Decepção Moral

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A moral é boa, mas a ética é mais gostosa!

O importante é a escolha moral. O mal tem que existir junto com o bem, para que a escolha moral possa funcionar. A vida é sustentada pela oposição das entidades morais.

Sabedoria não é um volume de informações. É a qualidade moral de saber o que você não sabe e descobrir uma forma de lidar com sua ignorância, incerteza e limitação.

⁠Eu cresci caminhando diferente, não corra atrás de mim, gritando lição de moral, eu não sou muito de rir, mas irei rir de você. A minha vida é só minha, para cuidar dela, deixo apenas quem eu quero.

Nunca deixe o seu sentido moral impedi-lo de fazer o que está certo.

A ética comunista faz com que agir com malícia se torne o mais alto dever moral.

Moral para os que edificam: Depois de construída a casa é preciso retirar os andaimes.

As grandes descobertas da física quântica só acontecerão após a evolução moral dos povos.

'e então a moral da história vai estar sempre na glória de fazermos o que nos satisfaz'

⁠Nada pode tornar moral a destruição dos melhores. Não se pode ser punido por ser bom. Ou pagar por ter sido hábil.

Ayn Rand
A revolta de Atlas. São Paulo: Arqueiro, 2021.

Se um dia tiveres de optar pela ética e a moral, escolha a ética. Pois a moral, ao contrário da ética, nada mais é do que um conjunto de regras que faz de você um submisso da sociedade. A ética, por sua vez, faz de você uma pessoa audaz, que age e fala de acordo com seu interior, suas ideias, com aquilo que parece ser realmente certo e não com o que os demais dizem ser o correto.

O intelectual, a moral, o religioso me parecem naturalmente ligados em um todo harmonioso.


Eu me nego a acreditar que um político, mesmo o mais doce político, tenha senso moral.

Tento observar tudo com clareza.
Menos a beleza superficial, essa em minha
vida nunca teve moral....

Não adianta possuir um diploma de Bacharel em Direito, se suas ações contrariam a Ética e Moral.

A moral é a fraqueza do cérebro.

FORMAÇÃO E CONDUTA HUMANA
Nossa natureza nos capacita a raciocinar e agir de forma moral, ir ao encalço da virtude e desenvolver ao mais alto grau possível nosso caráter moral, combinando a reflexão e a repetição centralizada para nos nortear no caminho certo na busca da beleza, que parece ser a moradia da verdade universal, absoluta e imutável que, também, pode habitar na aparente imperfeição, quase sempre por necessidade, e na noção imprecisa do bem e da condição humana, com o objetivo final de viver uma existência expressiva com a excelência que nos distingue do resto da criação.

Para vivermos bem, precisamos observar as leis naturais e estarmos conscientes dos direitos naturais, com a compreensão dos conceitos do privilégio da concessão e deveres, da moralidade e suas relações, a justiça e o bem comum, a autoridade e o problema da injustiça legal.

Então, nos tornamos em adultos com anatomia e hormônios que definem nossa situação, mas, não determinam nossos papéis na sociedade.

Não podemos viver autenticamente, a menos que possamos buscar objetivos auto escolhidos observando o paradigma das leis e do direito natural e a restrição razoável à liberdade dos indivíduos evitando que prejudiquemos uns aos outros.

Com a habilidade de lidar com ideias divergentes é discuti-las abertamente, deixamos a verdade vencer através de argumentos e suas limitações, não pela força, usando o poder da razão e apreciando de um ponto de vista puramente lógico, com base no modo como as coisas parecem opostas ao feitio como pensamos que sejam, considerando, para dar sentido às nossas decisões, que exista uma situação de causa e efeito, pois, tudo o que realmente vemos é uma coisa após outra.

Sem a pretensão de sermos iguais, devemos perseguir a virtude e a bondade para criarmos espaço para a harmonia íntima e social em nossas diferenças, e sermos mais um instrumento dentro da diversidade de pessoas e perspectivas promovendo uma sociedade equilibrada, considerando a relevância de interiorizar a paridade entre o que temos e o que não controlamos centralizando nosso esforço e faculdades no que possuímos ao mesmo tempo em que lidamos com equidade e justiça com as coisas que não regemos.

O externalismo da representação e a diferença entre a necessidade e prioridade como a liberdade, ansiedade e autenticidade, são parte do pensamento do homem consciente da ausência de racionalidade e da possibilidade de eventualidades em sua vida causando a necessidade imediata de significar sua existência.

Como seres pensantes, devemos considerar as questões que desafiam pressupostos básicos sobre nós mesmos, preocupando-nos no sentido de como agir a respeito e sendo cautelosos em nossas ações ao confrontarmos as diferentes provocações no curso de nossa vida, sempre avaliando o equilíbrio entre nossos interesses e a harmonia que buscamos para viver bem.

"A separação dos pais, para a criança, é um absurdo. Não é um drama moral, é uma tragédia cósmica. Não é conflito de duas pessoas, é conflito dos elementos constitutivos do universo. O mundo enlouqueceu se os pais se separam. Na mente infantil, a repercussão afetiva e intelectual significa um abalo de todas as fundamentais experiências até então colhidas. É como se a água deixasse de molhar, o sol deixasse de brilhar, a pedra deixasse de ser dura."

De perto só sirvo para ser teu apoio moral ou para preencher teu ego, nada mais.

Não é orgulho, só cansei de dar moral pra homem que não sabe o que quer.