Em linguagem subjetiva, o curador de arte, é aquele que promove em alegria a extinção da dor do parto sofrido pelo artista no magico momento da criação.
As palavras da linguagem, tanto escritas quanto faladas, não parecem desempenhar qualquer papel no meu mecanismo de pensamento. Os objetos concretos que parecem servir como elementos do meu pensamento são certos símbolos e imagens mais ou menos nítidos.
A linguagem torna-se distorcida pela sudez do louco eufórico, esse escuta Z quando a letra A é pronunciada, e ouve claramente A quando pronuncia-se Z, a comunicação anula-se por completo. Faz-se necessário desenvolver a habilidade de ouvir, mesmo que seja o som do martelo.