Tempos de criança, recordados.
Tempos em que lembro dos meu primeiros passos.
A noite, não é escura e tenebrosa.
A noite, é a melhor hora para poesia e prosa.
A noite, não é fria e sozinha.
A noite, é reflexão e sonhos para melhorar o outro dia.
Uso a noite para escrever, compor e criar.
De dia vêm as ideias.
E de noite, escrevo linhas tortas, linhas retas.
A noite, é meu estilo.
Pois nela produzo com meu dom e minha arte.
Porque a noite, é liberdade não exilio!
Não sou poeta , sou apenas testemunha das cenas que vejo e que vivo e procuro manifestar-me indo além do meu próprio pensamento , interagindo comigo mesma, através do encontro do meu corpo e da minha alma.
Asseguro-lhe , que meu ser é todo tomado por uma emoção e não ouve a voz da razão, diante daquilo que é belo , como a manifestação da natureza . Seria preciso repetir tudo isso palavra por palavra, para dar a você uma ideia da pureza desse afeto e da fidelidade desse amor , mas seria preciso que eu tivesse o dom de um grande pintor ou um grande poeta para pintar a você a expressão dos meus gestos, o som harmonioso da minha voz e o fogo interior que brilha nos meus olhos ao escrever essas simples palavras.
Escrevendo, eu me dou conta do que está em meu pensamento. Falando, eu compreendo a razão do meu pensar.
Tantas coisas tenho aprendido e descoberto na arte do escrever. E quantos benéficos existem em um desabafo.
Ah...Sinto me plena quando consigo realizar os dois; escrever pra conhecer os pensamentos e falar para compreender.
Houve um tempo em que abandonei tais hábitos e neste tempo eu quase enlouqueci.
Minha mente, meu emocional sentem sede de escrever, de se expressar.
Meu coração possui o desejo de falar e ser ouvido. Meu coração sente necessidade de expressar em palavras o turbilhão de pensamentos que carrego comigo.
A escrita e o desabafo são meus métodos terapêuticos! Me conectam com quem sou, são os segredos da minha saúde mental.
Escreva, desabafe, fale!
Hoje, amanhã e sempre!
P. A - Despertar da Alma
Nunca imaginei ficar tão feliz com a doce transformação das palavras escritas, dos pensamentos vividos e das histórias contadas em um recanto de transbordar da alma.
Tive a alegre certeza que esse conjunto de letras que pode formar um poema, uma canção, um drama, uma poesia, ou um conto possa transmitir traços do nosso eu, do meu eu, na qual pessoas conhecidas, ou nem tão conhecidas assim sintam ali o mesmo que senti ao escrever tal texto.
Obrigada por motivarem ainda mais a me debruçar de vez na paixão que não entendo muito, mas que sou totalmente encatada chamada escrever.
Outro dia, ouvi dizerem que eu andava sumida! - mas onde será que eu estava, já que ninguém me via por aí?
Recebi mensagens de conhecidos, correntes dos familiares, mas acredito que ninguém sabe exatamente por onde eu ando...ou sabe?
Eu não sei se você está bem de verdade ou se a sua vida caminha torta. Não sei se você anda feliz ou se isso importa, mas uma coisa é certa "Você anda sumido!".
De mim, tirei algumas lições, não sou como peixe, como pensava, pois ele morre pela boca. Talvez, eu morresse de silêncio se não pudesse escrever. As palavras são mais barulhentas nas minhas curvas pensantes do que na língua clamante.
Quando meu peito não aguenta, a mente escreve e chora. Depois...depois eu sumo de novo para reorganizar a minha própria vida.
E é nas ausências que eu descubro as melhores presenças. Muitos dos presentes conseguem me tocar a milhas de distância.
"Você anda sumido!"
Tentei, tentando...
