Escrever uma carta a uma Criança

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⁠Ser mãe...

É viver um mundo mágico constante
É voltar a ser criança involuntariamente
É você olhar para sua cria e mesmo no ápice do seu Cansaço é você ceder ao seu capricho, tudo por UM sorriso!
É você se doar diariamente por amor, sem querer nada em troca
Ser mãe é proteger sua cria com todas as suas forças
É querer vivar eternamente e ter a certeza que já são "donos do seu nariz"
e dizer agora pode ir.

Inserida por souza_gabriela

⁠Simplicidade de olhar
A simplicidade de um olhar, uma coisa de se admirar
O olhar de uma criança, que te dá uma pura esperança, e vontade de sonhar
A simplicidade que te faz ir e voltar, num mero piscar
Que te motiva a querer ver o que tem neste simples Olhar
É o simples olhar que te faz lembrar do carinho de mãe
Das brincadeiras de escola ou aquela famosa torta, que te maravilha só de imaginar
Simplicidade aquela que dá para sentir, que te emociona e faz viajar
Sem importar o lugar que lhe traz o sentimento de amar essa simplicidade
De olhar.
É essa pequena simplicidade que te faz acreditar que um dia as coisas possam melhorar
É simplicidade de sonhar mesmo sem dormir, rir em meio ao choro, e ate mesmo de perdoar quem te machucou
É ver e poder crer que cada um é único da sua maneira, mas iguais por diferenças
Mesmo que impossível faço ser possível acreditar
E por mais simples que for levo tudo com muito amor para que todos posam sonhar e mais uma vez acreditar na simplicidade de olhar.

Inserida por marcospaulosouza

⁠Ao piscar da luz matutina
Nasceu Delcina
Uma flor menina
Criança curiosa
Traquina como uma felina
Quebrando regras da natureza.
Mas foi crescendo com o tempo
Perdendo às pressas a inocência
Numa façanha para sobreviver
Ao frio noturno
E a crueldade da fome
Aprendendo a lutar desde a infância
Para conquistar cada sonho.
Sendo o primeiro da lista
Sepultar a pobreza de sua rotina.
Com a força divina foi plantar
Com coragem tratar e colher
Suar rotineira na labuta
Buscar a água na fonte
Lascar a lenha para a fogueira
E na canseira da noite
Assar a caça para o jantar.
Como uma peregrina sofreu
Na cabruca da mata selvagem
Machucada padeceu
Debruçada de joelhos
Fervorosa rezou ao céu
Ele imediatamente a ouviu.
Descobriu que o amar
Vive em sua doce alma como um dom.
Conheceu um certo moço
Brotou um forte sentimento feminino
Amou intensamente o cheiro daquele homem
A flor desabrochou em desejos
Tornou-se mulher
Como uma cápsula expelindo sementes
Vivenciou a maternidade
Uma contemplação de mãe
Nesta grande mudança humana.
Na vida em ampla liberdade
Delcina descobriu o símbolo de sua sina
Amar como mãe, perpetuamente
Numa realização ideológica feminina.
Marivaldo Pereira Mperza

Inserida por Marivaldopereira

⁠Alma de Poeta.



