Cultura

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O que é suprimido na cultura pós-moderna não é a escuridão, mas a luz. Nos sentimos muito mais confortáveis com demônios do que com anjos. Enquanto o demoníaco parece legal e sexy, o angelical é considerado constrangedor e sentimental.

Mark Fisher
Fantasmas da minha vida. São Paulo: Autonomia Literária, 2022.

Valorizar a própria cultura e língua materna é o que nos conecta às nossas raízes e à nossa identidade. Ignorar isso pode levar a uma perda de identidade e conexão com a comunidade. Abraçar a cultura e língua local é uma forma de fortalecer quem somos.

O que fazemos repetidamente é a cultura do que somos ou gostaríamos de ser.

O acompanhamento da neurodiversidade infantil no Brasil é uma responsabilidade pedagógica, cultural e de saúde do Governo Federal. Muito mais que um direito constitucional garantido pela lei maior, é um dever moral do poder publico democrático, desenvolvendo ferramentas de vigilâncias, conceituações, plataformas e processos inclusivos destes especiais na sociedade contemporânea.

Nossa, que coincidência incrível o único "deus verdadeiro" ser justamente o da cultura onde você nasceu. Parabéns por ter ganhado na loteria espiritual da geografia!

⁠Toda nação que não investe em conhecimento, em cultura e artes; terá a violência, a alienação e a degradação moral como base da sociedade.

Nenhum sistema de gestão de riscos é capaz de sustentar a prevenção de acidentes em uma cultura onde o medo silencia o relato de condições de risco.

A cultura parece estranho do mundo, mas algumas pessoas não percebem isso; e a tradição parece progresso do ambiente; mas todos conseguem perceber isso.

A cultura parece uma surpresa do mundo, algumas pessoas não percebem isso; e a tradição parece uma esperança do ambiente, mas todos percebem isso.

A arte e a cultura não estão condicionadas à classe social, etnia ou credo; sujeita-se às manifestações de um povo que preserva seus costumes e respeita sua gente.

⁠"O racismo não é cultura, trata-se de um crime inaceitável, qual foi cultivado por séculos, sendo praticado de forma intensa até a atualidade".

O fascismo é agente do colonialismo, odiar a cultura faz parte da cartilha de etnocídio, para facilitar o apagamento de uma Nação, para dominar e no futuro não apenas substituir a cultura, mas também a população.

O brasileiro não pode ter orgulho da arte, da cultura, das belezas do país, não pode comemorar vitórias em nenhum campo para no futuro ficarem vulneráveis para passar o Brasil para o nome de qualquer um, ninguém precisa me falar nada, que eu já entendi tudo!

A cultura de um lider não é deixar conforto é deixar um legado.

Enquanto o povo for adorador de cultura alheia e se curvar a gringo viveremos esse absurdo.


O tempo chegou ao fim. Ficar em cima do muro invisível não é garantia de sobrevivência.


Abusadores de crianças dos EUA já declararam que tá tudo bem ser assim e as pessoas precisam se acostumar. E aí?


No Brasil profissional da justiça de alta autoridade passando pano pra homem de "consciência formada" se relacionando com menina de 12 anos. Quem manda na sociedade é o povo, não uns poucos bilionários e seus mercenários.


Os tempos mudaram e eles perceberam a séculos e fazem de tudo para continuar se beneficiando do mais valia. O povo precisa se unir contra o absurdo.


Quem se corrompe pela moeda imaginaria não terá uma segunda chance com facilidade. Aqui é a intersecção com o infinito e a possibilidade de uma vida curta com a consciência em paz e personalidade original.


Um egoísta pode precisar de seu algoz para escrever no código da vida. Como o egoísta cultiva o afeto essencial do amanhã?


Quem está precisa fazer onboarding para quem vai vir, não destruir e consumir tudo como se não houvesse um depois.


A consciência deu livre arbítrio para que o homem criasse as próprias leis, que são avaliados. Quem desrespeita a lei do homem se beneficia injustamente do livre arbítrio e natureza original do outro.


Que após a violência se torna corrompido para encarar a sobrevivência que a vida exige. Cadê os profissionais de capa de revista que só se preocupam com status imaginário e não ligam para o mínimo processo para que haja gestão?


A borboleta voa longe e a terceira lei de newton nunca falha. Negligência é equivalente a ódio, e ódio é a natureza do egoísmo. Sentimento que precisa ser superado, não motivado em nome do lucro de uma minoria de egoístas. Casa e comida para todos é uma realidade possível.


Mas eles não podem gastar o dinheiro imaginário para que o próprio povo se una e faça isso.

⁠A cultura do ruído estrutural estendeu o tapete para os políticos-influencers desfilarem a economia da atenção.