(Nilo Ribeiro)
Tentei sorrindo,
tentei chorando,
não conseguindo,
continuo te amando
vida que segue,
destino que avança,
espero que não me negue
que eu tenha esperança
não é desespero,
mas tenho as duas opções,
de ser teu companheiro,
de unirmos os corações
mas tento também esquecer,
ser feliz o meu dia,
voltar de novo a escrever,
fazer para você uma poesia
tento,
busco,
penso,
soluço
está no coração,
não sai da cabeça,
se não achar solução,
talvez eu enlouqueça
um escritor louco,
ou um louco escritor,
sei que não é por pouco,
pois é tudo por amor...
Quando você foi embora você não levou apenas parte de mim junto com você,
Você fez questão de levar minha inspiração de escrever,levou a pureza de ver beleza em tudo por mais simples que fosse.
Levou com você a emoção dos filmes,a magia dos livros,o ânimo de vida a mais.
Mas de coração eu espero que nunca lhe aconteça de alguém me prometer a mão mas nunca lhe enxugar as lagrimas com ela
Poema do nosso amor…
(Nilo Ribeiro)
O poema do nosso amor,
nasceu dentro do peito,
é delicado como pétala de flor,
por isso ele foi feito
é um poema eterno,
nunca será esquecido,
no coração eu preservo,
pois ele é definitivo
o poema do nosso amor,
agora será desfeito,
pois ficou somente a dor,
ela machuca dentro do peito
não vou mais escrever,
pois, mais nada importa,
depois que perdi o prazer,
nada mais me conforta
um poema perfeito,
outro não vou compor,
escrito com todo respeito,
o poema do nosso amor…
Às vezes eu queria amar alguém tanto quanto amo a letra de Stop Crying Your Heart Out do Oasis. Assim como amaria flutuar em nuvens de quadros impressionistas.
Às vezes me flagro cantarolando com um violão invisível entre os braços. Eu desconheço os acordes. Mas ele os conhecia.
Ah, ele! Todos os clichês do amor cabiam nas suas sete notas. Ele repetia os refrões enquanto fitava o dia nascendo através da janela. Seus dedos brincavam em meio ao caos. Nunca começava antes do primeiro cigarro. Criou as suas próprias regras.
Seu violão era a sua máquina de escrever. Compositores são poetas que a vida esqueceu de presentear com a arte do silêncio. Os seus sentimentos têm tons e harmonias; pausas e bis.
Eu me acostumo! Mesmo sabendo que não duraríamos mais do que um álbum inteiro do Pink Floyd. Serei mais uma história, mais um balançar de cordas. Terei cinco estrofes e dois refrões. Meu nome vai ser ocultado. A canção irá servir como uma recordação boa para alguns; insuportável para outros.
Enquanto isso - do outro lado da cidade -, estarei me reestruturando aos pouquinhos.
Eu só preciso do barulho que vem do meu peito para estampar o papel. Eu só preciso lembrar-me do cheiro de cigarro mentolado para naufragar no mar branco das folhas. Porque poetas são compositores sem ritmo. Meus dedos são ágeis, assim como o músico nas cordas. Minha alma grita, pois precisa. Meu coração ritmado cria todo o tipo mirabolante de melodias.
Eu o conheci no meio das minhas incertezas. Nossos bloqueios criativos se atraíram. Esse era o nosso nível de igualdade. Um não era superior ao outro, havíamos cicatrizes iguais.
Não é o que dizem? Por onde passamos deixamos um pouquinho da gente. Pessoas que assinam as nossas peles; carimbam as nossas vidas. Eu sei que na vida dele muitas outras se tornarão canções pelo que não deu certo. E voltaremos ao recomeço, uma vez que o ser humano tem a necessidade de pertencer. Seja a uma música, a um poema ou lembrança.
E ele é todo sentimento. Eu sou toda pedra. Ele sempre viveu todos os momentos; fumou todos os cigarros; cantou todos os refrões. Mas aprendeu a duvidar das palavras e dos poetas. Nós queríamos ficar juntos, ao mesmo tempo em que todos os versos diziam ao contrário.
Mas eu nunca o amei!