Ainda criança...
Renunciei um verso antigo....
Cresci com minha herança....
Tenho brilhantes ideias....
Vôo como pássaro....
Bato asas e não sinto cansaço....
Em minha ilusão ótica....
Faço poemas com fetiches...
Nas preces clamadas....
Mudo tudo pra não ficar na mesmice...
Minha juventude ficou perdida...
Mas ela sobrevoou...
Nas montanhas e pradarias....
Verde campo rasteiro....
Sou um lisongeador da natureza....
Aprecio a escrita...
Descrevo o verso chorado...
Só pra ver o que acontece...
Azul cintilante....
Amarelo e verde do agreste....
E sigo avante no restante...
Ahooo madrugada fria...
Bom dia pra quem acordou...
Quem vai sair de casa...
Toma café com seu amor...
Amores a amoras...
Ahooo , nobres senhoras....
Faço poemas e não faço rascunhos...
Cabe a mim usar os dedos...
Movimentando meus punhos...
Se é pra versejar....
Sou uma ave no céu a cantar....
Os perfumes estão por aí....
As flores nos jardins...
Gansos no remanso...
Estados do sul...
América Central...
Ou Sul ou do Norte....
Fuso horário modificado...
Falo daqui de Manaus...
E se não me levem a mal...
Até para aqueles que não gostam de mim...
Mando um beijo e um mando um tchau...
Até outro dia...
Aceno pra vocês com minhas mãos....
Nessa despedida deixo também...
A minha saudação...
Adeus Canarinho pequenino...
A pegada aqui é segura....
O sistema aqui é bruto...
Sou versátil e eficaz...
Escrevo com a alma de menino...
Não bebo água no prato...
Sou chato por uma parte...
Mas nesse verso...
Exijo que me sirvam...
Em copo cristalino....


Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.

Inserida por JoseRicardo7

⁠Era uma Vez.

Era um vez....
Ah muitos anos atraz...
Era eu..
Era a poesia...
Ainda criança..
O pequenino menino...
De Alma Boêmia...
De Alma poética...
E de Alma sertaneja....
Iria na vida...
Ser um Poeta...
Ali...
Criado por meus pais...
Duas irmãs...
Parentes e amigos....
Na época...
Um Poema foi começado...
Mais anda não ficou definido...
Tornou-se um texto corrompido...
Traços escritos ficaram...
Traços serranos foram guardados....
Traços sertanejos se esconderam....
O futuro do pequeno menino...
Estava bem elaborado...
Mais o menino não sabia...
Que os vássaros voavam...
Em busca de respostas...
A saracura nas grutas...
Gritavam apenas amarguras...
Algo se perderam...
Tudo se escafederam...
As pastagens...
Verdes como arenas...
As estradas...
Eram de chão batido...
Só ouvia pisoteados...
Da boiada que iam passando....
Equinos relinchando....
E o berrante tocando....
Fechava os olhos...
E começa a chorar...
Difícil mesmo...
É apagar o poema...
Mesmo corrompido...
Mas ao longo dos anos...
As letras foram se juntando...
E hoje...
O Berrante continua ecoando...
A boiada...
Ainda levanta o poeira no estradão...
Atravessavamos os rios...
Buscando outros gramados...
Enquanto o gado e a tropa iam pastando....
O café e o almoço...
Nós peões...
Iam improvisando...
A viola...
A gaita...
Fazia parte...
Daqueles dourados momentos..
Canaviais e roçado de milhos...
Tomavamos cuidado...
Para não serem destruídos...
Ah sertão do meu chão...
Mesmo a galope...
Ouvia o chiado da gaita...
E os ponteios da viola...
Que até hoje...
Chora em meus ouvidos...
Que sombra essa...
Sinto que me acompanha....
Acho que...
Talvez seja ela que está me ajudando...
Cada passo que eu dou..
Sinto que o poema corrompido do passado
É ela que está me trazendo de volta..
A primeira pagina....
Rasgou-se...
Algumas depois amarelaram-se..
Desbotadas ficaram....
Pois se essa sombra...
For o meu pecado...
O poema rasgado...
Quero dele então...
De volta minhas escritas...
Que descalço lá atraz..
Calejei os meus pés...
E não sei como...
Rasgou-se...
A agora se uniram -se...
E fiz essa Melodia...

Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.

Inserida por JoseRicardo7

⁠Removendo tumores...



