Dúvida Capacidade certeza Conseguir
es meu bem maior
es meu mal pior
es a maior certeza que tenho
e a pior duvida que me consome
es a alegria que me completa
e a tristeza que meu coração aperta
voce desperta minha humildade
e massacra meu orgulho
voce desperta meu amor e meu odio mais profundo
voce desperta minha calma e minha ira desse mundo
Se a sensação da duvida de estar amando já é incrível, imagine a certeza de estar vivendo um grande amor
De repente do olhar
Surgiu a duvida,
E da duvida a certeza
De que sua vida precisava mudar.
Não só de amores e estações
Mas o que possuía
No coração.
Nunca tive dúvida que você é à certeza para o que eu sempre sonhei;
Portanto não se retrate para fugir de minhas investidas, tentando não se entregar;
Em meio a tudo me resta somente uma certeza que um dia irá se completar, a única dúvida e maneira de que como ira acontecer.
O amanhã virá, com certeza! E trará com ele a revelação, porque o tempo é, sem dúvida, o real dono da verdade.
*A Dúvida é a Razão e a Certeza é o Coração*
Em meio a tantos absurdos do nosso dia-a-dia, muitas pessaos se confudem com os seus próprios sentimentos, sem saber o que na verdade esta acontecendo se estar enlouquecendo mas não sabem explicar, começa-se uma batalha da qual vencedor não existirá porque a dúvida sempre permanecerá junto a certeza.
Duvide sempre, mas nunca deixe de acreditar!
Se fosse escolher entre seguir ou me perder,
entre a certeza do sim e a duvida que o não dar,
escolheria me perder por completo
só para me reencontrar diante de teu olhar.
Certeza plena
Para os descrentes a duvida. Para os desiludidos a incerteza. Para os vitoriosos, somente a certeza. Certeza é como a fé. Acreditar sem nunca duvidar. Acima de tudo acreditar.
Somos a certeza do que não queremos, a dúvida pelo caminho a seguir, o talvez que pende entre o sim e o não, mudando de acordo com o vento. Somos a conformidade dos dias cinzas, o corpo acolhido na cama, o cansaço tardio do tempo em que a vida cabia numa mochila. Somos uma mala remendada e bagunçada, remexida, precavida. Somos a leveza esquecida, a impulsividade amarrada, a risada contida, a paixão amornada.
Somos nós com a nossa melhor companhia, sem o medo da solidão, confortáveis com a própria presença. Passamos a nos entender mais e nos aceitar melhor. Percebemos que verdadeiros amigos são poucos e que amores verdadeiros são raros. Não entendemos como fomos tão tolos e tão felizes, e porquê a sabedoria tem que vir de mãos dadas com a melancolia.
Somos a nostalgia daquilo que fomos, a saudade do que foi vivido e sentido, a lamentação da entrega cega, a dor latente da queda. O pensamento de que teríamos feito tudo diferente e exatamente do mesmo jeito. O arrependimento pelo que fizemos ou não, os porquês sem resposta, o tempo perdido. A falta de tempo que não deu tempo para nada. O vazio que ficou.
Somos a perspicácia adquirida depois de alguns golpes. A malícia extenuante que prefere mil vezes ceder o seu lugar à singeleza da boa fé. O agradecimento por ainda ter um bocado de lisura no meio de tanta desconfiança. Somos o faro aguçado e as unhas felinas, precavidos ao bote, antecipando o movimento suspeito. E nos convencemos de que somos melhores assim, mais fortes e preparados para as bordoadas, quando, na verdade, queríamos mesmo é voltar à época da credulidade e ingenuidade.
Somos uma constante metamorfose e a permanência da criança de antigamente. A casca se molda enquanto a essência persevera. O que somos é diferente do que nos tornamos, mesmo que o lado de fora influencie o de dentro. Mudamos a nossa forma de enxergar o mundo, o outro e nós mesmos. Modificamos o olhar sobre tantas coisas sem que deixemos de sentir cada uma delas. Os sentimentos perduram, enquanto a necessidade de ter razões para eles perde o sentido.
Somos o passo mais firme, a decisão coerente, a prudência sentimental, a disponibilidade laboral. Somos a necessidade de fazer parte de um grupo e a total falta de vontade de pertencer a um meio. Somos o duelo entre a soltura e a prisão. Não gostamos quando nos prendem, mas não admitimos quando nos soltam. Somos carentes da profundidade e dependentes da superficialidade.
Somos uma mistura do tudo e do nada que nos identifica e nos assemelha. Viver é isso. É um somatório de momentos, uma coleção de emoções, uma constante construção do ser. No fim das contas o importante é permitir-se. Por isso somos o que somos; o resultado daquilo que fomos e o rascunho do que um dia seremos.