Dor do Luto

Cerca de 300 frases e pensamentos: Dor do Luto

⁠ Uma tempestade pode surgir do nada.. mas uma separação não, sempre é pensada, calculada e pode ser que não seja por você.
E no final você sairá com uma grande surpresa a apelidando de: "Decepção"

Inserida por tatyanenicklas

⁠Ainda haverá um tempo, onde tudo será explicado.
O porquê da pressa da luz, que rir do leopardo.
Dessas coisas infelizes que temos que conviver.
De um dia abraçar a esperança, mas no outro dia ela desaparecer.
Se não for assim, nada terá sentido.
O nascer e o crescer, o erro e o arrependido.
Um dia, sim, eu acredito, tudo será esclarecido.
Teremos nosso próximo tempo de qualidade, de rir, de encontro.
Alí, banhados de um além, de um porvir, quando tudo estiver pronto.
Porque agora, somos mesmo esse vapor, esse fragmento.
Somos a sombra de um amanhã que se vai como um vento.
Esta questão já foi trabalhada, por muita gente na história.
A alma que agora foi desencarnada, estará sempre na nossa memória.
Do dia tirada foi a luz, da fogueira quente, foi tirada a brasa.
Um anjo que um tempo habitou entre nós, foi levado de volta pra casa.

Inserida por SergioJunior79

⁠Gostaria de te buscar...mas sei que seria em vão, pois que hoje você vive apenas em meu coração.

Inserida por Brunawotkosky

Um dia me sentei bem na beira da praia E me perguntei por que a vida parece tanto com o mar...?!

Uma hora tudo tão calmo e Brando outra hora tudo tão tempestade

Tenho certeza que Deus sabia o que fazia quando criava o mar...

O mar e as suas ondas os ventos
A onda é a sua dor ...ela vai...volta..some..sobe..desce...
sempre...
Você precisa ser o mar que fica.⁠

Inserida por Brunawotkosky

⁠Meu sorriso parece que se foi com você, tento trazê-lo de volta, me lembro que ele nunca estava longe com você aqui.
A dor do luto me fez esquecer a alegria de viver!

Inserida por tatianeferreira

Ele era o Astro da Sofrência. Agora tem aí esse estádio lotado de fãs à espera desse show que seria inesquecível. Tá meio difícil, né? Como ele costumava dizer: “Tá doído demais”.

Só Se For Por Amor (série)
1ª temporada, episódio 1.
Inserida por pensador

⁠Vivo você através de olhares, sorrisos, cheiros, gostos e paladares, vivo você através de abraços, musicas e danças e principalmente; Vivo você através de muita saudade!

Inserida por Vsr

A liberdade, o bem que os homens mais desejam, é a recompensa de termos concluído nosso objetivo na terra. ⁠

Inserida por EnzoPhillipi

⁠Saudade é coração alagado
é coração em dilúvio
E eu com lembrança
sereno
espero um dia essa tempestade passar.

Inserida por massembaliteraria

⁠Eu já morri várias vezes, mas ninguém sabe, porque não havia sangue, nem ferimentos externos. Mas havia ferimentos internos e lágrimas em abundância. Meu coração sangrava de dor. Devagar fui voltando, sem alarde, cicatrizando a dor do meu coração, ainda muito ferido, mas sem lágrimas visíveis. Elas não suportam plateia piedosa.

Inserida por devandira_ferreira

⁠Permita-se
*Ju Assunção*

Não consigo parar de pensar em você
Sei que seu coração está dilacerado
Só queria poder estar ao seu lado
E arrancar do seu peito essa dor que te faz sofrer

Por seu luto, você tem que passar
Não consigo mensurar
Essa dor que está a sangrar
Então, permita-se chorar.

Mesmo que seu coração queira parar,
Na sua memória, ele sempre estará
Dando-llhe forças para continuar
Um dia , vocês voltarão a se encontrar
Pode acreditar!