A gente quando é criança...
Sonha cada coisa...
Sonhamos com tudo..
Sonhamos com os anjos...
Sonhamos em ganhar brinquedos...
Sonhamos em ser soldados...
Ou até médicos,advogados e doutores....
Temos a capacidade...
De viver um mundo ilusório...
Mas eu...
Ainda tenho muitos sonhos....
O Amanhã...
Só pertence a Deus....
E Comprometido em busca de uma eterna paz....
Ainda Construirei um castelo...
E nele...
Terá brilhantes instações....
E farei uma faculdade...
Onde o meu estudo...
Será mais que especializado....
Serei um Cirurgião Oncológico....
Irei eu...
Revover e destruir tumores...
Tirar todas as dores...
Eliminar raivas...
Eliminar ódios....
Fechar lacunas...
Todos os tipos de cãncer...
Ser o silêncio absoluto...
Chorar mais...
Amar mais....
Clamar mais....
Implorar a Deus mais...
Ah como seria bom....
Olhar em cada olhar...
Ver a pura alegria....
Ver Risos da alma....
Que pena...
Nossa medicina está tão avançada....
Mas ao mesmo tempo tão atrasada....
Mas sonhar não custa nada....
Vou caminhando devagar...
Com as bielas da alma...
Em ritmo único....
Batendo sem parar...
Vou deixar a combustão fazer seu papel dentro de mim....
Deixar o sistema de injeção fluir....
Queimar sem parar...
Só preciso ser forte....
Enlouquecido talvez...
Viver na minha própria loucura....
Ter um aparelho na mão....
Que me dê a autópsia num piscar de olhos...
E ter a resposta de imediato....
E atravez de minha poesia....
Ter a cura certa para cada dor...
E ser definitivamente...
O Poeta...
Que remove Tumores.....


Autor:José Ricardo

Inserida por JoseRicardo7

⁠Sou a criança que nasceu...
Sou a criança que cresceu...
Sou a criança que sorriu...
Sou a criança que brincou...
Sou a criança que estudou...
Sou a criança que sentiu...
Sou a criança que ama..
Sou a criança que voa....
Sou a criança que está por vir...
Sou a criança que ainda não chegou...
Sou a criança do projeto...
Sou a criança que será um arquiteto...
Sou a criança que sonha...
Sou a criança que apanha...
Sou a criança que erra...
Sou a criança que grita...
Sou a criança que quer...
Sou a criança que implora...
Sou a criança que clama...
Sou apenas uma criança...
Uma criança esperança...
Esperança de um país justo..
De uma sociedade justa..
De direitos iguais...
De uma reciprocidade sem igual...
E jamais vista....
Nesse mundo belo...
E que caminha apenas pro Mal...

Autor:José Ricardo

Inserida por JoseRicardo7

⁠Fui criança...
Sou criança...
Serei criança...
Enquanto eu estiver vida...
Criança serei...
Brincar é preciso....
Afinal...
Eu nescessito brincar...
Pois sem essa alma de criança...
Em amarguras vou estar...
Fui a criança que brincou...
Fui a criança que sorriu....
Fui a criança que apanhou...
Fui a criança que chorou...
Fui a criança que sonhou...
Fui a criança que estudou...
Fui a criança que errou...
Fui a criança que Deus amou...
Fui a criança que perdoou
Hoje...
Mudei...
Mas Sou tudo isso ainda...
Porém...
Mais robusto...
Mais lapidado...
Mais ousado...
Mais atrevido....
Mais vigiado...
Mais surrado....
Amanhã...
Serei tudo novamente....
Porém...
Envelhecido pelo tempo...
Rejuvenescido pelo Amor...
Rejuvenecido pela dor...
Rejuvenecido por tudo que passou...
E mesmo errando...
Cabe eu....
Continuar sendo tudo que fui...
Posso até me sentir trincado...
Mais evaporado não...
E no reciclado do tempo...
Amanhã...
Uma nova criança...
Nascerá com mais esperança....
Que errará sim....
Mas também....
Amará e perdoará mais....


