De Repente me Deu Vontade de um Abraço

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Qualquer um pode perceber o meu querer,
Basta me ver abraçá-lo para sentir a
minha vontade de ali permanecer.

Inserida por NandaCarvalhoVeiga

⁠Existem abraços que a gente tem vontade de morar dentro deles pelo bem estar que nos proporciona. O abraço carrega uma carga de ternura tão grande e possibilita uma troca de energia tão limpa, poderosa e curativa que é capaz de diminuir nossa dor, angústia e medo sem transmiti-la a quem nos abraçou como se fosse um toque de Deus.

Inserida por ednafrigato

⁠Doe amor
Pegue na mão, por favor
Olhe nos olhos com ternura
E abrace com vontade

Amanhã será outro dia
Volte a dar alegria
E não se surpreenda
Se tiver tirado alguém da agonia

Inserida por girle_nunes

Meu amor, hoje eu acordei com uma vontade louca de te abraçar, de de aninhar em meus lençóis, de estar contigo...
Meu amor, esse sentimento está transbordando, meu coração está te esperando, aflito e com saudades.⁠

Inserida por camilaglprado

⁠Não ignores a necessidade de abraçar,
não fique só na vontade, então abraça
a mulher que amas, a arte que te faz feliz
as pessoas que tem amam,
uma causa ou talvez uma ideia inovadora
os teus sonhos, apesar das dificuldades
de certas circunstâncias
para que assim alcances a vida
que sempre almejaste desde a infância,
mas sem esquecer de abraçar
tudo que graças a Deus conquistaste,
pois cada benção é relevante
e abraça também a tua integridade,
tais abraços devem ser constantes,
um abraço que se é dado
corresponde a um abraço que será recebido,
então, abraça pra ser abraçado
que serás abrigado e prestarás abrigo.

Inserida por jefferson_freitas_1

TEMPO

"Porque quando estou ao teu lado, invade-me uma vontade enorme de transformar os dias em décadas.
Mas como não tenho nem ao menos o domínio dos meus pensamentos - que tolice essa de controlar o tempo - fico transformando as décadas em dias, juntando o que se foi com o que é...
Fazendo com que todas as emoções e sentimentos de uma década completa fiquem presas em uma centelha de momento e nos fazendo, por um instante, unidos por uma vida inteira.
E assim vou mantendo os meus segredos, com o dedo em riste diante dos lábios, rezando baixo para que eles não me preguem uma peça e deixem escapar palavra alguma contra minha vontade.
E quem não os tenha que se atire da primeira pedra . Ora, quão fácil é se atrapalhar com segredos e rochas.
De repente, tal como um riso franco, um segredo bobo daqueles tantos que guardo com um cuidado descomunal, escapa-me maroto, e com as mãos ao alto tento alcançá-lo para de novo mantê-lo guardado.
Descubro que esses segredos são ágeis, e levados por Hermes já chegaram ao seu ouvido... Tarde demais.
Assim, percebo a fragilidade que temos quando falamos de tempo. Tracejamos tênue linha sobre o sofrimento e, de quando em quando, falseamos os passos e acabamos por sofrer. É assim, não tem jeito. Então se for para sofrer que soframos logo.
As chaves que achamos que tínhamos presas em riste nas mãos agora jazem ao chão, mirando com certo deboche desta nossa
debilidade.
E como não sofrer, quando chegada a hora? O que fazer com essa aflição? Pois o instinto me leva a correr para a saída.
Jogar-me no vazio inevitável ao qual todos somos submetidos... Somos vigiados, espreitados a todo o momento, como tão logo se perceba, estejamos sendo devorados por um monstro que nos ladeia silencioso.
Vou dando conta de que o vazio é sempre uma incógnita. E por ser um vazio, não sabemos do seu tamanho, nem do seu tempo.
E com o passar do tempo, juntamos as chaves, os cacos, os espólios... Pois quanto mais nos aprofundamos em algo, mais inevitável é esse sofrer. Quão tolo querer dominar o tempo, tolice maior é não se aproveitar dele.
E partindo nessa mesma aflição, dessa mesma inquietação e de tantos outros preceitos, descubro que já não quero mais alcançar chave alguma. Recupero a razão, deixo-me ser abraçado com carinho. Farto-me até ser preenchido, aprofundando-me em teu aconchego, roubando o meu sossego, mudando as horas do meu tempo.
Revolvendo as gavetas, vejo no fundo o brilho levemente opaco e já empoeirado; eis ali a chave, bem ao lado daquele já tão conhecido silêncio. E com um medo desmedido, fecho-a rapidamente antes que algum outro segredo ladino fuja.
E se sofrer, então, é inevitável; deixa-me com os breves momentos de alegria e de amor, desses que preenchem uma vida inteira em singelos segundos...
Frágeis segundos, frágeis vidas, ledo engano do domínio.
Então aceita desta feita e permita-me jogar as chaves fora e viver, mais uma década que seja, todo inteiro ao teu lado.
Quem quer encontrar as chaves, que pule da primeira pedra.
Já o tempo, tão abstrato... tão frágil, tão efêmero, tão tempo, tão tão...
Que é melhor deixar que se defina sozinho"

Inserida por rafakoz