Escrever
Resolvi escrever mesmo sem saber, creio que é certeza
Como vamos nos unir não sei
Não me importo se o universo conspira, faço minha reza
No que depende da minha vontade farei
Imagino que seja um porto seguro
Como imaginei lendo um livro
De beijos e abraços doce
Nem queria rimar mesmo
No fim podia ser você
Escrever não é apenas escrever quando um lápis coloca palavras em um papel é sinal de sabedoria de conhecimento.
Comecei a escrever um livro e pensei.. Nem vou é muito cansativo.. Comecei a escrever um poema e pensei.. Tem muitos melhores que o meu.. Comecei a tentar escrever uma frase e logo me veio a cabeça " só ira existir melhores que você, se você não correr atrás, e cansativo a vida sempre foi e sempre será"
Pensar é uma tarefa que custa escrever pois então cada imposto é uma regra gramatical onde o conteudo é produto da linguistica estabelecida e não pela formação composta pelo comprometimento entretando existe muitos pontos que se expressam no silencio ou se calam por ti em si te ver.
Quando o ser humano esta nervoso ele muda de cor de tom de expressao assim é a gramatica quando mexem com ela,ela se expressa categoricamente e até quebra regra para manter a linguistica com ela ela até em uma musica se diz que não é dela mas continua apaixonada pois a gramatica pode conciderar o certo errado e o errado certo quando no coração dela a harmonia com a linguistica mas só amor consegue efetivar suas leituras afetivas e letras ou sinais de loucuras de amor só podem ser redigidas por seus elfos linguisticos.
Se a gramatica não perdoa-se quem tanto a lhe perdou a ponto de fazer a disculpa ou então a desculpa poetica por contra partida de um erro erotico a arte conservadora de se exprimir razões talvez seria ou é uma antropologia linguistica presente na cultura de nossas expressões.
Eu comecei a gostar de escrever pensamentos depois que lí uns livros da Tati Bernarde e do Caio Fernando. Eles me expiraram de um jeito incrível.
Escrever sobre a própria dor, é intrigante e difícil, ninguém sabe se explicar, quem dirá explicar o motivo de sua dor, quando na verdade não temos tanta certeza do porque ela começara a existir. A única certeza que temos é de que ela destrói qualquer um, e quando não demonstramos, quando guardamos ela para nós mesmo ela vai destruindo nossa alma, pouco a pouco, e quando não a suportamos, deixamos ela escapar por nossos olhos.
Um Poeta sem sua musa é como um lápis sem ponta; por mais que queira escrever não acredita ser capaz.
"Eu poderia escrever milhares de canções sobre o jeito que você diz meu nome... Eu poderia viver uma vida toda com você e ainda repetir isso outra vez como eu não posso forçar o sol a nascer ou apressar o começo do verão, não devo apressar meu caminho para seu coração..."
Meu amor por você é frustrante,
É um insulto, aos versos meus,
Como escrever sobre nosso amor?
Se toda poesia parece tão besta...
Tão insuficientemente ridícula...
Como posso fazer versos para ti meu amor?
O universo cabe em versos?
Um mundo cabe em versos?
Uma vida cabe em versos?
Versos são para coisas minúsculas,
Versos são para aquelas coisas que sabemos explicar,
Eu não posso dizer que te amo meu anjo...
Porque há tempos já é mais que amor.
Não posso dizer que te quero...
Porque não é mais um simples querer.
Eu te preciso...Mais do que preciso de respirar...
Como eu queria poder te dizer...
Poder te dizer a verdade...mas toda poesia que lhe faço,
É mentira! Poesia fajuta! Porque não diz o que é verdade?
Porque a verdade não pode ser dita?
Eu queria uma poesia verdadeira...
Queria não ter de usar meias palavras,
Sem enfeites banais, sem a monotonia das poesias...
Mas como? O que eu sinto? Como explicar?
Como escrever? Catalogar? Desenhar? Cuspir? Gritar?
Como entender eu mesmo o que sinto?
Sentimento sem poesia...sentimento sem musica...
Seria ele a própria poesia? Seria ele a própria musica?
Ou seria ele meu tormento? Por não poder expressar minha poesia?
É tão fácil falar de tristeza em poesia...
Tão fácil falar de dor também...
Ate de amor eu sei falar, certo, receio, mas falo...
Agora, esse negocio...essa volúpia monstruosa e inexplicável,
Maior que a cólera de eras e maior do que tudo que já ouvi dizer...
Me perdoa amor...
Mas, disso que eu sinto não sei falar...
Desculpe-me por cada verso fútil,
Perdoe minha poesia inútil...
Perdoe-me meu amor por aborrecer-te, em desapontar-te...
Mas, do que eu sinto... simplesmente não sei falar...
Me sinto um inútil poeta...na minha poesia eu minto...
Minha vida, minha menina....
Me desculpe pelos versos sem sentido, sem beleza...
Mas o que eu sinto não pode ser escrito...
E por mais que quisesse...
E varias línguas conhece-se, e varias poesias lhe fizesse...
Sempre sentirei mais do que na poesia parece...
Vou escrever de madrugada
Esperar a solidão bater
Talvez invente algum amor
Pra caminhar pela estrada
Em qualquer lugar, à qualquer hora
Eu e você
Madrugada afora
Vou escrever para mim, sem saber o que escreverei... escrito e não lido.
Enviarei, quando abrir lerei: sua tola!
Isto porque (?) todas as mulheres são tolas, ou quase..
*
Ps. e ainda mando um beijinho.