Cultura
Cultura táctica
Luz que me iluminas
Texto que devoro,iluminado,e que dá nas vistas
Antecipadamente me alimento de um texto para o qual me envolvo neste contexto
Sinto o calor da história
Disfruto do meu vício
Junto a noite para com calma,no envolver na solidão,e com o silêncio entender o fluir da mensagem que absorvo
Deixei um dia para trás
Informações que vou guardar para a minha actualização
Justiceiro de mim próprio
Sempre iluminado por uma grande mulher......(Adonis silva)11-2018)®
As nossas raízes, cultura, memória e história são fatores fundamentais de preservação, para que não se cometa os mesmos erros do passado.
A cultura milenar dos Maias preservada, ainda nos dias de hoje nos proporcionam beleza sem comparação de plena sabedoria ancestral, sua serpente projetada nas pedras corretamente projetada no equinócio nos reflete a uma das maravilhas da terra.
As politicas de cultura podem ser por assim dizer, publicas e privadas. Enquanto publicas parecem se dividir em duas vertentes. Uma por meio das ideologias e vocações estatais e a outra a partir das especificidades de inexistências e carências de um serviços para um determinado grupo ou setor que não tenha sido contemplado pelos objetivos da administração pública.
O universo e atmosfera das políticas culturais modernas têm como primeiro marco inicial as conferências da Unesco na década de 1970, onde foram se conceituando doutrinariamente, a distinção entre dois tipos de políticas da cultura, que são:
As políticas de democratização da cultura. Uma forma de democratizar, socializar, ampliar o acesso popular a hermética tradicional e clássica cultura das elites que geralmente transita por iniciados. E a segunda, as políticas de democracia cultural, que seria repaginar mesmo que teoricamente de forma social e antropológica toda uma estrutura cultural formal tradicional a partir do universo identitário de cada região através das festas, datas, comemorações, signos, símbolos tao presentes nas tradições ancestrais familiares dinamizados e resistentes pelos nichos de culturas populares.
No Brasil, por falta de politicas publicas de cultura e educação a maioria da população sente se miserável. Afinal tudo que é publico, tem dono sim. Pertence a todos nós, louco e ignorante é quem pensa que é Deles.
Acredito mesmo que a arte e a cultura sejam o único caminho e plataformas educacionais corretas de transformação em uma sociedade contemporânea feia, egoísta, doente, injusta e violenta. Acredito mesmo que seja ela a única corrente institucional brasileira que tenha se preservado das contaminações politiqueiras usurpadoras do poder e que por isto possa de forma cultural se esparramar em todos os locais escuros, vazios e esquecidos, bem perto mas escondidos e longínquos por alguns torpes interesses onde as políticas públicas ineficazes governamentais da entravada maquina publica, até hoje não chegaram.
A arte é o espelho das crenças, dos pensamentos, dos saberes e costumes tradicionais de uma cultura e a cultura é a forma de registro para facultar doravante a possibilidade na continuidade de fazer.
Em uma cultura negligenciada todas as boas e más experiencias, os pensamentos e os conhecimentos se perdem e o ser humano tem que iniciar do zero, toda vez que tenta de novo, em fazer.
Seja diferente
Com o sopro veio a felicidade
Arte é cultura,nas ruas desigualdade
Muito bom é ter liberdade
Acredite,você também tem capacidade
De pensa de canta fazer acontecer
Recomeçe encante meu lazer é viver
Ajude em troca ganhe um abraço
Recarregue as energias olhando pro alto
Deixe a preguiça no armário
Seja diferente pegue o caminho contrário.
Tenho muito medo na arte e na cultura desta contemporaneidade selvagem, imbecil e destrutiva. Não basta não conhecer e não dar valor, para eles amotinados bipolarizados, tem o indolente sujo desejo de sucumbir sem ter nada para substituir.
Temos que valorizar nossos profissionais,nossa cultura. A final: De fora é hoje e amanhã pode não ser mais.
Arte não depende de Estado. Cultura nasce do povo, da sociedade. Arte nasce da cultura. Artistas que sugam o Estado e Estado que tutela artista fazem comércio, não cultura.
A Cultura amedronta os poucos que comandam, surpreende os muitos que servem e assusta todos os que armam intrigas.
É a CULTURA, que conduz o caminho das Nações... Uma boa cultura tira da boca mentirosa da mídia, o poder de conduzir pessoas.
