Escrever
Aaah se escrever desse dinheiro... Eu escrevia sobre tudo o que os outros quizessem ler, escreveria sobre tudo o que não vivi como se tivesse vivido. Não pelo dinheiro, mas apenas para que os sonhos saíssem do papel para animar a vida de outros e para que meus pensamentos fossem vividos por outros. Mas escrever não dá dinheiro, o que dá dinheiro é estudar e estudar é ler o que os outros dizem que é certo, é acreditar no que lhe é dito.
E acreditar de mais é ilusão e de ilusão não se vive.
A minha vida é uma filosofia desgovernada e descabelada sem explicação, escrever uma redundância de coisas que não flui como gostaria, minha mente se prostitui entre as cortinas de vocabulários insignificantes que querem brotar e se encaixar em algo. Não, não posso permitir que seja exposto um circulo que é apenas meu, mas meus sentimentos são vadios, dois em mim. Assim, sem fim.
'Eu podia escrever sobre o amor, sobre como é bom amar alguém. Mas não, quero falar sobre amor não correspondido. Podia escrever sobre sofrer, escrever sobre a dor que já me causaram. Mas eu supero rápido. Podia escrever sobre mim. Mas não vou me dar ao trabalho de escrever sobre algo que ninguém entenderá. Acho melhor não escrever sobre nada. Acho melhor guardar pra mim. O que penso, o que acho e o que sinto...'
Sempre sonhei em escrever.
Poder contar estórias.
Tentar construir mundos inteiros.
Personagens de todos os tipos.
Não sei se consegui realizar isso.
Afinal, da minha parte, sempre serei suspeito.
Porém, os poucos comentários que vejo a meu respeito (e principalmente a minha obra), me fazem sorrir.
E assim, acredito que estou fazendo mais alguém dar um sorriso. Mesmo que por algum tempo.
Se fiz alguém acreditar na minha ficção, então é bem provável que eu não esteja arando a terra de forma incorreta.
Mas, assim mesmo tenho minhas dúvidas.
No entanto, continuo a sonhar.
Sempre.
Você sabe qual é o meu escritor ou escritora predileto? Todos são, a arte de escrever é para todos, entretanto poucos exercem com majestade tal ofício muitas vezes não reconhecido pelos outros e sociedade.
Linguagem padrão
Para que escrever de forma tão erudita?
Para que dizer o que sente como no simbolismo?
Os sentimentos mais belos são simples,
Não necessitam daquelas palavras usadas tão raramente,
Tão cultuadas por muitos,
Aprendi.. que para sermos felizes não precisamos nos esconder,
Perdemos do amor com formas,
O verdadeiro sentimento está no espontâneo, não no pensado,
O verdadeiro sentimento está dentro de cada um,
Libertado assim que encontra alguém com a chave certa..
Podemos procurar, procurar, e não encontrar,
Podemos achar. No entanto não ser o momento,
Podemos nos culpar, por ter perdido uma chance,
ESQUEÇAMOS a forma, o que importa hoje e agora, é o sentimento..
Imagino como seria a vida.. se todos falassem assim como a forma culta nos diz que é correto
E não como é o desvio do padrão. Quantos amores poderiam deixar de ser relatado?
Quantas histórias ficariam apenas nas lembranças?
JOGUEMOS fora tudo que possa nos impedir de escrever..
Não é legal, escrever o que sente, do jeito que sente?
Sem sofisticar? Sem querer impressionar?
Para mim, isso é o que importa,
E para isso escrevo.
Pensar com o coração e escrever com a cabeça.
diz grandes pensadores..
digo eu pensar com o coração e escrever com a alma...
Me chamam de louco e vagabundo por escrever paz ao coração com sentimentos verdadeiros, mas enquanto isso honestos e lúcidos matam e roubam com imensas hipocrisias;
Um poema para você eu tinha que escrever,
Não sei como te dizer isso,
Mais estou a gostar de você.
Conheci-te há pouco tempo
E carinho já tenho por você,
Quero você seja meu amigo.
Tive uma ótima impressão sua,
Quero te conhecer melhor
Saber suas dores e suas loucuras.
Você topa virar meu mais novo amigo?
Sabe te acho muito bonitinho,
Carinhoso, muito amoroso,
INTELIGENTE.
E QUERIA DIZER TE AMO!
Me tornei o tipo de homem romântico no qual quando começo a escrever minha história em versos a inveja fala em tom de discordância: “Por quê ele tem tanta inspiração com a vida?”
Como escrever paixão há quem se amou
Como a flor que na verão não desabrochou
E se isso é assim, tão simples dor
Todos os dias bebo de sua nascente, que muitos chamam de amor
Eu que nem queria sentir
Mas já que sentia, então pra que fingir
Eu te amo