Mesmo ficando com a mania de curtir os álbuns dos anos 70, de criar regras, de anotar as coisas em um bilhete na geladeira para não esquecer o que fazer. Mesmo esperando silenciosamente o fim do primeiro cigarro, em seguida o pigarro seco e, por fim, os graves e agudos do violão. Eu não o amei nem quando fiz o meu melhor poema dedicado aos amores que perdemos no meio do caminho. Ou os caminhos que perdemos em meio aos amores ilusórios.
Ele nunca soube me dizer o que era impressionismo, eu nunca quis aprender a tocar violão. Ele não gostou dos meus poemas; eles eram indecisos - porque lua em libra é o meu segundo nome. Eles eram tristes, pois eu sabia que nunca seria o seu Wonderwall, do mesmo modo em que ele nunca seria aquele que poderia me salvar.
Nossos mundos colidem, nossos karmas se cumprimentam como velhos amigos de uma vida cansada. Por isso preferi amar Stop Crying Your Heart Out do Oasis. É mais fácil. Aceitável.
Assim como a música, tivemos o nosso tempo cronometrado. Assim como um poema, seremos eternizados em pequenas estrofes do passado que resignamos.
“Aguente!” – diz a música – “Não se assuste! Você nunca mudará o que aconteceu e passou...”
E isso me conforta até a próxima manhã, sem ninguém cantarolando refrões na janela...
Minha deusa de 1,65cm
do Colorado
que canta blues
compõe soul blues
escreve poesias
lê artigos
e ama documentários nacionais,
não me escreveu hoje.
Enquanto pedaços
cósmicos de mim sobram no edredom
penso que pode ser isso
e aquilo
devia ter dito isso
e não aquilo.
Foy Vance
Feel For Me
e aguardo
algum sinal.
Penso em seus olhos
negros
puxados de pincel,
[eu me prenderia fácil neles
como uma mosca do oeste
distraída e
sua aranha.
Ninguém nessa cidade
tem aqueles olhos.
São dela esses pares.
Fios coloridos
e me sinto
pateticamente
igual
querendo engoli-la
como uma pílula
e sentir
todos os
seus efeitos
colaterais.
E me entorpeceria,
eu sei.
Se ela ao menos me escrevesse.
Mas quando eu morrer
Eu gostaria de voltar
Eu gostaria
Para escutar tudo o que você tinha a me dizer e não teve coragem
É tão difícil enquanto estamos vivos
Mas quando eu morrer
Eu gostaria de voltar
Para escutar todas as canções que você vai cantar
Faz tanta vergonha enquanto estamos vivos
Por que a morte é tão difícil
Mas solta as amarras dos que ficam vivos?
A morte não é poesia.
A vida de quem fica.
Mas quando eu morrer
Como eu gostaria de voltar
Para receber sua visita
Descobrir como você conseguiu
É tão complicado tempo enquanto estamos vivos
Quando eu morrer
Eu gostaria de verdade de voltar
Para escutar as suas recordações
É tão difícil lembrar enquanto estamos vivos
Mas quando eu morrer
Eu não vou poder voltar
Então escrevo isso
Para que quando eu morrer
Você saiba que de alguma forma eu sei
A diferença entre ler uma crônica esportiva e um paper sobre quantificações do efeito Helmholtz–Kohlrausch?
O texto técnico é maçante. Não porque o assunto não seja interessante, mas porque o pesquisador não possui uma linguagem acessível para comunicar suas ideias. Ou porque o trabalho está ininteligível, indecifrável, impenetrável. Quem melhor do que o Kant para explicar suas ideias? Qualquer professor de filosofia do ensino médio ou escritor de "filosofia-no-bolso". Talvez não TODO PROFESSOR DE ENSINO MÉDIO.
Difícil é escrever fluido e cirúrgico, empático e simples sem deixar a exatidão. Difícil é ser um Darwin. Sua escrita é quase inigualável para despertar ideias em pessoas que estão envolvidas com a ciência e que exercem o esforço adequado para envolvê-las. Embora um texto intrincado não seja sinônimo de complexo. Sempre há uma tentação de justificar a própria incapacidade de entender algo afirmando que não é possível entender.
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