Cultura

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O sistema que molda a cultura faz com que, tenha dinheiro e respeito sem praticar virtudes.

"A cultura — filosofia, literatura, ciência, artes e conhecimento — é a melhor forma de desenvolvimento das habilidades intelectuais, pessoais, artísticas, éticas e morais. É o desenvolver da sua humanidade, a melhor forma de conexão e pertencimento entre seres humanos, fonte de prazer e contemplação. A cultura não pertence à elite ou aos intelectuais, mas pertence a toda a humanidade. A cultura tem um fim em si mesma; não pode ser só um meio para as pessoas se capacitarem para o mercado de trabalho. Cultura é para desenvolver nossa humanidade e formar a alma e o espírito, o coração e a razão."

Viva a poesia!

Poesia; cultura escrita, arte vibrante na mente dos leitores e autores que carregam um potencial incrível de interpretação, interação e imaginação.
Poesia; vai de uma fantasia remota ou uma leitura sem compreensão á um mundo fantástico de ilusões, transformações e aplausos.
Poesia; seus versos podem nascer de um sonho, de um desejo, de viagens, recordações, saudades, homenagens, podem ser fruto de um amor antigo ou atual, brota de corações apaixonados, da vida á músicas de qualidade, vai do lúdico e surreal á experiências vivenciadas e fatos reais.
Poesia; trás esperanças e palavras fortes de auto ajuda, tem o poder de alegrar e mudar a vida das pessoas, em suas linhas existe o encantamento, o conhecimento, as histórias e as verdades; na poesia, a natureza, o sol, os animais, o ser humano, a lua e as estrelas tem seu lugar de destaque.
Poesia; veio para abrir nossos olhos á inúmeras realidades, ela nasce a cada dia nos quatro cantos do mundo e vem acompanhada de muita luz, do saber e de muito amor!

Raízes da Terra e do Mar.

Na dança dos tambores ecoa a herança ancestral
Cultura afro-indígena, raízes da nossa nação
Na pele, nas cores, a força de um povo imortal
Histórias entrelaçadas, em cada gesto e canção

Dos orixás aos pajés, o sagrado se revela
Em cada canto, em cada reza, a conexão divina
Na arte, na culinária, a sabedoria que se revela
Tradições que resistem, memórias que iluminam

Nas festas populares, a festa da resistência
Celebração da vida, da luta e da fé
Nos terreiros e aldeias, a força da existência
Entre rezas e cantos, a esperança se refaz

Cultura viva pulsando, no coração do Brasil
Afro-indígena é presente, é passado e é futuro
Nas danças, nos rituais, um povo em busca de paz
Lembrando sempre de onde veio e para onde aponta o rumo.

japão


Ontem fui no Japão
Uma bela cultura e recepção
Mas tudo que eu via parecia uma ilusão.


Acho que o sushi estava estragado
o shoyu passou da validade
o yakisoba queimou
e o wasabi estava sem intensidade.
Apesar disso ,todos os pratos estavam tão bonitos...

Mas todo prato bem decorado tem um pouquinho de veneno.
E aqueles que puxam os olhos tem um amigo pequeno, assim como as suas pernas, curtas.
Sabe por quê?
Porque o Japão é uma mentira, e tudo que parece lindo se desfaz com o tempo, para que possamos ver sua verdadeira face.


Fui no Japão uma vez...E fui maltratada
Fui no Japão outra vez...E fui ignorada
Na terceira vez...Eu já não aguentava mais
Não entendia porquê eu amava tanto o Japão.


Agora fico pensando...como eu queria voltar ao Japão
Mas já estou cansada de tudo isso
Não quero ir de novo para um lugar onde não me querem.
Não quero sofrer mais
Vou embora do Japão
e não volto nunca mais.

Letrados sem leituras fazem parte da loucura de leituras sem lisura, na cultura de "iletrados" com postura.

Produzir cultura é plantar sementes de riqueza na mente de uma nação.

A arte e a cultura não estão condicionadas à classe social, etnia ou credo; sujeita-se às manifestações de um povo que preserva seus costumes e respeita sua gente.

Cultura que doutrina não informa; sacaneia.

Eu vi a cultura acorrentada e a democracia saindo do teatro calada depois que a arrogância subiu no palco fantasiada

O trabalho, legado da tradição judaico-cristã na cultura brasileira, floresce como vocação que honra a Deus, sustenta a dignidade humana e merece todo respeito. ✡️✝️🇧🇷

"O funk domina as ruas da periferia. Suas letras confrontam uma cultura ou anunciam um novo modelo social?"

A cultura de um lider não é deixar conforto é deixar um legado.

O futuro de um povo, depende também em grande forma, da cultura e qualidade das músicas que existem e se produzem sobre eles.


Os gregos perceberam desde o princípio e o Governo sabe usar disso muito bem (pão e circo).


