Deficiente Surdo
Não adianta gritar àquela pessoa que se faz surda. Ela não quer, ou não compreende os segredos que seu coração anseia contar.
Sorria e não verão seu sangue escorrer. Suas lágrimas serão um ruído surdo no meio do vazio que é viver.
NÃO SE LIMITE apenas àquilo que sabes, pois o mundo está sempre mudando, e quem se finge de surdo e cego para com as novas idéias e valores, e não participa do que é novo, naturalmente vai se isolando, e cada vez mais se sentindo frustrado com os acontecimentos e o agir das pessoas a sua volta. Ou seja, morre sem perceber (Nelson Locatelli, escritor)
"Um coração endurecido se torna surdo e cego. Pois não consegue enxergar alem do superficial e nem ouvir a voz da razão"
“Se apaixonar é condenar-se.
Pois depois de se apaixonar, ficas cega, muda e surda.
Não consegues viver por si só e o pior....
Não importa quantas besteiras seu amor faça, o coração continuará amando com todas as forças, sim o coração não para de ser trouxa, entretanto temos que reconhecer, não a nada melhor do que está ao lado de quem a gente ama."
Ninguém entenderá, estou em terras pessoas surdas, mudas e cegas pela constante necessidade do autoengano - assim se vive com menos dor.
A Felicidade é invisível aos infelizes; é inaudível não aos surdos fisiológicos, mas aos surdos que não querem ouvir; não tem cheiro para os anósmicos que não querem sentir, é impalpável para os impalpáveis; é azeda para os que amargam a vida. Mas é sentida pelos que buscam à felicidade pura, no seu sentido mais infinito quando chegamos bem pertinho de Deus.
Aquele que não escuta conselhos não é teimoso, é surdo. Teimoso é aquele que não ouve a voz da sua própria consciência.
"Não saco de nada, estou por dentro de tudo. Algumas vezes cego, mudo e surdo. Tenho coragem e persuasão pra realizar meus sonhos minha imaginação."
Trecho da música: Diversidade.
TASCA MORTA
Escreve por descaramento
Onde afoga-se entre surdos
Roucos, porcos e sujos
Sem estatuto dum louco
Parvo de vício já sujo
Vazio de troncos podres
Mão do homem fracassado
Revoltado com o café da manhã
Pão seco sem cheiro que revela
Torna-se ópio da boca pobre
Abdica espontaneamente da alma
Chora tantas vezes em seco
Perdeu a conta às lágrimas
Que já derramou pela vida
Choro negro de tanto riso
Nos degraus de pedra dura
Altar para tapar a minha urna
Último abrigo num inferno
E afinal morto já ele estava.