Doeu
Fechar os olhos nunca doeu tanto...
Na verdade não é fechar, é abrir...
Saber que nesse simples piscar de olhos você não estará mais aqui...
Tento fugir de algo e isso vem atrás de mim numa maneira indireta. E doeu falar cada passo teu aos outros que queriam ouvir.
Não vou conseguir dizer que, ao ignorar, era só medo de ressuscitar o que doeu. Eu só sei escrever...
Dizer que nunca gostei de você doeu, foi decepcionante.O meu gostar é diferente, excêntrico, só meu sabe, a culpa não é minha se todas as pessoas em meu meio são iguais e devidamente clichês, sorry baby, mas de normalidade eu fujo.
Talvez, bem lá no fundo seja por isso que você disse que eu nunca senti o mesmo.Gostei, amei, sonhei, aproveitei cada segundo dos bons momentos e guardo as lembranças do lado direito do meu lobo frontal.
Sofrer é necessário, se desgastar e remoer o passado é um erro. Irreparáveis.Não tente colocar a culpa do nosso fim em mim, não sou perfeita e erro ,todavia os admito
Não tive a pretensão de me doar quando você se doeu em ir embora. Mas deixastes um pedaço pela calçada ali na frente, um casaco, uma flor, uma foto, um orgulho ferido
Doeu demais, sofri demais, aturei tudo o que poderia aturar, e agora, fujo de tudo isso. Tudo que eu quero é não comentar esse assunto. Falo com quem se importa, caso ao contrário, jamais vão saber quem realmente foi você e qual foi o seu papel na minha história.
E quer saber? Doeu.
E se um dia eu não me importar mais? Jogar fora as lembranças intocáveis a tanto tempo, os caminhos trilhados, as músicas cantadas e marcadas em cada episódio da nossa trajetória. As batalhas vencidas ao tentar mudar o destino do nosso amor. Eu guardo tudo isso pra mim, por mais que as vezes doa, ou as vezes eu nem sinta.
Talvez eu goste de sofrer, talvez eu só goste de você.
Se doeu, sorria!
A soma das cicatrizes, dos desafios, dos medos, das frustrações, dos desencantos do cotidiano, das aflições, do marasmo, da prisão, da covardia de assumir desejos, da insensatez em continuar assim.
Pare! Tome conta de todas as marcas, arranhões, esfolados, da unha quebrada, a do pé, aquela que doe quando se tropeça na calçada quando criança.
Doía muito..., mas a ânsia de brincar, de chegar mais rápido na disputa com o amigo é muito maior do que a dor. Ela que fique na calçada.
Amigo, aquele que faz despertar para o valor da amizade, este marca para sempre o andar de bicicleta, o jogo de futebol, subir na árvore e comer o fruto na hora, sem se preocupar em lavar, porque na infância nada faz mal, para o adulto faz!
A soma das frustrações é saudável para quem aprende a superá-las! As cicatrizes devem ser respeitadas, é o toque que a vida deixa, mostrando quem esteve ali, que doeu, mas, também que tudo passa, sempre passa...
Olhar para dentro é ver com sabedoria as experiências,
elas demarcam territórios internos, deixam alternativas, sugestões, despertam sentimentos, empurram, arrastam, é vida falando, mostrando!
Limitação é um termo que deixa de existir quando se decide amadurecer, surge uma força nova que vem de dentro e jorra para fora.
Feche os olhos entregue-se... entregue-se à vida, aproveite sua casa, curta o raio de sol que entra pela janela, qualquer janela.
Quanto a chuva, não reclame, lave-se nela, refrigere teu espírito, supere os bloqueios, as tranqueiras que incomodam.
Tenha coragem!
Recomeçar é fácil, Mas descobrir o caminho interior é um ato de profundo de amor.
Tenho saudades do que eu já fui. Falta-me, jussivamente, eu. Daí, doeu. Injustamente massivamente. Passei passivamente. Sem mim.
Mas não vale esquecer que tu prometeu seu coração à ela. (...) Ela acreditou, sabe? E doeu tu ter tomado ele das mãos dela como se não fosse nada. Ela superou, voltou a sorrir bonito, mas não significa que ela não se importa mais.