Autor:José Ricardo

Inserida por JoseRicardo7

⁠Menino Poeta

Eu.....!
Ainda criança.....
Era aquele menino...
Totalmente sem noção.....
Única distração.....
Era brincar com que tinha na mão.....
Enxada.....
Foice.....
Machado....
Turo era diversão.....
Com lápis....
E papel na mão....
Escrevia e fazia borrão.....
Escrevendo sem parar....
Tudo que tinha no coração....
Na época....
Tudo era ilusão.....
Só vivia a rabiscar.....
Os sonhos.....
Não me via como Poeta.....
Tudo era recreio....
Minha alma infantil.....
Era azul da cor de anil....
Era o verso....
Que não se definia....
Com o coração sempre em forma....
Foi lápidando com o tempo....
Em meus devaneios....
Foi amadurecendo pelo vento....
Na miragem....
A cachoeira derramava...
E refletia no espelho da alma....
E os sentimentos transbordava.....
Na minha loucura....
Nem sabia de nada....
E escrevendo sem parar meus pensamentos.....
Cresci.....
Vivi....
E hoje....
Estou aqui....
A ferramentas do passado enferrujaram....
E o borrão que era rabiscos.....
Transformou em poesia....
E aspirando sempre o cheiro das flores....
Hoje respiro amor.....
E com ele.....
Uso o amor e todas as suas essências....
E com inteligência....
Vou escrevendo com mais sabedoria....

Autor :José Ricardo

Inserida por JoseRicardo7

⁠Malcriado

Como criança mimada não importa a idade pedimos a Deus o que não está na hora ou não podemos no momento ter.

Como adolescente rebelde estamos lá com os mesmos desejos enchendo o saco e nos martirizado com os "porquês ."
Então Deus não dá, para evitar prejuízo maior.

Como adulto marginal agora quem assume é o coração impetuoso e com pressa.
Tu pensas agora que tudo está no seu devido lugar, as vontades foram feitas a racionalidade vencida.

Você se perde como criança que soltou a mão do Pai no parque, se machuca como as primeiras paixões adolescentes, chora como adulto e tem medo como criança.

Surge como milagre o conforto de alguém sarando suas feridas sem perguntar, porque já sabe como se feriu.
Esse alguém é o mesmo Deus dos seus desejos não realizados.

Márcio Braga

Inserida por marciobragarjrj

⁠Li uma crônica de Martha Medeiros hoje sobre a felicidade de uma criança e parei um tempo para refletir sobre isso. Essa escritora realmente parece profetizar alguns momentos da minha vida.
Viva Martha, que sempre me arranca lágrimas no canto do olho ou gracejos quando me ensina coisas sobre as mulheres, sobre a vida, sobre a humanidade, sobre a alma humana.
Logo eu, que já convivi com tantas pessoas sem alma, que fizeram dos filhos seres estranhos ou objetivos cumpridos de um "projeto de vida" mal rebuscado.
Observei de perto pessoas que "faziam filhos", semelhantes aos conceitos de "a fábrica - de Flusser" ou "ter filhos", modo aquisitivo de vida discorridos por Erich From em Novo Homem e Nova Sociedade.
Filho não pode ser projeto. Filho não é um objeto. Filho é "fruto" que sai de dentro, foi a união de duas sementes, de duas almas...
Aquele filho será terá sempre uma unidade com os outros dois corpos que o semearam, mesmo que se distanciem, seja por consenso, seja por desavença.
Deveria ser hediondo o crime de um genitor que tenta afastar o filho do outro, deveria cumprir pena todo aquele que faz alienação parental, que causa mais sofrimento à criança do que ao alvo que pretende atingir.
Porque o mundo ainda não descobriu o valor do amor? Que amor lançado é semente que germina facilmente, e o coração da criança será sempre uma terra fértil.
Os pais que amam os filhos relevam as barreiras existentes entre si e constroem pontes de amor, que os levam ao coração dos seus filhos. Mesmo que entre si não haja manifestações de amor aparente, quando amam os filhos com atitudes, já exercitam o amor mútuo entre si, inclusive! O amor é o elo invisível, acima das palavras...

Inserida por jozedegoes

⁠Palhaço...Poeta...Criança...

