Cristianismo
O cristianismo afirma que Jesus quitou a dívida do pecado; curiosamente, a igreja ainda cobra mensalidade.
O cristianismo é, na prática, politeísta: tem o Pai, o Filho e o Espírito Santo; tem o Diabo, os anjos, os santos; e ainda eleva ao sagrado o Papa, os cardeais, bispos, padres e pastores.
O que destrói o cristianismo é o fato de o personagem "deus" praticar tudo aquilo que hoje reconhecemos como psicopatia; por isso, o deus cristão não merece existir nem ser adorado, merece apenas ser esquecido eternamente.
Se o cristianismo é verdade e devemos amar os inimigos, então julgar e ameaçar os ateus é o mesmo que abraçar o capeta!
Se amar o próximo define o verdadeiro cristianismo, as igrejas atuais não passam do maior esquema de recrutamento para o inferno já inventado! Mas fiquem tranquilos: padres e pastores terão o privilégio da primeira fila, já que passaram a vida enriquecendo através da miséria alheia e vomitando ódio ao próximo!
O cristianismo não salvou ninguém da morte. Só inventou uma história infantil para você não reclamar enquanto morre.
O cristianismo afirma que o sofrimento tem propósito, mas o propósito real sempre foi o controle dos mais fracos.
O cristianismo não faz sentido para quem busca justiça própria.
É ser roubado… e, ainda assim, oferecer ao ladrão o que ele nunca poderia roubar.
Se eu pudesse lhe dar um conselho realmente importante sobre o cristianismo, seria este: não transforme sua conversão em uma mudança de ambiente; transforme-a em uma mudança de coração.
Porque muitas pessoas entram na igreja, mas não permitem que Cristo entre nelas. Mudam a roupa, mudam as palavras, mudam os lugares que frequentam, mas continuam carregando a mesma pessoa por dentro.
E existe uma diferença enorme entre converter-se a Cristo e converter-se à religiosidade.
Porque quem era fofoqueiro e apenas se converteu à religiosidade torna-se um religioso fofoqueiro.
Quem era mentiroso torna-se um religioso mentiroso.
Quem era ansioso torna-se um religioso ansioso.
Quem era orgulhoso torna-se um religioso orgulhoso.
Quem era impaciente torna-se um religioso impaciente.
Quem vivia preso em traumas, ressentimentos e desejos de vingança apenas aprende a esconder tudo isso atrás de palavras espirituais.
Mas Cristo não veio para ensinar pessoas a esconderem feridas; Ele veio para curá-las.
E aqui está algo que muitos precisam ouvir: sua maior prova de cristianismo não acontece na igreja. Ela acontece dentro de você.
A maneira como você trata seu cônjuge fala sobre seu cristianismo.
A maneira como você responde seus filhos fala sobre seu cristianismo.
A maneira como você honra seu pai e sua mãe fala sobre seu cristianismo.
Porque é muito fácil levantar as mãos diante de Deus por alguns minutos. Difícil é abaixar o orgulho para pedir perdão. Difícil é responder com amor quando a vontade é responder com dureza. Difícil é permanecer paciente quando tudo dentro de você quer explodir.
O evangelho nunca foi sobre parecer santo. Sempre foi sobre ser transformado.
Não viva um cristianismo de domingo. Viva um cristianismo integral. Leve Cristo para a mesa da sua casa, para suas conversas, para seus relacionamentos, para os passeios com amigos, para seus pensamentos e para suas decisões.
E fica aqui um convite sincero: entregue-se de verdade.
Entregue a ansiedade.
Entregue o orgulho.
Entregue as dores.
Entregue os traumas.
Entregue a necessidade de vencer discussões.
Entregue aquilo que ninguém vê.
Porque quando Cristo governa uma vida, a verdade entra. E a verdade rompe cadeias emocionais, cura relacionamentos, restaura propósitos e devolve sentido à missão da vida.
E existe uma gratidão profunda em ser alguém usado por Deus para carregar essa verdade. Porque a verdade de Cristo atravessa qualquer cenário: emocional, psicológico, familiar ou espiritual.
No fim, talvez a pergunta mais importante não seja: “Quantos anos eu tive de igreja?”
Talvez seja:
“Quanto de Cristo as pessoas encontraram em mim?”
Os discípulos não eram filhos do cristianismo de Constantino como nós; e nem foram doutrinados pelos teólogos patrocinados por Constantino; e, dele para frente, doutrinados pelos “doutores” dos mistérios de Deus na “Igreja”. Não! Os discípulos foram apenas pessoas simples. Eles não tinham nenhuma de nossas bobas e presunçosas questões teológico-filosóficas ou doutrinas de agremiações denominacionais. Jesus era o centro deles, o Verbo Vivo, a palavra viva, e o que Ele falava bastava.
A essência do cristianismo não é a ausência de falhas, mas a dependência da graça. Cristãos não são pessoas que alcançaram a perfeição, mas sim aqueles que reconhecem sua profunda e desesperada necessidade da Cruz, encontrando nela o único Salvador.
O cristianismo genuíno começa justamente onde terminam as nossas aparências e fingimentos religiosos.
O cristianismo sem vivência é só teatro. A verdade é simples: quem não tem a vida transformada por Jesus apenas carrega uma religião, não a fé.
O cristianismo sem vivência é só teatro. Se você ler o Antigo Testamento, verá que os falsos profetas sempre andavam de mãos dadas com a aprovação popular, enquanto os verdadeiros profetas de Deus eram odiados, rejeitados e perseguidos. Os homens sempre preferem mentiras que acariciam seu orgulho à verdade que confronta seus pecados.
O teólogo progressista prega um cristianismo estéril, conveniente e sem atritos, moldado para não confrontar a natureza decaída do homem, garantindo assim o aplauso das multidões em vez da aprovação divina.
O cristianismo é um confronto de realidades entre a carne e o espírito; é Deus te mandando perdoar mesmo quando não há forças para tal;
É Deus te mandando ser fiel mesmo quando as tentações te induzem à infidelidade
O cristianismo não é a continuidade do judaísmo; é a Nova Aliança em Jesus Cristo, profetizada no Antigo Testamento. (Jr 31.31; Mt 26.28; Gl 1.13–16) ✝️