Me dói, lá no fundo, eu acho. É difícil doer mais do que já doeu da primeira vez, impossível. Caleja, isso é fato.
É, ela caiu, e se levantou mais uma vez como se nada tivesse acontecido, só que desta vez doeu mais, e parecia que nunca iria passar… Mas passou; por mais que tenha demorado mais do que as outras vezes, ela está aí de novo, não é? Só que agora, ela está mais irônica e agindo como não se importasse, apenas na prevenção, com medo de se magoar outra vez.
As pessoas que já me fizeram sofrer sabe que em mim já doeu mas agora é em você quem vai sangrar, não á ferida que não se cicatriza deixando marcas para trás, não á vitoria sem derrota, se hoje chove é sinal que amanhã fará sol, hoje eu prefiro a verdade porque eu já magoei gente de mais que eu amei, a mentira mata e corrompe e as vezes faz feridas que não se fecham e não se curam...
Tenho que admitir que já doeu mais. Muito mais. Até que hoje dói menos, mas continua doendo. Já não sei que escolha fazer. Não sei se volto a provar do amor ou se continuo nessa dor que o desamor tem me causado. É muito vazio, muito nada, muito choro seco… Cansei. […] Esses dias olhei para minhas lágrimas secas no chão, olhei para os textos que nunca tive coragem de lhe enviar e senti falta. Senti falta de quando escrevia chorando, de quando te sentia em mim mesmo longe, mesmo não me amando, mesmo não me querendo… Eu te sentia. Era real. Era forte. Era… Sinto falta do que era. Do foi um dia. Do que passou… Do que não sinto mais. Sinto falta de sentir. Sentir qualquer coisa que possa me fazer sorrir ou chorar, que possa me fazer feliz ou até mesmo triste. Eu sei, é estranho, é desvario, mas é o que eu preciso. Amar. Sem esperar ser amada. Só amar. Sentir… Mas sentir no fundo. No âmago!
“Pode ser boa que é uma coisa. Já chorei muito, já doeu muito esse coração. Mas agora tô, ó, tá vendo? De pedra. Uma tora. Um macho”.
Foi lendo exatamente esse trecho acima, em um dos textos de Bernardi, que ela percebeu, que havia se tornado uma pedra de gelo, e que de quente, só o café.
Sofreu tanto, se dedicou tanto. Tinha se tornado – meu Deus – aquele modelinho de moça feliz, pra salvar relacionamentos. Fingiu ser feliz pra fazer alguém feliz.
Foi traída, humilhada, viu bocas sorridentes, vomitar mentiras, tão perfeitas que duraram anos. Ouvia “eu te amo”, e logo depois, eu te odeio.
Lembra-se de quando, você se declarava, olhando ela nos olhos João? Ela gritava por dentro, a dor que sentia, sabendo de todas as mentiras, pedindo a Deus e ao Diabo, liberdade. Queria forças pra mandar você pro-raio-que-o-parta João, você e todo aquele amor miserável que ela sentia por ti. E todas as vezes que completavam mês, que ela te preparava algo, mesmo sabendo da sua dupla personalidade, cheia de mentiras e de farsas. Dessa máscara de homem correto, quando você era só mais um bundão mentiroso e sínico, fingindo se importar com algum coisa que não fosse esse mundinho medíocre que você vive. E quando você perguntava, o que podia fazer por ela, pra fazer ela se sentir melhor. Sabe o que ela queria? Que você voltasse o tempo, exatamente pra o dia que vocês se conheceram, e ia pedir pra naquele dia, você ficar em casa.
Ela cansou de chorar João. Suas lágrimas secaram e ela tem tanto rancor, tanto ódio, tanta raiva e si mesma, que ela não consegue ver nenhuma oportunidade de ser feliz. Então João, faz um favor. Morre! Morre e leva contigo todos os dias que ela tentou ser melhor e nunca conseguiu, porque viver com você era uma barreira pra vida, que ela merecia ter.