Inserida por JuAssuncao

⁠Eu me sinto tão preso,
Com tanta coisa que eu me arrependo de não ter feito
Tanta coisa que queria ter tirado do meu peito
Mas já passou, agora são só sombras em minhas memórias.
Não sei você, mas eu acredito em depressão sazonal.
Aquela data vai chegando e seu corpo todo vai sentindo a dor e o peso vindo junto.
Uma sensação tão devastadora, tão pesada, que nem sei descrever.
Parece que o mundo inteiro vai caindo, se desmontando ao seu redor e você fica sozinho com todo aquele sentimento esmagando seu peito.
Já faz onze anos, eu ainda não superei, você ainda vem me assombrar, mas não como um fantasma de um filme, você na verdade está instalado aqui na minha cabeça, junto com toda a dor que foi te perder. Desde aquele dia, tudo o que eu queria é que tudo fosse um sonho, que eu acordasse e você estivesse lá me chamando, como se nada tivesse acontecido.
As vezes ainda sonho com você me acordando, com o carinho na minha cabeça, com as músicas altas no som de casa, com seu humor que sempre quebrava meu orgulho. Eu te amava tanto, mas não sabia como expressar, nunca foi nosso forte. Nós tínhamos tantos defeitos um pro outro, mas, mesmo assim, mesmo com seu jeitão de dar bronca, eu te amava tanto, não importava. Nada disso importava. Eu só te amava e você foi a única pessoa que realmente me amou. Desde sempre.
Eu sinto tanta saudade de você Pai… Toda vez que sonho com você de volta em casa é como um soco no meu estômago, como uma facada em meu coração, dói tanto. Desculpa por tudo, por ter sido esse filho orgulhoso, de cara fechada, ferido, que nos últimos meses juntos não tornou as coisas nada fáceis para nós dois. Eu espero que um dia o arrependimento, a culpa e a dor passem, mas por enquanto está doendo muito, doendo demais. Esse luto parece nunca passar. As vezes eu fico pensando em ir te ver, as vezes fico pensando que eu devia ter ido em vez de você, porque todo mundo precisava de você, ninguém precisa de mim. Seria mais fácil. Seria o mais justo. Mas a vida não é nenhum dos dois.
Eu sinto muito por tudo, eu queria tanto que tivesse sido diferente, que não tivéssemos brigado, que eu tivesse sido chato e te obrigado a usar capacete. Eu queria tanto ter ido te ver no hospital, ter te dito o quanto eu te amava, mas eu estava em negação, achava que você logo voltaria pra casa. Mas saiba que eu te amo, te amo mais que minha própria vida.
Já são onze anos de sofrimento que não passa. Nunca. Eu tô cansado. Exausto. Preciso descansar.

Inserida por erben_ramon

⁠A saudade é um espaço vazio que insiste em não ser preenchido. Tentamos seguir em frente, mas ela nos acompanha como sombra, lembrando que há coisas que não voltam, mas nunca realmente partem.

Inserida por darcicley

⁠Sou um peregrino que caminha sob os céus infinitos, trazendo em uma mão uma mala repleta de esperança — uma esperança que transcende o tempo e os limites da compreensão humana. Nessa mala repousa um livro que carrega os ecos de um mistério insondável: nele, a morte foi vencida, a dor foi curada, as lágrimas foram colhidas e transformadas em rios de alívio, e o sorriso se fez permanente, como a luz que desponta no horizonte após uma longa noite. Essa mala guarda a certeza de uma vida eterna, uma existência que não conhece o fim, onde cada instante é plenitude e renovação.

Na outra mão, contudo, carrego um fardo bem distinto: uma mala vazia, mas de um peso avassalador. É o vazio que se instalou em meu peito, um abismo que, por mais que eu tente, jamais consigo preencher. Lutei contra ele com todas as armas que a vida me ofereceu. Experimentei saciar esse vazio com conquistas que poucos têm o privilégio de alcançar, mas cada vitória foi como vento em deserto: passageira, incapaz de preencher o nada. Dediquei-me a ações altruístas, ofereci meu tempo e meu ser ao bem dos outros, e, por breves instantes, o vazio parecia adormecer. Mas logo ele acordava, como uma sombra inseparável.

Busquei refúgio nos amores e paixões, entreguei meu coração a outros corações, tentando, entre abraços e promessas, dissipar o que me consumia. Mas, ao fim, o vazio permanecia lá, imóvel, inabalável, como se fosse parte intrínseca de quem sou. Preciso confessar: essa mala vazia é infinitamente mais pesada do que a outra, a da vida nova e cheia de esperança.

Já tentei me desfazer dela, abandoná-la em alguma curva do caminho, mas ela está acorrentada à minha alma, como se fosse uma extensão do meu próprio ser. E, assim, sigo minha peregrinação. Não sei ao certo se caminho em busca da liberdade ou do alívio, mas sei que, em algum ponto dessa jornada, finalmente chegarei ao destino onde poderei abrir a mala cheia de vida — e, com isso, talvez, romper as correntes que me prendem ao vazio da vazia mala. É essa esperança, e somente ela, que faz meus passos persistirem.

Inserida por Helsinki

⁠No cerne do meu ser reside um temor profundo, tecido nas fibras da minha alma: o medo de amar.