Todo palhaço tem um pouco de criança: Ele brinca,pula,canta, dança...E ri até mesmo do que não existe . Mas na verdade O que ninguém sabe É que todo palhaço é triste. Às vezes ele leva alegria ao picadeiro E chora no camarim. Às vezes ele é um tipo de anjo mensageiro Que entre a alegria da brincadeira anuncia o seu próprio fim. Chega às vezes,ébrio de dor, e senta-se em frente ao espelho transformador...Pinta o rosto... Põe na lapela de seu surrado paletó uma flor... calça seus grandes e esquisitos sapatos...- Tudo preparado com amor. É aplaudido,vaiado graciosamente, ovacionado... Faz o público rir e pedir bis. Ali no palco ele é amado... más o que ninguém sabe é se ele realmente é uma pessoa feliz. E sempre que vê um sorriso no rosto de uma criança vai-se embora toda a dor que o atormenta. E a cada piada renova-se a sua esperança para acabar com os problemas que ele silenciosamente enfrenta... Quando vai para casa,do palco sente saudades - E quando está no palco sente saudades da família. UM palhaço é um maquiador da realidade Tal qual um poeta. Hora uma pequena e distante ilha, hora uma grande cidade Cheia de luzes,movimentos,cores e complexidades... Ah ... Palhaço -poeta - criança!... Agora, passado os dias, cansado de tudo, já não esboças mais a mesma alegria, já não brinca, não pula, não canta, não dança... Pois estás imóvel,frio, eterno e mudo!...

Inserida por WendelBonatti

⁠Tem horas que a poesia parece uma criança neh./
Chora atoa ./
Chora até por uma pitadinha e açúcar para dar,
Sabores..../
Versos que são cultivados junto as flores.
Violão e composição de mãos dadas com a canção.../
Poemas para um amor. /
Acordes que reclamam por falta de declamações.../
Versos que brotam em uma alma inspiradora.....>>>>

Autor: Ricardo Melo
O Poeta que Voa

Inserida por JoseRicardo7

⁠O primeiro pensador que ouve em nos é a criança, não sabe oque é bem, não sabe oque é o mal, possui apenas vontade de descobrir, possui um medo gigante de um agressor pois não tem força para se defender, procura carinho e aceitação, tem dentro de si o código natural para sobreviver.
Tal criança ainda descobrindo o mundo, sem saber oque é perigoso, oque é benéfico, oque é oque, se aventura umas são regradas, já outras mais livres mas todas em algum momento podem ser enganadas e manipuladas, afinal, são só crianças.
Ainda a muitas mentiras e mimos plantados dentro de nossas crianças interiores, mas não se envergonhe dessa natureza primordial, pois a criança é um filosofo, um pensador, possui toda a vontade de criar, possui toda o domínio do abstrato, a criança é o sóbrio na loucura. Resgatem suas crianças dentro de si e a unam com o atual ''Eu"

Inserida por joao_victor_a_santos

⁠Fica tão triste a minha cidade !
Quando a criança que passa fome, tromba, rouba
se marginaliza e não vê perspectivas.
Quando quem pode não faz, quem faz quase nunca pode.
Fica tão triste a minha cidade !
Quando embriagado pelo poder,
o homem engana, trapaça e mente
Quando crescem os prédios e diminuem o verde.
Quando a desgraça bate à porta de uma família
e os vizinhos fecham as suas para não ouvirem os gritos.
Quando faz frio e não há manta ; faz calor e não há água.
Fica tão triste a minha cidade !
Quando quem deveria dar exemplo, peca.
Quem deveria dar segurança, oprime,
Quando há doces e brinquedos na vitrine,
A criança pedindo e o pai, no bar, bebendo,
Fica tão triste a minha cidade !
Quando a mentira é amiga do dia
e a vergonha se esconde na noite.
Quando a coragem termina e
a testemunha não comparece.
Quando o barulho ultrapassa a capacidade do sentido
e o ar quase impossível de se respirar , é vida.
Quando aos domingos e feriados suas ruas ficam desertas
Fica tão triste a minha cidade !
Quando há na segunda-feira, o choro, o cheiro da morte.
o carro batido, o cansaço, a estrada e a velocidade.
Quando o ônibus passa de manhã e a tarde,
com gente pendurada, com os pés dentro e o corpo fora.
Quando a alegria é a síntese de um momento bom,
e a desgraça é duradora, analítica e densa ..
Quando há o grito de gol e a alegria se agita,
a torcida se irrita, o pai de família e a criança,
antes de voltarem para casa passam no pronto-socorro.
Fica tão triste a minha cidade !
Quando o homem é triste,
pois a cidade triste é o homem triste.