Essa cultura não nasceu do acaso; foi cuidadosamente cultivada como terreno fértil para que os políticos-influencers florescessem.


Quando tudo é urgente, nada é profundo.


Quando todos falam ao mesmo tempo, quase ninguém escuta.


Nesse cenário, a lógica da economia da atenção deixa de ser um efeito colateral do mundo digital e passa a ser o próprio palco da política.


O ruído constante — feito de cortes rápidos, frases de efeito e indignações calculadas — substitui qualquer debate pela performance.


A coerência perde espaço para o engajamento; a verdade, para o alcance.


O que importa não é a densidade da proposta, mas a capacidade de viralizar.


O mandato vira vitrine.


A responsabilidade pública se converte em estratégia de marca pessoal.


E assim, a política deixa de ser exercício de construção coletiva para se tornar espetáculo de permanência no feed.


Não se governa para transformar, mas para manter relevância.


Não se dialoga para esclarecer, mas para capturar cliques.


A cada polêmica cuidadosamente plantada, a cada escândalo amplificado, reforça-se a dependência do público ao próximo estímulo — como se a democracia precisasse de entretenimento para sobreviver.


O mais inquietante é que o ruído não apenas distrai: ele molda.


Condiciona percepções, simplifica problemas complexos e nos habitua à superficialidade.


A pressa vira método.


A indignação vira produto.


E a cidadania corre o risco de ser reduzida à plateia.


Talvez o verdadeiro ato de resistência, nesse ambiente, seja reaprender o silêncio crítico — aquele que nos permite escutar além do grito, pensar além do meme e exigir mais do que presença digital.


Porque enquanto o ruído for regra, os desfiles continuarão.


E a democracia, se não for cuidada, corre o risco de se tornar apenas mais um conteúdo patrocinado pela nossa própria distração.

⁠⁠⁠A Cultura do
Ruído Estrutural retroalimenta a única Economia
que desperta
a preocupação
dos Políticos-influencers: a Economia da Atenção.


Ela não é apenas um efeito colateral do nosso tempo — ela é método.


É estratégia.


É um cenário cuidadosamente mantido para nada ser profundamente ouvido, apenas rapidamente consumido.


No meio de tantas vozes, opiniões, escândalos instantâneos e indignações programadas, o silêncio se torna subversivo.


O ruído constante embaralha prioridades.


Tudo parece tão urgente quanto grave.


Tudo parece definitivo — até que o próximo assunto surja e apague o anterior.


Nesse ambiente saturado, a verdade não precisa ser negada; basta ser abafada.


É nesse palco que prospera a única economia capaz de mobilizar certos Políticos-influencers: a Economia da Atenção.


Não importa tanto resolver problemas quanto performar preocupação.


Nem importa tanto governar quanto engajar.


O termômetro deixa de ser o impacto real e passa a ser o alcance.


A métrica substitui a ética.


A Cultura do Ruído Estrutural retroalimenta esse ciclo porque transforma cidadãos em plateia, problemas e soluções em conteúdos.


A cada nova polêmica, a cada novo corte editado estrategicamente, a atenção é capturada — e, uma vez capturada, monetizada politicamente.


A superficialidade não é acidente; é produto.


Enquanto discutimos manchetes, raramente discutimos estruturas.


Enquanto reagimos a frases, esquecemos de questionar sistemas.


O ruído nos cansa, e o cansaço nos torna menos exigentes.


E quando a exaustão vira regra, qualquer gesto performático parece ação concreta.


Talvez a maior resistência, hoje, seja reaprender a escutar com profundidade.


Reduzir o consumo compulsivo de indignação.


Escolher menos reações automáticas e mais reflexão deliberada.


Porque onde há silêncio suficiente para pensar, há menos espaço para manipulação.


No fim, a Cultura do Ruído só prospera enquanto nossa atenção for distraída.


Quando a atenção volta a ser consciente, ela deixa de ser moeda de troca barata — e volta a ser instrumento de transformação.

Ler é absorver a Cultura.
Ler é Essencial.
Ler é exercitar a Mente
para os Novos
Conhecimentos.

Morar em outro país é se deparar com uma cultura diferente, língua diferente, culinária diferente, costumes diferentes, e por mais diferentes que aparentemente possamos ser, NOS SOMOS TODOS DE FATO, IGUAIS. O olhar amigável, o sorriso de uma criança, a moça do mercado te dar 'bom dia' em português, isso tudo é familiar e hoje me faz sentir em casa.

Inserida por lannaokuma

Cada individuo llama “cultura” la suma de las cosas que mira con aburrición respetuosa.

Inserida por victorterrademenezes