Diversidade
A imensa diversidade entre as inúmeras religiões, não é a causa da desunião da humanidade. O grande infortúnio do mundo é o preconceito. Nele, mora o ódio, e do ódio prolifera-se todo o mal que atualmente nos cerca.
Unir mente e coração e ser sincero consigo mesmo é como a fonte que serve à uma grande diversidade de propósitos, lava a terra e continua íntegra.(Walter Sasso)
A Cultura enquanto produção simbólica deve focar a valorização da diversidade das expressões e dos valores culturais;enquanto direito de cidadania,universalizar o acesso e as ações de inclusão social, e na vertente da economia, atuar na geração de emprego e de renda, no fortalecimento de cadeias produtivas e na regulamentação da produção cultural e nos direitos autorais,considerando as especificidades e valores simbólicos dos bens culturais.
Eu amei
Quero te dizer que em todos esse anos eu amei.
Amei a nossa diversidade e a nossa cumplicidade
Amei a maneira da convivência conturbada e serena.
Amei a forma de dizer adeus e ainda mais a forma de dizer estou te esperando
Amei ser protegida e cuidar de você nos momentos de carência.
Amei o desafio do trabalho árduo e criativo
Amei cada momento que derramava uma lagrima até no momento do meu próprio amor e minha liberdade.
O amor não acaba , o amor é corrompido pelos nossos pensamentos inseguros e mesquinhos e sofre e desgasta e machuca , um dia ele se renovara e se tornara eterno por alguém que Deus determinar.
Até lá estarei forte em treinar a luta de amar.
DIVERSIDADE (Pessoas)
POR: José Luiz Mak
Sonhamos estar evoluídos, mas não; trânsito gigante de pessoas, pessoas que nem conhecemos, que procuram seu lugar ao Sol, pessoas que procuram sei lá o que, pessoas com suas manias, vontades e preferências, pessoas que nascem ao mundo sem sequer saber a que vieram, pessoas decididas, pessoas confusas, pessoas tristes, felizes, amáveis, as vezes amargas como fel, pessoas que não aceitam outras pessoas, que não aceitam as diferenças, que diferenças ?!?! Se somos todos iguais ! Pessoas sensíveis, justas e leais, pessoas, pessoas, gente, gente como a gente, pessoas com seus sonhos barrados por simples preconceito, discriminadas aos olhos de pessoas; pessoas cheias de amor, pessoas, pessoas, pessoas atiladas, pessoas que também sonham, pessoas vindas do ventre que continuam sendo pessoas, pessoas homofóbicas, pessoas que nem sabem que também são pessoas, pessoas que são todas iguais nas diferenças, pessoas reprimidas, pessoas que reprimem, pessoas sofrendo violências por humanos, por pessoas, pois rouba a energia plena da vida que é a sexualidade, pessoas não respeitando sua subjetividade, pessoas que sente, vê, pensa à respeito sobre algo e que não segue um padrão, sonhamos estar evoluídos, sonhamos que pessoas entendam que pessoas são pessoas e filhos do Pai.
"Quão bom é primar pela 'diversidade de cores' e, consequentemente, a beleza do coração!
As boas coisas impulsionam/rejuvenescem a aparência do ser humano...
Quão bom é 'ouvir' o coração bondoso, através do abraço!
Acalenta a alma, eleva a autoestima, absorve-se paciência..."
A rica e muito valiosa diversidade cultural brasileira apreciada no mundo inteiro foi formada por tradições culturais que se agruparam e se abrasileiraram que são a alma de nossa cultura. Sendo assim, cabe ao governo cultural brasileiro entender que cada uma delas é insubstituível, e por isto devem ser preservadas a qualquer custo para a manutenção da nacional pluralidade criativa.
O conceito de igualdade está na diversidade, e não na incapacidade dos iguais se tornarem diferentes.
