Egoísmo
"Alienação parental: crime que pode ser cometido por qualquer familiar egoísta que quer obter alguma vantagem. Material ou imaterial.
Não é só um crime contra o adulto a quem o criminoso quer atingir, que é adulto e, em algum momento, poderá compreender ou se defender.
Mas, principalmente, contra a criança alienada, de quem se tirará o direito irrefutável de simplesmente amar seu pai ou sua mãe, sem artimanhas de adultos criminosos, que visam interesses próprios.
Geralmente, cometido por pessoas muito "idôneas", que adoram aparentar ao "grande público", que amam muito a criança que ferem.
Crime covarde e hediondo.
Muito comum, na nossa desumana sociedade".
Acho que no fundo todos nós somos egoístas ao ponto de quando estamos em 100% não pensamos nos que também contribuíram para isso.
"Não me chame de egoísta se sabes quantas vezes já deixei de fazer algo por mim pensando em você.
Ninguém é trouxa por muito tempo, meu bem.
Agora meu propósito é só um: Ser Feliz.
E dessa vez, sem você."
Qualquer louco e egoísta tem um filho mas só um verdadeiro louco e um verdadeiro egoísta que não tem.
As pessoas acabam sendo egoístas não exatamente por defeito de personalidade, mas por nascerem e crescerem em um mundo assim e sem perceberem agem dessa forma, é um mundo que para quem esta dentro.não consegue enxergar...
Existem pessoas tão egoístas que, mesmo quando lhes oferecemos desinteressada e generosamente tudo o que precisam, elas tratam de impor regras sobre aquilo de que indevidamente se apropriam de forma a exercer controle sobre nossa própria contribuição. São capazes, inclusive, de arrogar para si direito indiscutível sobre quaisquer ganhos presentes ou futuros que possam fugir-lhes ao controle, e dos quais pretendem extrair todas as vantagens possíveis sem dividi-las com quem lhas proporcionou
Se o paladar fosse um ser independente diria que é o mais egoísta de todos. Não se importa com seus companheiros: Fígado, pâncreas, coração, vasos, rins. Todos sofrem, enquanto o paladar se deleita, satisfazendo os próprios desejos, sem levar em consideração as consequências de seus atos.
Por que não conseguimos deixá-los livres? O que há na liberdade que tanto nos assusta?
Nosso egoísmo e nosso ciúmes são instintos tão primitivos! Queremos proteger o nosso território. Mas é claro, não é? É nosso, certo? Logo, a proteção se faz mais do que justa. Mas é aqui que se encontra o erro irracional presente em todos os instintos: não, não é nosso. Não é seu, não é meu, não é de ninguém se não de si mesmo.
A única coisa que temos é nós mesmos, de resto, nada é nosso. Isto se torna especialmente verdadeiro com pessoas. Não, não importa o quanto ele te diz o quanto é seu, ou o quanto ela jura que pertence a você e a mais ninguém. A verdade é que cada um se tem. E só. E isso deveria bastar. Por que nos ferimos tanto? Só par
a crer que possuímos o impossível?
No mundo existem dois tipos de pessoas: As de caráter e as egoístas. Não dizendo que para se ter caráter é preciso esquecer de si próprio, mas sim lembrar que você não é a única pessoa que existe.
Não posso ser egoísta, te amar também deve ser aceitar a sua escolha de não estar aqui, a sua liberdade, mas talvez eu seja um pouco egoísta.
Só um pouco, pois sei que te faço bem.
Os egoístas certamente são os mais tristes, porque nunca se sentem saciados de nada, são como um deserto em meio a um copo d'água.
Sofremos por sermos egoístas, decepcionemo-nos por sermos altruístas. Ao final, vivenciamos as frustrações e nos tornamos pessoas frágeis.