Escravidão
O TEU PECADO
O teu pecado
foi composto de amargura
tua postura
já sofreu escravidão
a solidão
desconforta a criatura
e a ternura
tem a chave do perdão.
A escravidão é para os que se rendem ao seu ego, mas a paz é para os que lutam, gopeiam, e esmurram seu ego. Pois, paz é o domínio do ego.
Se a sua paixão me afagasse meu caminho seria entendido e eu não seria apaixonado.
Minha escravidão foi consumada e eu não estou pronto para a escuridão ou para a falta de gosto.
por isso luto contra minha tristeza e desafeto alheio.
“Acabou-se o tempo da derrota.
Já chegou o fim da escravidão!
E hoje teu sangue está agindo em mim.
Limpando, curando, e mudando meu ser.
O poder do sangue de Jesus há de me purificar.
Meu triste estado ele mudou.
Confesso a ele os meus erros, pecados, temores e toda minha imperfeição
Ele escuta com paciência, é sempre o meu amigo.
Assim estou confiando a ele meu coração!
Nesta hora esqueço o mundo e toda a preocupação.
Mas se não desejar conhecer a paz e a libertação...
É longa a caminhada do peregrino...
E distante o retorno para casa...
Toda luz irá se escurecer, o dia se tornara trevas.
Dor será um estado de normalidade.
Quantas vezes perdeu o rumo em sua vida?
Portas fechadas que não conseguia abrir...
E o seu coração quantas vezes ficou vazio?
Já andou sozinho. Mesmo estando acompanhado...
Não importa! Rende agora a tua vida.
Cada hora é decisiva.
Deseja ser feliz? Ser vencedor?
Jesus disse: “Vinde a mim vós que estais cansados, que eu vos aliviarei, e também vos salvarei”
Qual caminho deseja seguir?”
Nada é tão perfeito tanto que te amo...
verdadeiramente e unicamente...
Escravidão dos meus sentimentos,
dona de toda minha vida
esperança morta, apenas uma vitima
tantas virtudes, passadas puro teor
atroz sentido, feroz mera morte...
meus loucos pensamentos...
retratos da minha alma perturbada...
"Perseguimos, torturamos, humilhamos, apoiamos a escravidão e o nazismo, matamos milhares de mulheres inocentes queimadas, ajudamos na proliferação da peste negra, vendemos falsas indulgências e roubamos milhares de pobres ingênuos. Agora nós temos um papa bonzinho, que apoia os homossexuais, tem selfies com os jovens, é caridoso e humilde, tentamos te fazer acreditar na nossa bondade e conseguimos, aposto que vocês esqueceram nosso passado."
Já faz bastante tempo que foi abolida a escravidão no Brasil, mas infelizmente parece que boa parte dos brasileiros ainda carrega a cultura escravagista enraizada em sua memória e presente em seus comportamentos. Penso nisso toda vez que vejo a imensa facilidade que muitas pessoas naturalmente jogam lixo na rua, ou mesmo no chão de alguns lugares fechados. Prevalece aquela atrasada ideia e certeza de que alguém irá limpá-lo. De onde vem este autoritarismo e comodismo de que alguém tem que recolher no chão algo que eu joguei? Alguém tem que ser responsável por limpar o que eu sujei?
“Ainda vivemos em tempos de chibatadas. Escravidão virou emprego remunerado. Senhor de escravos virou patrão. Capitão do mato virou policial. Homem branco virou playboy. Escravo virou cidadão de renda modesta. Casa grande virou mansão. Senzala virou favela. Tronco e pelourinho se transformaram no sistema carcerário. E navio negreiro se converteu às viaturas da polícia.”
Parta !
Parta e libertando da escravidão a que impusestes através dos tempos ( séculos ) a inocência, Faça o que até hoje não fizestes .
Redima-se e dentro de sua nobreza deixe ascender a hombridade que poderá permitir reinar novamente a Paz no Universo .
18.09.13
+- 11:40 h
Apt.
JB
ESCRAVIDÃO SOFRIDA
Escuridão da vida
Escravidão sofrida
Vida perdida
No sofrimento da ferida
Minha alma ressequida
Os bambús massageam-me a pele
Ah!!! Sou comida dele
Missão cumprida
Vendem meus irmãos
Eu aqui sofrendo calado
Pro pastoríl já não há cajado
Nem águas pra lavar as mãos
Grito por socorro, o Sofrer me responde
Deus olha a escravidão sofrida
O céu também se esconde
ESCRAVIDÃO
Eu que a Liberdade tanto adoro,
Vivo por Ela e sempre Dela;
Que, só de imaginar venha a perde-la,
Derramo na minha alma intimo choro;
Eu que escutei, como celeste coro,
A voz, dos Ramas e dos Cristos, bela,
Eu cuja crença, cuja mente, vela
O seu altar onde, prostrando-me, oro;
Eu que lamento a mão fraca e indefesa
Contra qualquer humano despotismo,
Contra o poder até da Natureza;
Nasci para viver nesta ansiedade.
E, porque Nela, e sempre Nela, cismo
Sou escravo da mesma Liberdade.