A diversidade artística e cultural brasileira é rica, moderna e contemporânea mas o ambiente e a atmosfera educacional, artística e cultura no Brasil de hoje, ainda é escravagista, coronelizada, imperialista, antiquada e colonial. Os grandes nomes da cultura acontecem e parecem ser por mero favoritismos, oportunidades e apadrinhamentos.
O sistema faz a lavagem, e a diversidade cria propagandas de fachada para uma sociedade "modernizada".
Flores todas tão lindas mais a minha favorita é hortênsias... Pela diversidade de cor em uma só flor, mas se for uma rosa prefiro rosa cor de rosa.
Idolatrar o respeito a diversidade de opiniões é enxovalhar o conhecimento da verdade em nome da soberba do erro que vaidosamente se recusa a curvar-se diante da realidade.
Em todo lugar que possua uma rica diversidade artística e cultural sem por equilíbrio uma educação madura, ativa e apropriada, possuirá de forma crescente um perverso fundamentalismo ignorante e grupos antagônicos sectários covardes intolerantes as minimas diferenças.
Você já parou para pensar nisto ?
O Brasil possui uma imensa diversidade étnica e linguística que está entre as maiores do mundo e é a maior da América do Sul.
Tal diversidade é resultante do intenso processo de miscigenação que foi submetido o território brasileiro, uma mistura de raças e cores, uma mescla do português, do negro e do indígena.
De acordo com a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), a atual população indígena do Brasil é de aproximadamente 345.000 indivíduos, representando 0,2% da população brasileira, desconsiderando, é claro, aqueles que vivem fora das áreas indígenas que somam cerca de 190 mil.
Esse número só tende a crescer devido à continuidade dos esforços de proteção ao índio brasileiro, queda dos índices de mortalidade, melhoria na prestação de serviços de saúde, e de taxas de natalidade superiores à média nacional.
Atualmente, um dos grandes focos em pauta para o Governo Federal trata-se da questão do índio no Brasil e sua inserção no meio social e cultural em que vive.
Segundo a legislação brasileira, o nativo adquire a plena capacidade civil quando estiver razoavelmente integrado à sociedade. Para que tal aconteça, é necessário que tenha boa compreensão dos usos e costumes da comunhão nacional, conheça a língua portuguesa e tenha a idade mínima de vinte e um anos.
Uma das propostas que tramitam no Congresso objetivando melhor qualidade de vida ao índio trata-se do Projeto de Estatuto das Sociedades Indígenas. O objetivo da proposta é assegurar que a proteção aos índios brasileiros se dê com base no reconhecimento do seu diferencial cultural e não mais na falsa premissa da sua inferioridade. Com isso, além da efetiva garantia dos seus direitos, procura-se permitir que os povos indígenas tenham espaço necessário ao desenvolvimento de seus projetos de futuro.
No entanto, o indígena ainda representa um grupo marginalizado vítima de violências morais e físicas desde a época colonial.
Segundo Guiucci, historiador, a conquista da América se deu em um "espaço geográfico privilegiado da destruição das culturas autóctones e da escravidão dos indígenas, bem como do lucrativo tráfico de negros africanos para as plantações e minas do Novo Mundo". Tendo em vista esse fator histórico, já se encontra enraizado o processo de marginalização, preconceito e subordinação do índio que padece nas mazelas da sociedade.
Um caso de completo descaso encontra-se na região do Mato Grosso do Sul que virou refúgio da bandidagem, terras férteis ao tráfico de drogas e armas. Muitas terras indígenas dessa região estão sendo local de acomodação de fugitivos paraguaios por se tratarem de áreas federais, ou seja, em que só se pode adentrar com autorização da FUNAI e, portanto dificultam averiguação da polícia.
O índio brasileiro é um cidadão que tem anseios, carências e necessidades específicas, que precisam ser atendidas pelo Estado.
Embora concentrada em grande parte na Amazônia, a população indígena brasileira está dispersa em quase todo o território nacional.
Há de se trabalhar em políticas publicas eficientes que atendam essa população que é eminentemente brasileira e encontra-se nessa terra chamada Brasil há muito mais tempo que se imagina.