Economia
A ante economia chinesa tem como meta principal derrubar todos os grandes lucros de todos os monopólios internacionais. Não para baratear os custos dos produtos e serviços mas para expandir o caos e desestabilizar os conceitos de todo o mundo globalizado.
Na nova economia do mundo contemporâneo, quem muito estuda e se prepara, desaprende e se distancia cada vez mais dos sucessos financeiros.
Nenhuma moeda estrangeira é lastro por paridade em uma economia incerta e flutuante. O lastro natural são as obras de arte, os metais nobres e as gemas raras, que se originam do acaso e existem desde sempre em muito pouca quantidade no planeta.
ECO-nomia.
Morrer sem gastar seu dinheiro não é ecologicamente correto.
Circula-se menos dinheiro é obvio que ganhará menos, se circula mais, ganhará mais.
Mas há quem prefira sequestrar todo dinheiro do planeta para viver sozinho.
-Pensando na barata que sobrevive
até a uma bomba atômica...
Que grande economia espiritual seria...
Eu queria ser uma barata!
-Pensando bem ...
Tudo é desculpa para pensarmos bobagens.
Mas, sem bobagens nada teríamos
de interessante para contar...
Né mesmo?
-Bom dia galera que faz bobice!
Haredita Angel
27.01.2023
Em relação a autonomia do Banco Central e a dolarização da economia estou na fileira dos críticos da política econômica deste Governo, pois estes dois pontos são cruciais e nos lançarão ao abismo do mundo. Espero que o Governo recue nessa aventura.
Ainda tentam a lógica da Economia enganar,
Mentem, mentem, mentem que o Brasil da
revolução econômica não irá precisar...
Dá até para enxergar a desfaçatez lá
do Rochedo de Gibraltar,
Todo mundo a vê, por mais quanto
tempo eles vão continuar a nos enganar?
Podem tentar segurar, evitar e sufocar,
Será inevitável - a revolução ninguém
irá sufocar; - segurar...!
A revolução chegará em passos silenciosos,
ágeis e precisos... e o Brasil irá melhorar...!
O povo não se engana mais, ele apenas está
cansado de tanto ser por eles enganado!...
A Economia produz tortura massiva. Não existe tortura mais democrática do que ela, em algum momento até os super ricos se encontram com ela cara a cara. Se a Humanidade tivesse essa consciência a tortura de fato já teria sido abolida no mundo.
Não há Miseráveis mais dignos de dó do que os que confundem Miséria com Economia. Estes últimos nem sabem que já estão na Miséria.
Vindo dos mesmos que trouxeram a sabedoria fast food: “a economia a gente vê depois” — só nos resta retribuir-lhes com o que eles fazem com a nação: fingir preocupação.
A “questã” sobre MAMON ( é preciso desenhar ) é a GANÂNCIA que possui seus adoradores e devotos.
A ganância que impõe uma economia INSUSTENTÁVEL, PREDATÓRIA E SELVAGEM....
A ganância que coisifica pessoas....
A ganância que coloca o lucro acima das pessoas e da sustentabilidade ambiental....
A ganância que alimenta uma cultura e lógica doentia e adoacedora onde TUDO é justificado em nome de um crescimento econômico que só beneficia os POUCOS que MUITO possuem em detrimento e opressão dos MUITOS que POUCO ou NADA possuem....
A ganância que aumenta a desigualdade e a injustiça e privilegia os privilegiados de sempre....
É por essas e outras OBRAS dos súditos do ANTI REINO de DEUS que NÓS, camaradas no Reino de Deus, profetizamos Graça, Justiça, Paz e Bem ( prosperidade econômica, também ) para todos e todas sem ninguém ficar de fora e sem DESTRUIR a CRIAÇÃO do Criador que adoramos...
Brasil em verso e Prosa
Presenciamos um momento diferente,
veio a guerra e a repressão,
e com ela o crescimento,
na sequencia a inflação,
que corroeu o pensamento,
de mais conforto e segurança,
e só durou por pouco tempo.
Veio a brisa que liberta,
A liberdade exacerbada,
E a censura que acerta
Ao leve riso a gargalhada?
Penso, existo, falo e voto,
Meu poder veio mudando,
Se dirigindo pro que gosto,
Onde o povão vem conquistando,
Eu vou lutando não me encosto.
A economia se acerta,
E renasce a esperança,
mas lá em casa o que liberta,
de “libertas tamem” encho a pança;
de moral me esvazio,
e não encho a criança.
Alegria e alvoroço,
Falo, logo penso, enquanto ainda moço,
Hoje em parte fraco ainda sou,
De certo e não não se enche o bolso,
Meu irmão vai pro comando,
Pra policia, pro governo, capital,
Desgastando, até quando, vou trocando,
Por revolta e por dinheiro a moral?
Compro morte, vendo cultos,
vou vivendo da desgraça,
faço frete, de tumultos,
arruaça em plena praça,
eu reclamo, dez centavos,
mas no fundo quem eu sou?
Se dissipa a fumaça
Minha face não disfarça,
Estou perdido de valor.
Vendo lixo e desgraça,
Traição em plena praça,
A ganância é de graça,
Se corrompe e não disfarça,
Logo cai toda esta farsa,
Pois o tempo ameaça,
Este tempo de pavor.
O dinheiro não será,
Liberdade não verás,
Dia e hora ultrapassar,
Os limites do amor.
Um Estado que apenas procura defasar o seu próprio desenvolvimento econômico, criando cada vez mais obstáculos desnecessários, já que a arrecadação não está escassa, nunca poderá exigir ordem, tampouco progresso.
Os críticos do anarcocapitalismo perguntam porquê alguém respeitaria o direito natural?
A mesma pergunta pode ser feita sobre a lei positivada, com a diferença que ela não atende às necessidades metafísicas da categoria ontológica humana, tendo apenas a tirania e a cizânia como corolário.
