Esconder Amor
Não adianta fugir, ou tentar me esconder,
Aonde quer eu vá, eu vou amando você...
Algo me diz que esse amor só vai crescer!
Babhina❀
Eu não preciso disfarçar,
deixo expor o meu pensar,
zelo pelo que sempre fui sem me esconder de opiniões;
Se a maioria quis de um modo
e eu enxergar de outra maneira,
não vou deixar de ser quem sou para agradar quem quer que seja
Gosto de ser EU.
Ser apenas EU.
Não fugir de MIM.
Mostrar quem eu SOU.
Jamais as nuvens cinzentas, carregadas, conseguirão esconder a beleza esplendorosa do sol; o astro rei sempre emergirá após os revezes da natureza, as oscilações do tempo, ocasionando chuvas, ventanias, tempestades, maiores contratempos.
Assim como o amor sempre triunfará mesmo diante dos ocasos: momentos de tribulações, de provas, das pequenas imperfeições contidas no íntimo do ser amado; elas são iguais as nuvens cinzentas, que não conseguem esconder, sobrepor a sua maior essência, a beleza do sol a irradiar...
Calor, a nos aquecer, cativar momentaneamente...
Nesse seu segredo incoerente
De esconder as reais verdades da alma
A sua introspectiva há de tornar-se confusão
E você irá perder o amor que lhe restava.
Se não conheço
Não identifico
Posso não enxergar
Mas sinto
Esconder
Não faz morrer
Porque não lembrar
Não faz apagar
A verdade vive
O tempo mostra
O amor aflora
Nos faz ver
Que crer
É saber viver
São 3am da madrugado e eu me pego pensando em você... será que to apaixonado e tentando esconder com medo de me machucar pra valer??
Não são coisas obvias de se notar, ainda mas quando isso é novo pra você Se fosse como sabe que "dois com dois são quatros" você mais fácil explicar o quanto amo você.
Nova publicação
"Lindo
e doce anoitecer" *
Quando o sol começa a se esconder, eu sinto-me uma criança, olhando a tarde morrer. *
Me vem a mente o teu rosto, teus olhos que presumo ser "castanhos" *
Minha mente logo quer escrever e desabafar o coração a falar de ti, das tuas palavras que leio nós versos dos teus poemas. *
Queria apenas saber que alegria é essa, que emociona-me se transforma em poesia e se resume depois em um poema, falando e pensando somente em ti...
*
Seria amor!?
Não sei?... *** (Francisca Lucas) ***
Morrer em vida...
Tu e eu tínhamos um sonho!
Encontrar um lugar
Onde nos pudéssemos esconder e amar
Porque fomos feitos um para o outro
Como a noite para o escorpião!
Mas dizem astros que não!
Que não haverá aqui ou acolá
Nem um qualquer lugar...
Morrer castigado em vida ou viver errado,
Qual o maior fardo?
Palavras tuas que apedrejei e devolvi ao vento,
Maltratei borboletas que nasceram de nós,
Fiz da flor dada, uma lembrança e da recebida, uma bola de trapos...
Estou cansado de me cansar,
Do pesar da consciência pesada,
Dos porquês de um dia teres sido a mais incompreendida e a mais amada!
Cansado...
De ser floresta vazia de raízes e oxigénio,
De te procurar, porque estás em toda a parte e em parte nenhuma!
De não ouvir um sopro teu, nem ventos de mudança...
Pudesse eu voltar atrás
E não me poria na prateleira das coisas mortas e obsoletas...
Perdoa-me o que não disse, fiz ou não dei e o pouco que amei
Como eu te perdôo o mal que me fazes...
Vertem-se-me lágrimas que não caem ao chão,
Ficam todas presas nos porquês de não te poder ter
Porque também em vida se pode morrer!
Sonhava um casamento de almas em que nos imaginava
num equilíbrio que selava ambas as polaridades...
...a tua e a minha!
E tu estás tão linda...
