Dilema
O grande dilema não é a alegria da balada, mas sim as lágrimas no travesseiro, resolva as lágrimas no travesseiro e a balada terá um sentido verdadeiro.
Ode à Silcamel
Que cruel, que dilema! Assim como Iracema, Silcamel, teria lábios de mel!
Iracema, da tribo Tabajara tinha um segredo que jamais revelara!
Iracema guardava o segredo da Jurema!
Olha que problema, guardiã do licor sagrado dos povos da floresta!
Silcamel, sem modestia, seu encanto se manifesta e encanta cada canto e infesta!
Silvana, nome de origem latina, proveniente da floresta!
Imagina? Silvana musa , sua beleza emana da selva!
Cheiro de relva, musa que usa e abusa de sua magia que contagia!
Silvana Barbosa, de origem latina que fascina!
Barbosa, significa lugar cheio de árvores de origem fina!
Olha que granfina, que beleza!
Tem Barbosa até na nobreza portuguesa!
Não bastasse, pra quem duvidasse, Silvana tem Camelo no sobrenome!
Camelo é de origem variada, tem quase em toda parte e nunca será ludibriada!
Camelo significa “anjo poderoso”, olha que honroso!
Silvana Barbosa Camelo, musa inspiradora, amiga com muito zelo e não é exagero, parece inté modelo!
Silvana, anjo poderoso da floresta!
Só o que me resta é poetizar o seu encanto que encanta, parece um mantra!
Silvana, eterna musa balzaquiana é chama, a chama que ama!
A chama que ama, clama, reclama, inflama! Chama por Silvana!
A chama que ama, se chama Silvana!
Marcos M6uzel 30/11/2022
A paixão é uma poesia
O amor é um poema
A paixão é fantasia
O amor é um dilema
A paixão é algo bom
O amor é o nosso dom
É o nosso melhor tema
A dúvida coloca você diante de dois dilema:ir em frente ou recuar.
A decisão entre um em detrimento do outro vai de dar certeza qual foi a melhor ou a pior decisão.
A fragilidade dos sentimentos tem mais a ver com ceder, do que com combater. Dilema difícil! Até onde nossas razões justificam nossas atitudes? Até quando nossos sentimentos sustentam nossa ações? Os motivos, quais são? A vida é uma ingma, sem muitas respostas, e tantas perguntas. É preciso ser forte! E não duvidar da capacidade de responder à cada problema com a atitude correta. Ter um plano, viável, e com margem de erro, é a atitude mais inteligente nas horas difíceis. O desepero é caminho sem resultado. A solução é prumar o pensamento. Alinhar os sentimentos, quase sempre rebeldes, e seguir. Olhar para trás, só se for para aprender com os erros. Olhar para frente, sempre com a esperança de errar menos. E seguir. Sem medo. Sem culpa. Construindo um dia após o outro. Assim é a vida. Um dia de cada vez. Como um vício. Uma oportunidade. Um caminho sem volta. Aproveitemos a paisagem! Nunca se poderá ver o mesmo lugar da mesma forma. Então não disperdissemos momentos únicos que não irão se repetir.
"Eleições em 2022, o brasileiro mais uma vez vive o dilema: a esperança no político outsider e a desconfiança no político known. Um povo que é sempre usado como meio para projetos alheios, escaldado muitas vezes, agora está desconfiado e o desafio dos políticos pretendentes, aos cobiçados cargos da República, é conquistar a confiança e despertar o desejo do povo a creditar seu voto num nome, num projeto".
E se o momento lhe parece improdutivo. Se o dilema é astuto e expressivo. Busque às respostas junto ao infinito. Esse é o argumento infalível.
"Dilema: nem tudo é o que quer que queira ser, assim como é o que é e não quer que seja. Todavia é o que não se faz ser, não sendo o que se fez ser, como assim é o que é, sem ser o que quer que seja, sendo o que é que nem é o que é, e é o que faz ser o que é e o que quer que seja é tudo o que é ser que sem ser se fez ser nada."
