Economia
A Economia produz tortura massiva. Não existe tortura mais democrática do que ela, em algum momento até os super ricos se encontram com ela cara a cara. Se a Humanidade tivesse essa consciência a tortura de fato já teria sido abolida no mundo.
ECO-nomia.
Morrer sem gastar seu dinheiro não é ecologicamente correto.
Circula-se menos dinheiro é obvio que ganhará menos, se circula mais, ganhará mais.
Mas há quem prefira sequestrar todo dinheiro do planeta para viver sozinho.
Não há Miseráveis mais dignos de dó do que os que confundem Miséria com Economia. Estes últimos nem sabem que já estão na Miséria.
Vindo dos mesmos que trouxeram a sabedoria fast food: “a economia a gente vê depois” — só nos resta retribuir-lhes com o que eles fazem com a nação: fingir preocupação.
A “questã” sobre MAMON ( é preciso desenhar ) é a GANÂNCIA que possui seus adoradores e devotos.
A ganância que impõe uma economia INSUSTENTÁVEL, PREDATÓRIA E SELVAGEM....
A ganância que coisifica pessoas....
A ganância que coloca o lucro acima das pessoas e da sustentabilidade ambiental....
A ganância que alimenta uma cultura e lógica doentia e adoacedora onde TUDO é justificado em nome de um crescimento econômico que só beneficia os POUCOS que MUITO possuem em detrimento e opressão dos MUITOS que POUCO ou NADA possuem....
A ganância que aumenta a desigualdade e a injustiça e privilegia os privilegiados de sempre....
É por essas e outras OBRAS dos súditos do ANTI REINO de DEUS que NÓS, camaradas no Reino de Deus, profetizamos Graça, Justiça, Paz e Bem ( prosperidade econômica, também ) para todos e todas sem ninguém ficar de fora e sem DESTRUIR a CRIAÇÃO do Criador que adoramos...
Brasil em verso e Prosa
Presenciamos um momento diferente,
veio a guerra e a repressão,
e com ela o crescimento,
na sequencia a inflação,
que corroeu o pensamento,
de mais conforto e segurança,
e só durou por pouco tempo.
Veio a brisa que liberta,
A liberdade exacerbada,
E a censura que acerta
Ao leve riso a gargalhada?
Penso, existo, falo e voto,
Meu poder veio mudando,
Se dirigindo pro que gosto,
Onde o povão vem conquistando,
Eu vou lutando não me encosto.
A economia se acerta,
E renasce a esperança,
mas lá em casa o que liberta,
de “libertas tamem” encho a pança;
de moral me esvazio,
e não encho a criança.
Alegria e alvoroço,
Falo, logo penso, enquanto ainda moço,
Hoje em parte fraco ainda sou,
De certo e não não se enche o bolso,
Meu irmão vai pro comando,
Pra policia, pro governo, capital,
Desgastando, até quando, vou trocando,
Por revolta e por dinheiro a moral?
Compro morte, vendo cultos,
vou vivendo da desgraça,
faço frete, de tumultos,
arruaça em plena praça,
eu reclamo, dez centavos,
mas no fundo quem eu sou?
Se dissipa a fumaça
Minha face não disfarça,
Estou perdido de valor.
Vendo lixo e desgraça,
Traição em plena praça,
A ganância é de graça,
Se corrompe e não disfarça,
Logo cai toda esta farsa,
Pois o tempo ameaça,
Este tempo de pavor.
O dinheiro não será,
Liberdade não verás,
Dia e hora ultrapassar,
Os limites do amor.
Um Estado que apenas procura defasar o seu próprio desenvolvimento econômico, criando cada vez mais obstáculos desnecessários, já que a arrecadação não está escassa, nunca poderá exigir ordem, tampouco progresso.
Os críticos do anarcocapitalismo perguntam porquê alguém respeitaria o direito natural?
A mesma pergunta pode ser feita sobre a lei positivada, com a diferença que ela não atende às necessidades metafísicas da categoria ontológica humana, tendo apenas a tirania e a cizânia como corolário.
Eu gostaria de dizer que a expansão de crédito para corrigir uma crise econômica é a mesma coisa que alguém mijar em si mesmo porque está com hipotermia.
"O vilão da hora que oprime o povo tem a compaixão do oprimido, que sempre enfrentará o mocinho: as massas amam um pé sobre o seu pescoço".
Avanços na tecnologia dos computadores e da Internet mudaram a forma como a América trabalha, aprende e se comunica. A Internet tornou-se parte integrante da vida econômica, política e social da América.
Na verdade, uma definição clássica de um investidor astuto é alguém que compra em mercados de baixa, quando todo mundo está vendendo, e vende em mercados de alta, quando todo mundo está comprando.
