Descoberta do Amor
Viver é uma descoberta constante, onde cada dia é uma oportunidade, de criarmos novos significados, para tudo que não compreendemos.
Para cada nova etapa: um novo passo!
Para cada novo desafio: uma nova descoberta!
E, ao vencer os desafios e cumprir cada etapa, a vitória será conquistada.
A cada momento uma nova descoberta.
Em busca de novos caminhos
Aonde posso evoluir
Numa chama de luz
Que voa feito uma fagulha
Esta chegando o meu novo EU!
Existe muita gente que condena as práticas carnavalescas, mas na sua vida pessoal, não descoberta pelo manto de uma suposta decência, esconde aberrações de diversas ordens, que deixariam ruborizados os mais agitados pierrôs.
Numa folha se esconde alguém
Não sei quantificar a descoberta
nem a variedade de toda a planta
mas, sei que encantos tem a terra
e nesta terrra a belezas se encerra!
Não sei dizer o que mais encanta,
se é a flor ou se é o verde da planta
que em folhas trazem mil formas
em tons e mistério que os contornas!
Se eu fosse fazer coleção de tudo
O mosaico colorido seria uma santa
em folha escondendo a libido...
porque foi assim no jardim do Éden
em que Eva revelou à todo o mundo
que nas folhas se esconde alguém!
Maria Lu T S Nishimura
A descoberta do novo é possível a partir de uma mudança no olhar para o que já existe dentro de nós.
DESCOBERTA
Na vida o aprendizado elementar é amar-se,
a casualidade ou propriamente Deus põe em nossa vida alguém singular,
encontro que permite uma identificação verdadeira e uma atração irresistível, impele, excita não como fração completar, mas no desejo de repartir o que de melhor cada um tem a ofertar.
Dessa união tão distinta e ao mesmo tempo similar surge o amor, experiência única e prazerosa.
A descoberta, de talvez um universo que nos habita, faz com que sentidos se aflorem ou por vezes se aquietem. Entendemos então o quão ensurdecedor pode ser o silêncio, quantos sons nossos corações podem emitir num mesmo segundo, num mesmo instante, e principalmente o que gritamos tão alto, mas que diante de uma vida inquieta e barulhenta, somos impedidos de ouvir.
O ser humano e sua preocupação em seguir a receita para a felicidade, ao cair em descoberta que não existe uma, tornar-se infeliz.
A tentativa em achar uma receita para tudo é uma imagem de nossa fragilidade, como é preciso seguir algo, ocupar-se e não viver. Achar tal receita torna infelicidade maior a longo prazo, é o comodismo do que achamos necessário, achar é tornar-se infeliz.
Assim como Camus diria que a vida não possui um sentido, pois assim podemos dar a ela o sentido que quisermos...
Então para quê o desejo de seguir algo?
E assim se morre... a cada pensamento engolido. A cada voo perdido. A cada descoberta, que deixa de ser, por medo do que é incerto. A cada palavra do outro não filtrada, abraçada, absorvida, encarnada. A cada novo dia que se finda sem sentido. A cada música, grito, palavra, engolida pelo silêncio, intolerância, ignorância, impersistência, falta de empatia, tempo e escutatória. A cada abraço arrebentado. A cada olhar não dado. A cada segundo ignorado. A cada beijo indelicado, curto, raso.
Hoje entendo que a morte se dá em vida, e é bem pior do que aquela tal morte que meus pais e a sociedade em geral adoram pintar... à qual entendo como mero desligamento, fim. Viver não é o oposto bom de morte. Não devo renunciar a morte, mas sim abraçá-la, compreendê-la, e transformá-la em algo novo. Até porque, caminhar pelo mundo atual sem esbarrar em uma dessas mortes que escrevi a cima, é caso para pessoas de outros planetas, não para nós... para nós é impossível, me permito dizer! Eu morro hoje, aos 25, na certeza que vou viver meus outros tantos anos. Espero que você também!
O Produto deve ser o resultado de um excelente e contínuo esforço de descoberta, exploração, validação e desenvolvimento baseado nas dores e necessidade de seus usuários
Que significado teve essa descoberta? Na verdade, não apenas naquele exato instante, mas pelas três décadas seguintes, ela representaria pouco mais do que um intervalo idílico em meio a uma longa e tediosa navegação oceânica.
Uma coisa óbvia, e cada vez mais desconhecida, é que de nenhuma descoberta científica, verdadeira ou falsa, se pode tirar alguma conclusão filosófica ou teológica válida.