É um Contentamento Descontente
Amor é isso mesmo, é um clichê que ninguém nunca se cansa, é um “contentamento descontente”, é sentir sem tocar, é chorar sem motivos, é sorrir por sorrir. Amor que é amor, perde a definição, porque as palavras somem quando você as procura. É a junção dos nobres sentimentos. É quando você se pega pensando, até mesmo sem querer, naquela pessoa. É quando você deseja que a sua felicidade transcenda para todos os lados e que todos possam ver que está amando. É quando você olha pro nada, mas parece ver tudo, porque na sua imaginação você realmente vê. Quando é amor mesmo você não se cansa de lutar, por mais difícil que seja a batalha. Sabe qual a certeza pra saber se é amor? Você lê milhões de textos, de romances, mas mesmo assim ainda falta algo que defina o que você sente com relação a essa pessoa.
Ver um antigo amor feliz e casado dá um contentamento descontente: Alguém fez por ele o que eu não poderia fazer, ou poderia e não soube...
O amor é ótimo algo que ultrapassa o contentamento descontentando a frustração assistida pelo querer que desatinasse o querer;
É cuidando que se descobre o quanto se deve ter valor pelo que se ama de coração, vendo ou não face a face;
Ainda que as verdades forem ocultas os sentimentos estarão sempre a desfazer as ilusões que aparentemente estejam a invadir-me;
O que é o amor?
Será ferida que dói e não se sente?
Ou apenas um contentamento descontente?
Ser ou não ser és a questão.
O amor,é como uma flor,
delicado,de pétalas suaves
com cheiro de felicidade.
É como o coração de uma criança,
cheio de bondade.
É como o vento
Soprando sempre
na mesma direção.
É infinito como o mar
e necessário como o ar.
o contentamento vivido à dois a felicidade é dividida, porém o descontentamento, é ferida que dói e não se encontra para cuidar;
Estamos focado em um sentimento lúcido, porém perigoso para a razão que nos abraça a cada dia que nos doamos;
Ainda que eu falasse o dialeto contrário ao seu, me comunicaria atráves do meu coração;
Não existe contentamento descontente. Ou é um ou é outro. Esses paradoxos encaixam-se perfeitamente no que alguns denominam de TEMPOS LÍQUIDOS - ou pós modernidade. Mas, assim como: que seja eterno enquanto dure esse amor, tais paradoxos, na verdade não passam de acertos em tempos hodiernos. O que falta agora é só as lojas de brinquedos venderem a tão falada bola quadrada do Quico. Ai sim o tempo da profecia se concretizará.
amar é amadurecer a mente e fortificar o coração é um contentamento descontente e a fúria e a razão é o querer mais que querer é o viver por emoção é enriquecer -se de desejo é explodir de sensação é o lutar estonteante entre a mente e o coração
“É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer.”
Mas, não sabia Camões que
“Traição é traição,
Romance é romance,
amor é amor,
e um lance é um lance”.
E um pente é um pente.
amar alguém é não ser correspondido apenas receber carinho sorte ou azar ,contentamento descontente,ilusão, iludido ou aceitar e desfrutar do pouco que conseguil,lidar com a dor que te consome que dilacera seu coração sua mente seu corpo ,e a dor, aí como dói, dor doida dor sem remédio,remédio sem Receita .
Amar o cheiro amar os olhos amar o cabelo amar as mãos amar os pés amar o corpo todo amar a sua própria alma ,amar esse amor sem expectativa mas assim mesmo amor.
Brisa leve nos corações
É contentamento que as vezes se torna descontente.
É ver o sol vira tempestade.
É não pode dançar na chuva,
É olha quem se ama sem pode tocar
É vira para o lado para não sentir falta do ser amado.
É por sorriso no rosto com vontade de chorar.
É fugir de si, para não cometer nenhum devaneio.
É esperar que tempo cure ou coloque tudo no lugar.
É ficar com as lembranças e a esperança, não permitindo que te arranque.
É simplesmente AMAR!
O amor é a alegria do contentamento;
É a tristeza que desagua no descontentamento;
O amor é o fogo incontrolável;
que se controla na mais pura frieza;
O amor é abraçar a solidão;
e completar o fio infinito do coração;
É perder no jogo de azar;
Ganhar no jogo de amar;
E como posso cortejar com
a mais pura sinceridade...
Se amar como eu amo
é amar com verdade!
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
Poesia, o tempo que nos traz alegria, e que nos traz um contentamento descontente.
O tempo, que para alguns traz alegria e para outros um profundo descontentamento, é o mesmo que enxuga as lágrimas de pranto, e alivia as dores da alma. Oque dizer de cada segundo que passamos, e onde nos doamos mutuamente em um amor fraternal, e que excede ao nosso entendimento. Tempo, bem aventurado tempo, que nos traz a esperança, e que também nos traz as incertezas de cada dia, dias no qual irradia o amor de Deus e a sua misericórdia devida e que nos renova a cada novo dia de vida. Vida essa, preenchida de tempos de dores, tristezas, amores e desamores. E que esse mesmo tempo, que nos afaga com o amor e a consolação de Deus e Pai de amor e graça. É o mesmo que traz a sabedoria e o conhecimento que trazemos das dores que temos, e das vitória e dias luta e de glória, sabendo assim que a cada momento ou estamos vivendo, ou estamos morrendo. Pois, existe um tempo determinado para todas as coisas, assim como para amar, para perdoar. Para sorrir, e para chorar. Pois, o tempo jamais para, e por isso a cada momento desse precioso e irrecuperável tempo devemos amar e perdoar a cada momento. Seja na alegria, seja na dor. Que os vínculos perfeitos do amor, sejam sempre o perfeito árbitro de cada uma de nossas decisões e que no fervor de cada sentimento e emoção, nunca nos falte a graça, o amor o perdão.
Autor: Leonardo Pimentel Menin
Poesia, um contentamento descontente.
Vivemos de momentos, em momentos cada alegria, cada tristeza e sentimento.
E a cada nuance dos nossos pensamentos, e desejos deixamos nossas vidas ora na alegria, e outrora no sofrimento.
Pois, viver sempre será um eterno começo e recomeço, onde estamos envoltos em nossos pensamentos, e na realidade insaciável de viver intensamente cada momento.
Momentos esses, de contentamento e descontentamento. Sabendo que a cada abrir dos nossos olhos, ou estamos vivendo, ou estamos morrendo.
Por essa razão, no calor de cada emoção e de cada realização devemos buscar incansavelmente viver de dentro para fora cada sentimento, na simplicidade da vida a cada momento
.
Pois, a vida passa muito rápido sem nos dar muito tempo para o verdadeiro e sincero arrependimento.
“O descontente, se encontrou com o contente e perguntou:
-Que sorriso é esse?
Ao que o contente respondeu:
-O necessário que eu possuo, eu consegui com o suor do meu rosto. E você?
O descontente saiu de mansinho rumo à Capital Federal do Sul de Las Américas.”
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