Escrever
De madrugada tudo sempre faz tempo
Da janela eu ouço passar o vento
De madrugada eu só escrever
Tudo o que não cabe em mim
E talvez dormir sem saber
Que do nada
Chegou-se o fim
Minhas bobagens de amor!
Estou aqui em casa só a ler e escrever,
pois cada verso escrito nunca vou esqcer.
Amo te amar,amo te querer,mas se comigo
ñ estiveres q valor isso iria ter?
Se ñ tem amor,não tem felicidade
Se eu ñ tiver vc como poderia saber
se amo de verdade?
Meu amor é sincero,
simplesmente
puro e verdadeiro,
te quer por inteiro!
Me chamaste de charope,por ter momentos irritantes
Mas quando me beijas e me abraças,só dizes:Rutyenne te amo!
Xarope posso até ser,mas isso faz bem pra mim e pra vc pode crer.
Poeta sei q ñ sou apenas escrevo nas folhas oq sinto meu amor.
"Passei a escrever poemas,
depois que meus olhos viram os teus.
Que minha boca beijara a sua.
E, que meu corpo tocara o seu.
Passei a escrever poemas,
depois que minha alma encontrou a sua!"
“Escrever… Escrever… Escrever sobre o que? Escrever para quem? Escrever o que se ninguém irá ler? Escrever uma historia de amor? Escrever sobre o que sinto falta? Para que? Por que? São tantas perguntas, e nenhuma resposta.”
Hoje eu acordei com o coração desperto para escrever os meus sentimentos de verdades e propagar ao vento;
"Eu amo escrever, quando escrevo transformo o mundo, toco o céu, ilustro minha história, pincelo cores vibrantes, quero um sol bem amarelo, quero um verde brilhante, quero príncipes e não vilões, quero o final êxitante."
Falta uma xícara de café na minha mesa para que as ideias fluam e eu volte a escrever como antes. Mas após assinar um contrato comigo mesmo de não beber mais café, apesar de amar, rogo para que as ideias venham, mesmo que em um fluxo não tão contínuo quanto antes, paralelas à força da minha imaginação focada em minha pessoa, sentado à mesa, escrevendo como nunca antes por estar prestigiado com uma deliciosa, porém não existente, xícara de café.
Se eu pudesse escrever nos liquidos como escrevo nos solidos , escreveria-te no meu sangue para circulares e me manteres vivo
Tudo é poesia
Escrever o que sinto e sentir o que escrevo
É traduzir em palavras tudo o que vejo
E tudo o que vejo são poesias não escritas
Escondidas nas entre linhas do cotidiano
Milhares de olhares que se cruzam na multidão
E que permanecem no anonimato
Todos os dias,
Pra mim é poesia
O canto dos pássaros
Que se misturam com as buzinas dos carros
Árvores que disputam o espaço com os prédios
A cidade se tornando mais cinza...
Também é poesia
O belo e o feio
O sagrado e o profano
O Divino e mortal
O culpado e o inocente
É poesia!
As frases que se formam feito arquiteturas
Que se edificam na areia
Mesmo sem obra que a faça,
Torna-se poesia
E o prazeroso se faz infinito
Não pela semântica do discurso
Que também é poesia
Mas pela tradução feita pela alma
Amo escrever o que sinto
E mais ainda
Sentir o que eu escrevo
Isso é poesia!
Escrever é um dom que poucos tem, alguns possuem apenas movimentos das mãos e deslizes dos dedos; utilize pensamentos para coisas que tenham crescimento e aí muita coisa vai a frente!
Olha, eu não sou poeta, mas por gostar muito de ti resolvi escrever um poema: Saiba que a esperança conforta-nos e garante a certeza de um futuro melhor, se um dia o olhar dos meus olhos atrair teu coração, a alegria do teu rosto transformará minha vida... Adoro-te muito beybe acredita.
Ainda que todo Céu fosse papel, toda Água fosse tinta e todo Capim fosse caneta, não seria suficiente para descrever o que sinto por ti.
Preciso escrever por que só volto a me sentir,
Preciso escrever para todo mal se afastar de mim,
Hoje sofro da maior solidão aquela que você esta só no meio da multidão
Mas hoje tenho fé que vou voltar a sorrir,
Por que o amor volto a sentir
Não a simples palavra amar
Mas sim o desejo de me apaixonar,
Amar e ser amado, sentir o calor do sentimento.
O sentimento puro e agradável, sentir o sabor de ser amado.
Não quero lhe escrever versos sem vida e sem emoção para tentar ganhar um amor perdido como algo nas mãos em aflição;
Não quero suas lágrimas, mas sim o teu coração para me perder em um abraço que me acolha na face oculta de seus sentimentos;
Não me deixe escapar das suas investidas para aquecer-me em um plácido momento para caminharmos juntos a leitura dos meus pensamentos;
E é uma necessidade de escrever, de jogar tudo pra fora, como um vício inacabável, inabalável, impossível de parar, de controlar. É algo extremamente complexo, sensível. São apenas palavras escritas em papel, num bloco de notas, são só palavras. Palavras essas que salvam a noite mais fria e solitária de um ser. Palavras essas que sufocam o escritor, se guardadas. Elas - as palavras - são perfeitamente bem guardadas num papel quando não publicadas. Uma epilepsia toma conta do escritor quando os pequenos versos não são expostos pra fora de si, pra fora de seu coração. Não adianta guardar as mágoas, o rancor, o ódio... Jogue tudo pra fora. Não importa o seu vocabulário. Não importa sua experiência com palavras, ou até com as ações. Apenas importa que um dia você não morra sufocado com tais palavras amarguradas em sua garganta.
Dieta
Despeço-me desta lida.
Tomo outros rumos.
Escrever já não me alegra.
Meus versos se esvaziaram.
Esqueço até de regras.
Já estou no mata piolhos,
Faltam-me dedos para alçar.
Sendo assim não vejo,
Razão para continuar.
Antes era fácil.
Eu espetava umas palavras,
Temperava com pedacinhos de sonhos,
Polvilhava com abundantes ilusões.
Pronto. Só degustar.
Agora não.
Palavras não me apetecem.
Temperos a vida já não contém,
Ilusões não fabricam mais.
Sonhos ficaram lá... Bem pra traz.
Entro numa dieta rigorosa.
Consumirei apenas aqueles olhos magros.
Mergulhados sobre os meus.
Sem os deliciosos beijos doces,
Sem os apertos gordos ofegantes.
Momentos pouco picantes,
Sem as cenas do romance.
Deixo a magreza poética me vencer,
Não farei forças para reagir,
Não vai fazer diferença.
Pra mim chega.
...Não quero mais escrever.
(Publicado na Antologia Poesias Encantadas V)
Nao quero escrever palavras toscas, quero simplesmente deixar publicado aquilo que penso, que creio e que vivo.
Ela: Não consigo achar uma palavra que descreva isto. Adorar escrever, e nunca encontrar as palavras certas.
Ele: Agoniante.
Ela: Como?
Ele: Agoniante, esta é a palavra.