Dedicatórias para Fitas de Crianças
Que nação é essa, Senhores Ministros, onde as crianças brincam na lama e desconhecem a paz? A guerra as cerca. Coitadas!
O período de férias das crianças, as festas de fim de ano, recessos, o verão, as praias e outros fatores fazem com que janeiro se transforme em um mês ocioso. Uma ideia que gradualmente foi ganhando o gosto. Hoje, muitos concordam que o ano só começa depois do Carnaval?!
O ano começa após o carnaval.
A vida começa aos quarenta.
A dieta começa semana que vem...
São tantos os chavões que alimentam o nosso autoengano. Agir gasta energia, afinal — e toda mudança exige foco e comprometimento.
É mais fácil, então, confortar-se na sombra de uma mentira: a delirante crença de que começaremos amanhã aquilo que poderíamos estar construindo e saboreando hoje.
O mundo está cheio de pessoas que prometem mudar, mas bastante vazio de atitudes concretas para que tais mudanças ocorram. Pare de prometer e entre em ação.
As crianças autistas são como as flores, florescem em qualquer lugar do mundo, colorindo a essência da nossa vida.
Não existe evangelho para crianças, para jovens, para adultos, para velhos, para impios, para descolados ou para intelectuais.
O que existe é evangelho!
Nunca modifique o evangelho para algum tipo de pessoa.
Se o evangelho não for capaz de transforma-las, nada mais pode!
Para manipular uma nação, comece condicionando as crianças nas escolas e chame isso de "ciência" e "história". Difícil depois será quebrá-la, pois a maioria negará e lutará para defender a própria prisão.
Crianças passaram a ser "criadas" por COISAS e não mais por PESSOAS e daí tudo vem acontecendo.
Barcos sem alguém experiente no timão chegam aos rochedos antes de chegarem na praia.
Crianças, na grande maioria, estão sempre com uma novidade e propósito de vida no AGORA e por isso são insuperáveis.
"Toda criança é feliz!
Crianças são grandes mestres da fé.
Ensinam que crer é ser feliz ainda na vÉspera."
"Crianças sabem o que adultos já esqueceram. Que não importa qual a cor do balão, é o que está dentro que o faz voar."
Confessar até crianças confessam, assumir sem se engajar não é amadurecer. Aceitar consequências e criar novas rotas para a confiança é o que diferencia meninos de homens.
A magia do Dia das Crianças
No Dia das Crianças, somos chamados a escavar o que o tempo enterrou em nós. Crescer é como um lento naufrágio, onde nos afogamos nas correntes da rotina e no peso das horas que se multiplicam sem cor. Perdemos, entre os dedos, o assombro que outrora dançava livre em nossos olhos. O mundo, antes vasto e inexplorado, agora é uma paisagem estática, onde já não vemos a magia que as crianças respiram.
Lembro-me do dia em que observei meu filho na cozinha, como um pequeno alquimista, sorrindo ao transformar ingredientes comuns em arte efêmera. Mexia a colher com a solenidade de quem conhece segredos ancestrais, e o açúcar, dissolvendo-se, era um rio de luz. As gotas de chocolate caíam como constelações em um céu de farinha. Para ele, aquele bolo era mais que um simples bolo. Era um sonho que se formava entre suas mãos.
Nós, que já não sentimos o encanto nos gestos diários, repetimos nossos passos sem poesia. Perdemos o ritual da criação. Fazemos, mas já não criamos. Esquecemos a dança do instante, trocamos nossos olhos de espanto por uma lente endurecida, que só busca o fim, que só quer o resultado. Quando foi que deixamos de encontrar o universo em um grão de areia? Quando foi que a música da vida se calou dentro de nós?
Que neste Dia das Crianças possamos redescobrir o caminho perdido. Que voltemos a andar descalços na terra do encantamento. Que nos permitamos tocar, outra vez, a beleza das pequenas coisas – o riso de um amigo, a sombra de uma árvore no fim da tarde, o brilho de um olhar que nos acolhe. As crianças conhecem a canção secreta da vida. Elas sabem que o tempo não é uma linha reta, mas uma dança circular. Sabem que a alegria não se alcança, mas pode ser encontrada nos detalhes mais sutis.
O mundo nos ensina a sermos frios, a contarmos o tempo em segundos. Mas as crianças nos lembram que a vida se conta nos sorrisos e nos gestos despretensiosos. A criança antevê a felicidade, não espera que ela chegue para ser feliz. Elas sabem ver o voo delicado de uma borboleta como um milagre, sabem que uma flor pode conter todos os segredos do universo. Elas nos ensinam que a verdadeira sabedoria está em desaprender. Desaprender o peso, reaprender a leveza. E assim, voltar a acreditar naquilo que só o coração pode ver.
Que neste Dia das Crianças, aprendamos, assim como elas, a amar a véspera, a alegria que já habita o instante antes da chegada. Que possamos, enfim, abrir nossos corações para a inocência e para a curiosidade que nos habita, adormecida. Porque são elas que nos mostram o caminho de volta ao que sempre soubemos: a vida é um mistério a ser vivido, não resolvido. E, ao olhar novamente através de seus olhos, talvez, só talvez, reencontremos o brilho que deixamos cair ao longo da estrada.
Quando só restam as lembranças...
Dos tempos que éramos crianças com nossos pais ainda jovens
Tudo era alegria apesar dos percalços da vida ,o nosso jardim era florido porque todos estavam presente nas nossas vidas
Mas quando vamos perdendo a nossa família,a vida vai perdendo a graça, até o dia de domingo fica sem graça,porque a mesa fica vazia e não temos mais a quem amamos para abraçar
Pois a velhice chega e logo depois vem a doença e a alegria de viver vai nos escapando
E a gente vai percebendo que também vamos passar por isso
E quando chega a hora da partida é que percebemos o tamanho do nosso amor,de mais uma flor que enfeitou e alegrou o jardim da nossa vida e foi embora para sempre.
E só nos restam as lembranças.
Ivânia D.Farias
MEU PARCO SER:
(Nicola Vital)
Ontem à tardinha...
Em meio àquelas crianças
Que gracejavam com bolas de espuma
Sem roupas, medos, e sem tino.
Sob a chuva oblíqua e fria.
Meu indolente ser...
Que outrora, assim fora feliz,
Fenece a cada instante na busca vã
Da criança que possui meus sonhos
E devaneios...
Qual meu bardo coração
No afã de concluir
Meu parco ser.
19.08.2015.
INFELIZ ANO NOVO:
Como não se indignar, ao ver crianças morrerem de desnutrição, pessoas dormirem ao relento sem uma única refeição diária, 789 milhões de analfabetose a morte batendo às nossas portas.
E saber que na contra mão, apenas oito "indivíduos" possuem mais dinheiro que o restante do planeta.
É esse o país e o mundo que queremos para as novas gerações?
Novo? Que novo?
Como novo?
Se tudo permanece como antes...
O capitalismo, é sim, modelo inconteste de metástase cancerígena.
Série minicontos
PÁTRIA MÃE GENTIL
À luz das lentes formais, mães e crianças sobre os lixões dos abutres, disputam com urubus sua sobrevivencia. À espreita daquela cena, os olhos da Rolleiflex fatura...
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