Escravidão
O trabalho é uma virtude. Do contrário se não é virtude, mas uma necessidade para sobrevivência, transforma-se em privilégio da servidão.
Liberdade?
Somos todos escravos.
Do cheiro, do sabor e do tato.
Da beleza e feiura
Das escolhas prematuras.
Somos todos escravos.
Das conscequencias dos atos.
Das verdades não ditas
E pela vida omitidas.
Somos todos escravos.
Pelas regras acorrentados.
Pelo medo presos, calados.
O que é santo? O que é pecado?
O que é escolha?
Nesta vida em bolha,
Neste cercado fechado.
Opções limitadas lado a lado.
O que é liberdade?
Nem transitamos na vida a vontade.
Nem a roupa se pode negar
Nem a loucura se pode abraçar.
Somos todos escravos.
Uma sociedade contemporânea solta mas não livre e muito doente entre becos e vielas da persistência esquisita sem visão do depois.Tantas falas, muitos ficares, achares diversos sem direção, palpites infelizes e uma crescente devastadora interna solidão, sentimento de vazio e depressão. A vida por nada ou por tão pouco em todos os lugares que vagueia por indecisão. A contra-mão da emoção.
Independência. 12/07/2018
Foi pela liberdade
Que a rebeldia surgiu,
Um selo marcado nesta cidade
onde a escravidão sucumbiu.
Uma história escrita com sangue
A memória dos negros quilombolas.
Um batalhão com Machim e cassetete
De armadura negra, tatuada e reluzente.
A independência se constrói
Gritos de liberdade arrastados pelo vento,
Das cinzas, nasce a esperança do povo
Robusto, vitalício, uma nação de heróis.
Com gritos e dor, se faz a história
História de uma povo sofredor,
Cada tiro, um machina sem dó
Espalha sangue, deixa macha na mata.
Ainda hoje ouvisse gritos lânguidos
Gritos e gritas, gritos de liberdade.
Autores: Ezequiel Barros / Lisinaite Vaz
Estilo: Ezbnd/ideias.
Tem pessoas que ajudam as outras, não porque simplesmente as amam (ou como uma forma de agradecimento pela ajuda que receberam antes); mas sim, para sentirem-se acima e senhores(as) delas, manipulando-as e tornando-as escravas dessa ajuda que faz com que os ajudados não tenham mais opinião, vontade e vida própria.
Fazem com uma mão e depois cobram em dobro com a outra. Jogam na cara, humilham e maltratam na primeira oportunidade que surge.
Isso é tão comum acontecer!
Já vi isso de mãe pra filha, de filho pra pai, entre irmãos, cônjuges, amigos e até entre patrão e funcionário... Seja por dinheiro ou condição hierárquica, muitas vezes a caridade é uma bola de ferro acorrentada nos pés do necessitado.
O dinheiro (e o falso poder que vem com ele) é o grande mal deste mundo. É o maior destruidor de almas e relações humanas.
Pessoas apegadas ao dinheiro muitas vezes "nem se dão conta" desta idolatria e dos abusos que cometem. Se acham no pleno direito de fazerem o que bem quiserem, quando, como e com quem quiserem. Não enxergam e muito menos assumem seus erros, porque a arrogância e o orgulho os transformam em semi-deuses e os impedem de olharem para si mesmos como seres corruptíveis e passíveis de falhas. Estão acostumados em COMPRAR a admiração, o respeito, o silêncio e a reação de mentes fracas e escravizadas.
E é tão comum os abusados se tornarem o espelho de seus abusadores, refletindo e repassando a terceiros os abusos que sofrem.
Este é o grande perigo em confiarmos em outro ser humano, qualquer que seja, e nos entregarmos cegamente a uma fidelidade que ultrapasse os limites da moral e dos valores éticos.
E nesse ciclo vicioso, a humanidade vai se destruindo e destruindo tudo a sua frente, por ganância, poder e vaidade.
Somente o ser humano destrói o ser humano.
Aquele que almeja a Liberdade paga um preço muito alto. O deboche, a ironia e as criticas das pessoas que vivem na escravidão do sistema. Mas, mesmo assim, vale a pena pagar.
O mundo é feito de escravos que temem não saber o que fazer com sua liberdade, por isso a maioria nem luta pra ser livre.
Não se torne escravo de sua própria agenda previamente estabelecida para depois não ter que reclamar que sua vida é tão escravagista e tão cruel quanto o maior senhor dos escravos já existente em todo o nosso universo existencial.
DA COR
Às vezes me questiono,
Porque somos diferenciados pela cor?
Se tudo mesmo o que importa,
É se no coração tem amor
Vejo crianças negras chorando,
Por serem ridicularizadas
Elas estão apenas tentando
Serem aceitas, serem amadas
Vejo jovens negros sofrendo,
Para entrar nas faculdades
Filho de preto vai aguentando,
Filho de branco invadir as universidades
Vejo adultos negros trabalhando,
Igual ao branco trabalhador
O preto velho já vai sabendo,
Que o seu pagamento
Será diferenciado por sua cor
Vejo idosos negros cansados,
De serem tratados com tanto pudor
Tentaram de tudo para serem valorizados
Como resposta tiveram o legado,
De ensinarem seus filhos amados
A lutarem por sua cor
Aqui não diferencio branco e preto,
Só lamento o sofrimento
Não é piada falar em preconceito,
O negro sofre e eu não aguento
A ignorância desse povo opressor
finalmente consegui a liberdade,
mas a liberdade é uma ilusão.
pensei que teria liberdade,
mas isso não passa de escravidão!
O medo é o que pode ter criado o primeiros escravos, mas é a covardia que os deixará escravos para sempre
O resultado de qualquer Moralidade é uma forma de subserviência e, por conseguinte, uma forma de escravidão.
- Brisas Intolerantes -
Palavras ao vento lhe são tiradas,
Pela brisa daquela perfeita orla,
Será que ela voltará a encontrá-las?
Ou irão se juntar ao marulho do mar?
Quem sabe ela se junte a um pequeno, porém grande, lavrador
Intolerado por intolerantes,
Que intoleram a própria natureza do ser,
Com um passado de miséria e dor,
Talvez ele pense que o sofrimento acabou,
Que sua liberdade, conquistou.
Mas surge a seguinte questão,
Eles continuam com suas regalias,
E os meus direitos, onde estão?
Quer sair da matrix coletiva?
Em silêncio, bem sereno
Caminhe para dentro de seu coração
Atravesse esse portal que sempre esteve aberto
Para te libertar dessa ilusão
Fazer você, peregrino
Retornar a sua própria realidade
Viver em paz
Em sua própria dimensão
Penetrando em suas redes internas
Para nunca mais se escravizar.
Fiquem na paz.
Tudo começou com um sentimento chamado amor, logo após veio a dor, meu Deus que horror, as chamas da ilusão, invadiram meu caminho, me jogaram na escravidão, indecisão me tornei um detento, prisioneiro do vento, que ficou preso naquele quadrado, criado por cimento, muito lamento, nada de avivamento, por que isso acontece? Que lamento não tem explicação, nem motivação, para continuar vivendo então, minha vida passou rápido, igual a vida do gado, que só nasce pra morrer, e ninguém vai lá socorrer, e vive pra sofrer, não dá pra entender, será que dá pra resolver, esse assunto não para de mexer, com a minha cabeça vazia, é melhor pular no fundo da piscina, isso realmente é uma idiotice, não foi eu quem disse, novamente divagando nas ideias de orangotango, não sei mais o que escrever, vou parar por aqui, tentar viver, não amarei nunca mais, por favor me deixe em paz.