Ainda te amo...
Ainda te choro e de vez em quando, ainda te soluço...
E sempre te amarei...
Ainda, tanta coisa...
Ainda tanto por doer e dizer...
Ainda me dóis onde a dor mais dói...
Ainda me perco nos teus olhos castanhos...
São relativos e estranhos!
Quando me olham, sérios e perguntadores, não dizem nada!
Convidam-me apenas a pedalar no lodo, sem pedais
E obrigam-me a fumar cada vez mais!
Oxalá me chamassem às fogueiras dos lençóis da tua cama,
Onde faríamos amor todos os dias...
Queria amar-te de mil maneiras e mais algumas que não esperasses,
Queria que tivéssemos sido liberdade, glória e cumplicidade...
Tenho saudades...
Do teu sorriso, do teu olhar inclinado a namorar o meu,
Das prosas de Julieta e Romeu
Que me deixaram refém
De “amo-tes” que diziamos e dos não ditos também...
Saudades...
De andar de mão dada
Numa qualquer rua, esquina ou calçada...
Dos nossos rebentos...
Os que tivemos e ainda vejo
A precisar de um beijo e tantos lhe demos!
O amor,
Se ele me sorrisse,
Eu lá estaria para o receber e matar
O que o matou um dia...
Morrer em vida são pés no chão a cair por um telhado
Que estava certo de amor,
Mas errado, sem alicerces...
A morte,
A que me foi redigida
Por um defensor dado à sorte,
Nem proferida foi ou acusação teve,
Nem fraca, nem forte!
Seria hoje morto em vida
Se me dissesses um “amo-te” aqui e agora, daqueles intemporais e sentidos.
Depois nada. Lágrimas falariam por mim.
Talvez o corpo tremesse por dentro e eu sorrisse por fora
Antes de morrer...
Está escrito nas linhas das mãos, nos corações
Que será noutro amanhã, noutro lugar
Quem sabe em Marte, num qualquer ano
Porque o meu amor é marciano,
Talvez verde e com antenas,
Como eu, maturado...
Apenas...
Se um dia te vir por aí de mãos dadas,
Que seja ao menos o teu conto de fadas,
Porque o lugar que deixastes era o meu.
Até depois...
Uma flor com um “Amo-te” lá dentro...
Toma. É para ti.
Tentei não pensar, arrancar do meu coração, fugir, me esconder, até fingi que não estava lá, mas não teve jeito... A saudade venceu
Amar é...
não ter medo de dizer que ama,
não precisar esconder que ama,
não arrumar desculpas para não amar.
É entregar-se e não se sentir metade por isso.
É ser inteiro, mesmo ao se doar.
Não precisas se esconder, venha até mim, tu és linda como a natureza, delicada como uma pétala de rosas, não precisas se esconder; feche a porta da sala e se aventure nesse mundo de ideias. Oh, como você é bela.
Tentando me encontrar nessa loucura que é meu ser
cansada de me esconder entre versos e palavras não ditas
é que eu sou imensidão, amor
não sei sentir pouco
isso assusta, eu sei
queria que você quisesse ficar
sem tentar fugir ou controlar o que não se vê
quando sinto
é tanto que chega a ser palpável
não tem como esconder
diz que vem tomar um vinho e fica “sem querer” pro café
que eu vou tentar arrumar essa bagunça
pra você poder chamar de lar.
Ela sabe dos meus esconderijos
Ela sabe onde me encontrar
Ela sabe onde se esconder
Ela sabe onde me enfraquece
Ela sabe não permanecer
E mesmo assim nunca deixar de estar sempre perto
DOR
As vezes o meu coração se entristece, e eu tento esconder.
Mas a dor aperta e não consigo me conter.
Que sorrir, não quero sofrer
Creio que um dia só o amor a de prevalecer.
Vou me esconder novamente
Que brincadeira cansativa
Toda vez que ela me encontra
Volto amando loucamente