É uma jornada tortuosa amar alguém e, depois, ser arrebatado pela cruel efemeridade desta existência. Aqueles que já se entregaram ao calor do amor, seja por um familiar, um amigo, um romance ou até mesmo um animalzinho de estimação, e foram brutalmente saqueados pela finitude da vida, compreendem a magnitude da dor que dilacera os que ficam.

A saudade, outrora um sentimento inofensivo, apenas uma sombra suave da memória, transforma-se em um espectro doloroso, uma ferida aberta na alma. A mente, desesperada, busca uma porta de saída para escapar dessa prisão de desolação, mas toda porta aberta leva a um vácuo escuro, uma névoa de desespero, uma parede de tijolos.

Lembro-me de uma vez ter lido que os cavalos sucumbem à tristeza, seus corações se partem sob o peso da dor. Assim é perder um amor: é sentir, literalmente, o coração partir, estilhaçando-se em mil pedaços. Pois quando perdemos um amor, não é apenas uma pessoa que partiu, mas também uma parte de nós mesmos, uma faceta única que foi esculpida pela presença daquele que amamos e estava ao nosso lado.

Cada relacionamento molda uma versão exclusiva de nossa identidade, uma sinfonia de personalidade que ressoa apenas na presença do amado. E quando o amado parte, levando consigo essa melodia única, somos deixados à deriva, órfãos de nós mesmos, perdidos em um mar de lembranças e saudades. Saudade que deixa de ser sentimento e torna-se um sintoma.

Por isso, nesse emaranhado de emoções, percebo-me acorrentado pelo medo de amar. Tenho medo de me apegar. As feridas incuráveis do passado, marcadas pela perda daqueles que um dia foram os guardiões do meu coração, permanecem como testemunhas silenciosas de uma dor que nunca se apaga.

Surge, então, a indagação que ecoa em mim: é possível verdadeiramente viver sem amar? Até agora, minhas tentativas foram em vão, meus esforços para evitar o amor apenas evidenciaram sua força avassaladora. Descobri, com amargura, que por vezes o amor é um intruso indomável, que invade os recantos mais sombrios da nossa existência, mesmo quando tentamos repeli-lo com todas as nossas forças. É uma batalha entre a vontade e a inevitabilidade, uma dança cósmica na qual somos meros espectadores.

No entanto, talvez haja uma beleza oculta nessa luta, uma verdadeira revelação sobre a natureza humana e divina. Pois é no confronto com o amor que descobrimos nossa própria fragilidade e nossa capacidade de resistência. Talvez, no final das contas, seja preciso coragem para se permitir amar novamente, mesmo sabendo que as feridas do passado ainda ardem em nossas almas e nos lembrem como o futuro pode ser doloroso.

Acredito ser assim: amar é uma jornada de coragem, onde a vulnerabilidade se entrelaça com a beleza. É saber que cada batida do coração pode trazer alegria ou dor, mas ainda assim escolher mergulhar nas profundezas desse sentimento. É um ato de entrega, onde cada sorriso pode iluminar o mundo, mas também onde cada lágrima pode ser uma expressão pura de amor, ainda que motivada por dor e saudade. É entender que, apesar das cicatrizes que o amor pode deixar, o verdadeiro tesouro está na experiência de compartilhar momentos preciosos com outra alma. Amar é abraçar a incerteza e encontrar significado na vulnerabilidade.

Apesar disso, continuarei com medo de amar.

Inserida por Helsinki

Muitos dizem que quando a gente morre, morre. E tudo pra nós se acaba nesse momento. Mas eu já tive motivos concretos pra não acreditar nisso, e, no entanto, às vezes até eu mesma duvido deles. Outra hora eu conto pra vocês, porque agora estou com preguiça de falar sobre isso. Acho que ideal seria contar no dia dos finados, nada a ver falar disso, assim, sem mais nem menos, né mesmo?!

Inserida por reconceituando

O cúmulo da doença é a morte.

Inserida por reconceituando

⁠O nosso mundinho particular, com todas as coisas que gostamos, vai se desfazendo pouco a pouco. De repente, a gente olha para trás e não vê quase nada, nem os anos 80 nem os 90, nem o Chico Anísio, nem o Jô Soares, e nem mesmo o que éramos, nem mesmo os nossos pais. A gente vai morrendo aos poucos, sem perceber.

Inserida por reconceituando

⁠O sofrimento mais longo é rapidamente curado após uma dose de felicidade, diante do seu fim.

Inserida por LeonardoBrelaz

⁠Os mortos clamam por justiça mas não querem vingança.

Inserida por LeonardoBrelaz