Poema: O dilema do nome
Leonina, mãe de Levina, não gosta de seu nome, prefere Nina de codinome!
Livina, filha de Leonina, assim como a mãe, prefere Fia, como codinome!
Então, Nina é mãe de Fia? E a Fia é filha da Nina? Que confusão! Fia filha da mãe!
Confusão! Só que não! Nina e Fia, parecem duas meninas!
Fia, dona Fia, tia Fia! Filha primeira de dona Nina!
Isso não termina? - Quem foi que disse?
- Elenice, filha da Fia!
Filha da Fia? Que Fia?
- Ah! A Levina, que filha da mãe!
Elenice significa iluminada.
- Iluminada por quem, ora?
Pela Luz divina, uma senhora!
Que senhora? A senhora tua mãe, a Fia!
- Que Fia, filha da mãe!
Luz divina, Iluminado? Tá explicado!
- Iuminado, somos todos nós, por ter a senhora do nosso lado!
Nada de errado com o seu nome! Levina leva luz divina em seu nome é ilumina todos nós!
Quem diria, Fia nos contagia, parece magia! Marcos Mùzel 21/10/2022
Esse eo dilema
Saber, querer, ousar, calar !
Sabes o que quer.
Querer o que sabe.
Ousa se fazendo.
E se cale para os outros.
Esquecer
Ah, este meu dilema
de esquecer ou não esquecer
Esquecer me parece doloroso
Os gozos, os cheiros, os sabores
Medo de esquecer as doçuras da vida
No entanto, um me seria oportuno
Aquele, em relação a você .
O dilema de ser forte é que muitas vezes as pessoas ao nosso redor assumem que estamos sempre bem, simplesmente porque costumamos lidar bem com os desafios que a vida nos apresenta. No entanto, por trás dessa aparente fortaleza, há um ser humano que também precisa de cuidado e atenção.É como se a nossa força fosse uma armadura que nos protege do mundo exterior, mas que ao mesmo tempo nos isola emocionalmente. As pessoas podem admirar a nossa resiliência, a nossa capacidade de superar obstáculos, mas raramente se preocupam em saber se estamos verdadeiramente bem.
Você usa sapatos caros como este e leva uma vida confortável, mas não liga para o dilema dos trabalhadores.
Toda decisão exige um sacrifício em detrimento de algo. Quando é imposto a nós o dilema da escolha, alguma coisa você perde em detrimento de outra
Quando ficar em dúvida sobre o que fazer diante de um dilema, se pergunte: O que de fato eu quero? Qual meu real desejo? Verá que a escolha sempre foi óbvia e as outras opções, obstáculos.
A ideia de "união" ainda é um dilema nas sociedades africanas, aprendeu-se demaseado sobre a desunião, que se tem adptado como um estilo de vida saudável. Meus queridos, a África dos vossos antepassados sempre rejeitou essa forma de viver, precisam voltar.
In, Despertar da consciência negra
Soneto da Existência Dicotômica
No rastro da vida, um dilema se esconde,
Por ouro e por sombra, em dúvida me perco.
Nas curvas do ser, o destino que arremesso,
Vale a pena o viver, ou é fardo que responde?
Verdades se ocultam em fé não contida,
Na pressa da vida, a eterna busca insana,
Cada curva, um desafio, na estrada que emana,
Onde a mente batalha, na jornada sofrida.
Mas na sinfonia da vida, um regente persiste,
Talento e decência, em harmonia tão rara,
Na dualidade do ser, a escolha declara,
Na ética e na luta, o caráter insiste.
E ao final, na busca incessante do ser,
Nos versos da vida, a essência revela:
Na força do sonho, a alma anseia e apela,
Por um mundo que, em dualidades, devemos percorrer.
Está difícil viver;
Está fácil Morrer;
Esse é um dilema que se está longe de solucionar!
O trágico do existir;
In, Pôr do sol
No dilema do coração, dança indecisão, Minha esposa, fogo e paixão. Em sua mente, um jogo a jogar, Entre desejos ardentes, a se revelar.