Um mal governo, valerá de usar esse saber contra o povo, em favor de sí mesmos. E então, aí saberás diferenciar dignamente a qualidade de quem te governa!


Seja sábio, eduque sua família e sua mente com qualidade cultural e, principalmente, boas músicas.
Os efeitos e repercussões valerão por gerações infinitas, sem precedentes.

⁠cultura não é apenas o que se aprende.
Cultura é o que se sente, o que se repete… o que se herda sem perceber.
Cultura também se mastiga.
Se observa.
Se respeita.
E, aos poucos…
se incorpora.

“A criança pode carregar o não dito da família, da escola e da cultura antes mesmo de conseguir dizer o próprio nome da dor.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.

⁠A cultura do ruído estrutural estendeu o tapete para os políticos-influencers desfilarem a economia da atenção.


Essa cultura não nasceu do acaso; foi cuidadosamente cultivada como terreno fértil para que os políticos-influencers florescessem.


Quando tudo é urgente, nada é profundo.


Quando todos falam ao mesmo tempo, quase ninguém escuta.


Nesse cenário, a lógica da economia da atenção deixa de ser um efeito colateral do mundo digital e passa a ser o próprio palco da política.


O ruído constante — feito de cortes rápidos, frases de efeito e indignações calculadas — substitui qualquer debate pela performance.


A coerência perde espaço para o engajamento; a verdade, para o alcance.


O que importa não é a densidade da proposta, mas a capacidade de viralizar.


O mandato vira vitrine.


A responsabilidade pública se converte em estratégia de marca pessoal.


E assim, a política deixa de ser exercício de construção coletiva para se tornar espetáculo de permanência no feed.


Não se governa para transformar, mas para manter relevância.


Não se dialoga para esclarecer, mas para capturar cliques.


A cada polêmica cuidadosamente plantada, a cada escândalo amplificado, reforça-se a dependência do público ao próximo estímulo — como se a democracia precisasse de entretenimento para sobreviver.


O mais inquietante é que o ruído não apenas distrai: ele molda.


Condiciona percepções, simplifica problemas complexos e nos habitua à superficialidade.


A pressa vira método.


A indignação vira produto.


E a cidadania corre o risco de ser reduzida à plateia.


Talvez o verdadeiro ato de resistência, nesse ambiente, seja reaprender o silêncio crítico — aquele que nos permite escutar além do grito, pensar além do meme e exigir mais do que presença digital.


Porque enquanto o ruído for regra, os desfiles continuarão.


E a democracia, se não for cuidada, corre o risco de se tornar apenas mais um conteúdo patrocinado pela nossa própria distração.

⁠⁠⁠A Cultura do
Ruído Estrutural retroalimenta a única Economia
que desperta
a preocupação
dos Políticos-influencers: a Economia da Atenção.


Ela não é apenas um efeito colateral do nosso tempo — ela é método.


É estratégia.


É um cenário cuidadosamente mantido para nada ser profundamente ouvido, apenas rapidamente consumido.


No meio de tantas vozes, opiniões, escândalos instantâneos e indignações programadas, o silêncio se torna subversivo.


O ruído constante embaralha prioridades.


Tudo parece tão urgente quanto grave.


Tudo parece definitivo — até que o próximo assunto surja e apague o anterior.


Nesse ambiente saturado, a verdade não precisa ser negada; basta ser abafada.


É nesse palco que prospera a única economia capaz de mobilizar certos Políticos-influencers: a Economia da Atenção.


Não importa tanto resolver problemas quanto performar preocupação.


Nem importa tanto governar quanto engajar.


O termômetro deixa de ser o impacto real e passa a ser o alcance.


A métrica substitui a ética.


A Cultura do Ruído Estrutural retroalimenta esse ciclo porque transforma cidadãos em plateia, problemas e soluções em conteúdos.


A cada nova polêmica, a cada novo corte editado estrategicamente, a atenção é capturada — e, uma vez capturada, monetizada politicamente.


A superficialidade não é acidente; é produto.


Enquanto discutimos manchetes, raramente discutimos estruturas.


Enquanto reagimos a frases, esquecemos de questionar sistemas.


O ruído nos cansa, e o cansaço nos torna menos exigentes.


E quando a exaustão vira regra, qualquer gesto performático parece ação concreta.


Talvez a maior resistência, hoje, seja reaprender a escutar com profundidade.


Reduzir o consumo compulsivo de indignação.


Escolher menos reações automáticas e mais reflexão deliberada.


Porque onde há silêncio suficiente para pensar, há menos espaço para manipulação.


No fim, a Cultura do Ruído só prospera enquanto nossa atenção for distraída.


Quando a atenção volta a ser consciente, ela deixa de ser moeda de troca barata — e volta a ser instrumento de transformação.

Alfabetizados, porém sem cultura alguma de inteligência.

Sem o norte e o nordeste, o resto do país não teria graça, nem risos, nem cultura.