Delírios
Sussurros, delírios
Noite quente, ardente
Meia luz,vinho tinto
Aventura despertar
Ser e fazer, amar
Levantando o coração
Onde está a razão.!!
o
que deu nos meus
desejos?
estão fora de
si!
as vezes devaneios,
as vezes
delírios...
solidão, lacunas,
lacunas,
apenas lugar vazio,
lacunas,
penso
eu,
espaço teu,
nunca ocupastes,
o encaixe...
o portal da alma,
os olhos,
decaí
e choram,
falta
brio,
falta cor,
falta
um amor....
POR QUÊ?
No decorrer de um dia
Gritos, delírios, e agonia...
Apenas um líquido escorria...
A da alma esvaindo.
Ao atravessar o tempo,
Entre o dia e a noite
Apenas uma palavra,
No papel escrito,
A sentença dada...
Sem direitos, nem deveres,
Apenas...
O fim... E o silêncio restou...
Encoberto de um manto
Silencioso partiu, sem nada deixar,
Restando apenas a incompreensão...
Neste momento surgindo apenas
Uma palavra... Por quê?
Porque te fostes sem nada deixar?
Porque te fostes sem a menos ouvir?
Apenas por quê?
(Marta Freitas)
Te espero mas não demore,sofro de sede de viver ... meu tempo se mede em delírios, sonhos e fantasias ...Quando chegar não peça licença entre sem bater desarrume meus cabelos e me faça sua ...
Talvez, afinal, eu devesse começar a acreditar em milagres. Em rezas, em sonhos, em delírios. — Caio Fernando Abreu.
Dissolvo teus instintos
em meu nu, em meu
despejar de delírios.
Morda-me como quem
possui, possua como
quem não tem pressa,
quando o tempo cessa
hei de querer-te mais...
De olhos fechados os
sentidos do mais e mais
sinta! São meus lábios
a caça dos teus
percorrendo-te todo
em atalhos e delongas,
em detalhes e curvas.
Passeio suavemente como
ave a flutuar e então me
atiro em frenesi como
faminto a te devorar...
“Estou cansado De vazios de me sentir sozinho, solitário e carente preso aos Meus delírios em meu mundinho próprio...”
Vejo te ao longe
devaneios e delírios
num surpreender contraditório
a certeza incerta
na profundeza da superficialidade
sem caracter, desprovida de valores
na presença ausente, assim encontro me
encurralada por muros ilusórios
destino ao vento
mas subtamente ávida
a maravilhar o nebuloso
tempo da despedida
espantada por tamanho
silêncio em meio a vozes caladas
ou murmurantes
louca, em meras palavras
alienação mental com
modificação profunda da personalidade
que personalidade???
entre ir e vir
extravagante nas abordagem
entregas sublimes, depois
silêncio,
uma atitude de taciturnidade
nem explicações...
mas não quero explicações
factos e actos
eram necessários
uma palavra
um sim ou um não
pois o talvez é mero acaso
apesar de estar em meio a multidão
encontro me em lugar ermo...
angústia, aflição
sentimentos a borbulhar
sou sol e tu és a lua
um encontro impossível
na possibilidade de querer...
pois atitude não depende de um lado
mas do todo, acção mútua...
Carolzita
Publicado no Recanto das Letras em 17/05/2007
Código do texto: T490072
"Quando me lembro de voce e tao maravilhoso porque em meus delirios nao existe idade vc e aguela mesma pessoa"
"Não sei por que você faz isso comigo, apenas por você eu cometo delírios, você mudou o meu destino, ainda me assusta o fato de que talvez você esteja em perigo, mas saiba que sempre poderá contar comigo, o seu fiel amigo"
Esse lindo poema é do meu "amigo" Nicolas Henry, saudades Henry. Te amo, da sua amada Julie...
Do alto da montanha eu via!
Eram transeuntes anônimos, vagando sem rumo, em constantes delírios.
Trôpegos, seguiam a sua jornada de fábulas - sedentos em busca do rio.
Aturdidos, faziam da abstração o exílio, sem disfarçar o fascínio que a subordinação nas suas vidas exercia.
Meus gosto são completos delírios, delírios que se mistura com os meus prazeres, amo por amor, sou descontrolado e impossível, não sou de relembrar, muito menos de sofrer, me entrego fácil, difícil de desistir, sou capaz do que fazer o que já mais posso fazer, como eu sou, simplesmente gosto de você, e não procure me entender
Caminhos estreitos
Por onde me perco
Loucos delírios
Que me causa o meu devaneio
Corpo sobre brasa
Boca ardente que me arrasa
Olhos surpresos
Trazendo me loucos desejos
Em pensamento te busco
Te procuro nos meus anseios
Te sinto próximo mesmo ausente
Me sinto sua calorosamente
Fogo que queima veloz
Ar que dispersa
Brisa que vai e
E pensamento que fica!
Os alienados e fundamentalistas vê o diabo em tudo e em todos, e em seus delírios, o capeta tem tanto poder quanto Deus... O único 'demônio manifesto' que age e cria caos na vida do homem é o próprio homem.
A grande maioria insiste em permanecer sonhando(delírios), em um estado interminavelmente adormecido, por não suportarem a realidade incerta e monótona de sua própria mediocridade.
DELÍRIOS
— Espírito (Deus)
— Alma (Senhor de si)
— Personalidade (filho imaturo).
Corpo: Universo(reino) dos prazeres, que podem escravizar ou podem levar a redenção da alma, pela razão e a intuição.
"A Alma para a sua redenção, deve ser senhor de si e de seu filho(Personalidade) para se tornar um com Espírito(Deus)."
Delírios 2
A alma ao se identificar com a personalidade se torna escrava dela, pois a personalidade em sua natureza é egoísta, possessiva e profundamente orgulhosa, mas isso só ocorre quando alma não tem a referência por excelência, que é o Espírito, sendo Mestre e Pai agindo no silêncio e no mistério da eternidade, ao nos convidar insistentemente a plenitude do uno.