Inserida por touchegrs

⁠Criança/ A menina dos olhos de Deus


hoje, troquei minhas luvas
Para falar sobre o que sonhei.
Mãos dos pequeninos.
São as Meninas dos olhos de Deus
Poucos sabem que,
Até as sementes mais tristes do mundo,
Quando semeadas
Por mãos inocentes, que brincam e choram a toa,
Brotam no solo sagrado, trazendo alegria e encanto aos olhos de quem as veem....



Autor:Ricardo Melo
O Poeta que Voa.

Inserida por JoseRicardo7

⁠Poeminha: “Se todas as crianças fossem pássaros.”

Ah, se toda criança pudesse voar
Ah, se toda criança pudesse voar na imaginação através de um livro.
Se toda criança pudesse ganhar asas através da educação.
Ah, se toda criança pudesse voar para onde quisesse.
Ah, se todas as crianças pudessem não sofrer
Pudessem não chorar, pudessem não passar por nenhum tipo de sofrimento.
Ah, se todas as crianças ganhassem asas
Asas através da leitura
Através das oportunidade
Ah, se todas as crianças pudessem voar e construir um lindo e brilhante
Ah, se todas as crianças pudessem ser livres
Ah, se todas as crianças pudessem conhecer um lindo vôo
Um vôo tão alto, tão alto que encontrassem a esperança para o nosso Brasil
Ah, se todas as crianças fossem pássaros!

Inserida por RafahelRamos03

⁠Uma criança
Uma criança
Um novo mundo
Uma esperança
Cada vez mais profunda
A criança é como uma flor
Que no mundo nasce
Ela é o amor
Que no jardim da existência floresce
No sorriso de uma criança
Tem toda a emoção
Da felicidade e da esperança
Que a vida desperta em seu coração
Se andas triste e sozinho
Olhe! De atenção a uma criança
Vai ter em seus olhinhos
Renascer a sua esperança.

Inserida por Genelucia

Existem pessoas que des-de ⁠criança é acostumada a receber poucos abraços, pouco amor, pouco afeto, então inconceente- mente, quando recebem o melhor de alguém, algo que ela ainda não conhecia, ela tende a se afastar, ou rejeitar, pois já está implantado na mente dela, o pouco.

Pessoas assim tem dificuldade de chegar em coisas grandes, tendem a levar uma vida pequena, gastam toda sua energia pelo pouco, e ainda agradecem, vivem de esperança e sonhos, que tão difícil-mente os realiza.

Inserida por Sullivan2021

⁠Ossos e carne
Eu saciei com os olhos.
O gosto mais amargo cruel.
Se criança, se anjo, se gente.
O homem bicho cego e o fel.
Afinal é a carne ou o céu.
Responda querubins, porque não entendo.
Pálpebras fechadas na profunda sede.
Uma criança sonolenta de sono e fome.
A mais doce pluma alma.
Sem teto, sem afeto, geme e consome.
Negra? É claro, branco os dentes vorazes.
O homem do espírito semelhante.
Que permite habitar o ódio.
Foi assim, de forma clara, nas manchetes.
Isso, cenas demasiadamente cara.
Meu bebê, filho do meu útero.
Eu sinto, faltou o leite materno.
Mas a tristeza latente da crueldade, inferno.
São moscas e varejeiras na face, no lugar do colo e mamadeira.
Oh! Não, maldição, geração, religião.
Apenas à extensão, a mão, o pão, África, negro irmão.
Minha vergonha em pertencer.
Este século e os interesses, poderes e formas de globalizações
O ápice da carne, como rege Deus tuas mãos.
O semelhante roer o osso, se, é, sim, somos todos irmãos.
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1