Escrever
Não é querer escrever o tempo todo bonito, e sim tentar educar, incentivar a boa leitura e interpretação sem abscindir meus leitores.
Eu queria uma vida assim com você, mas dou graças a por não tê-la, pois só assim posso escrever tudo isso, só assim posso medir-me, posso certificar-me da limutação humana, só assim sei que nada sou, que vivo capengando, carregando o que dá, e caindo como o que não dá, só assim sei o quanto lhe quero.
Depois que a gente perde pessoas importantes pra gente, não dá mais vontade de escrever (me contradigo). O que nos resta é ouvir músicas boas. Ver cenas parecidas de pessoas que passaram pelo que estamos passando.
Então não me leia. Só sei escrever sobre melancolia, histórias que não deram certo, saudade e solidão. Só sei escrever sobre mim.
Meados de abril e deu vontade de escrever. Bateu na telha declarar... e registrar: que sim, estou diferente. Diferente de tudo que já fui e diferente do que vou ser daqui a pouco: o mundo tem me feito renovar todas as costuras, peles e posturas. Mudando com cada nascer do sol, com cada palavra trocada, com cada reflexão dada (pulsada, sentida). Me surpreendo - me humanizo - endureço - e amoleço a cada dia seguido (num ritmo exatamente assim: frenético). Vou me permitindo e moldando meus vazios com preenchimentos diversos.
Tenho pensado menos nos passados. Tenho quisto viver menos de futuro. Tenho respirado mais meu presente. Tenho arriscado mais. Pensado mais. Pesado menos. Tenho menos quando deveria ter mais. Tenho sido mais quando deveria estar sendo menos. Mais ou menos... Tenho tido bons resultados. Tenho sentido(s). Tenho ouvido(s). Tenho aprendido. Fazendo um levantamento por hora: e nossa! Tenho tido.
E este texto já está ficando por deveras poético.
-
Estou vivendo um daqueles momentos que nos vemos felizes com o ritmo que as coisas tem evoluído - me sentindo assustada com alguns direcionamentos - mas que em sua grande totalidade, o crescimento e experiências pagam qualquer investimento (e tempo dedicados). Na vida sempre temos e vivemos grandes e menores momentos, alguns memoráveis, outros descontentes, outros lamentáveis, outros dignos de serem multiplicados e vividos intensamente. E eu acredito que é por aí que a graça e a leveza continuam acesas: é com o que verdadeiramente fica e com o que podemos passar para frente que vamos aprendendo a ser gente. É com cada pedaço/ e verso/ e passo que vamos construindo - semeando - colhendo (e fazendo tantos novos laços). Estamos ligados: eu, você e todos os que eu e você escolhemos.
Escrever sobre o tal "sofrimento" é uma das coisas mais fáceis de se fazer, pois todos no mundo sofrem um dia, mas sentir .. ah, isso não é fácil, mas como tudo na vida, essa dor é passageira. As escolhas foram sua não foram? Então relaxa pois as consequências também serão. Menina, acorda! A vida é bem mais que sofrimento.
Chega De Escrever
O silêncio quero ter
E na paciência crer
Não quero me apaixonar
Pois as lagrimas vão sair.
O universo pode ser paralelo
Quem sabe em outro mundo sou feliz
O mundo contrário
Em que não sou solitário.
Tudo posso ter
Só preciso entender
O segredo pra valer
E a formula ter.
E eu vou escrever sobre o que, agora? Que, de novo, “não era pra ser”? Nunca é pra ser? Quando é que vai ser?
Acordei hoje e me vir compelida a escrever a seguinte mensagem...não sejam mais um na multidão. Devermos aprimorar nosso conhecimento a cerca do mundo em que nos cerca...leiam, discutam suas opiniões com seus amigos e familiares e principalmente e não menos importante interpretem da maneira mais prudente possível todas as coisas que captam, ou seja, que percebem. Assim, modifique sua forma de ser, de compreender e apreender o mundo que vivem sem deixar de serem vocês mesmo. O indivíduo é sua essência. Não deixe ela escapar de você. Seja autêntico sempre. Faça História... e não quera ser + um na história.
Escrever faz amigos
Quem escreve transforma os próprios pensamentos e sentimentos em palavras, que conseguem transmitir a outros, com sinais comuns, coisas únicas que sensibilizam toda a gente, cada um de uma maneira diferente, porém universal.
Todas as palavras em qualquer idioma já foram ditas e escritas e ainda assim, quem escreve consegue sensibilizar de tal forma, que quem lê, pode chegar a sentir que parece que essas palavras foram escritas só para si.
Eu amo escrever para quem gosta de ler. Isso nos aproxima, nos torna amigos, gente com quem nunca falei mas com quem certamente teria uma conversa das mais agradáveis.
Escrever faz amigos.
Pensar?
Pensar pra que?
Pra que em uma hora eu possa escrever.
Escrever o quê?
Poemas, histórias, frases e outras
Não tem coisa melhor
Que colocar veracidade mesclada com ficção
Pra que isso?
Vou ocupar meu tempo escrevendo
Não matando, roubando, sequestrando
Gosto de escrever
Gosto de praticar esportes
Não estou habito a cheirar nem fumar, nem beber nada!
Gosto de me divertir
Não de me acabar!
Da licença que lá vou eu PENSAR!
"Não tenho certeza de nada e nunca tive. Acho que devo escrever, escrever e escrever... O máximo que poderei alcançar com isso é a morte, ou livrar-me dela".
Entrelinhas
Meu refúgio é escrever, sei chorar não é o bastante, ponho-me então a rabiscar.
Minhas horas são cruéis, os meus dias tão penosos, passam lentos, vagarosos, posso até a cor contar.
As lembranças me invadem, meu sentir me faz penar, pouco a pouco me recordo dos momentos lindos todos, que contigo segredei.
Olhos vêem a minha falta, me perguntam quem sou eu, logo sentem a saudade de alguém que em mim nasceu.
Minha face amarga e triste me entrega aos homens maus, me retratam de alma pobre, por amar o natural.
Se me nota logo a vista, que dizer do meu lugar, minha cama, meu sossego, meu colchão, meu lamentar.
Tem o cheiro da tristeza que comovem até os anjos, todos ficam assombrados, tantos gritos de socorro, voz alguma ouve ao lado, ninguém pode me ouvir.
Quem me pode ajudar? Meu socorro há de vir.
Cada linha rabiscada, cada letra torta e feia, diz de mim, do meu tormento, me entrega aos malfeitores, dos que odeiam sentimentos.
As palavras me denunciam me definham, me envolvem, me deparo com a arma, que me mata, me devolve.
Não adianta mais mover, não me deixa encontrar-me, o meu ego, minha falta, sou do medo, sou do nada, sou as letras, entrelinhas, vagarosas mal lembradas.
Érwelley C. de Andrade ALB/DF.
Pegou sua mochila e saiu...
Algumas coisas pra levar
Um caderno pra escrever, seu violão
e alguns trocados pra comer
Um menino pobre indo embora do sertão,
pedir carona rumo à Belo Horizonte...
Viver a vida pra cantar
E quem diria lá encontrar,
a dona do seu coração