Cristianismo

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Há dois mil anos, o cristianismo fala de amor, mas o cristão ainda não aprendeu a amar

No Brasil, o Cristianismo é como a Coca-Cola: embora existam outras "bebidas", como o Budismo, o Judaísmo, o Xamanismo e a Umbanda, a mais popular é o Cristianismo, com suas versões tradicional e pentecostal. E, às vezes, surgem bebidas com sabores muito parecidos, como a "Pepsi" espírita.

O marxismo é idêntico ao cristianismo pelo fato de serem pensamentos generalizadores, nos quais existem aqueles que são vítimas indefesas e perfeitas em pensamentos e ações, e há vilões de puro mal.

O cristianismo não faz sentido para quem busca justiça própria.
É ser roubado… e, ainda assim, oferecer ao ladrão o que ele nunca poderia roubar.

Se eu pudesse lhe dar um conselho realmente importante sobre o cristianismo, seria este: não transforme sua conversão em uma mudança de ambiente; transforme-a em uma mudança de coração.


Porque muitas pessoas entram na igreja, mas não permitem que Cristo entre nelas. Mudam a roupa, mudam as palavras, mudam os lugares que frequentam, mas continuam carregando a mesma pessoa por dentro.


E existe uma diferença enorme entre converter-se a Cristo e converter-se à religiosidade.


Porque quem era fofoqueiro e apenas se converteu à religiosidade torna-se um religioso fofoqueiro.


Quem era mentiroso torna-se um religioso mentiroso.


Quem era ansioso torna-se um religioso ansioso.


Quem era orgulhoso torna-se um religioso orgulhoso.


Quem era impaciente torna-se um religioso impaciente.


Quem vivia preso em traumas, ressentimentos e desejos de vingança apenas aprende a esconder tudo isso atrás de palavras espirituais.


Mas Cristo não veio para ensinar pessoas a esconderem feridas; Ele veio para curá-las.


E aqui está algo que muitos precisam ouvir: sua maior prova de cristianismo não acontece na igreja. Ela acontece dentro de você.


A maneira como você trata seu cônjuge fala sobre seu cristianismo.


A maneira como você responde seus filhos fala sobre seu cristianismo.


A maneira como você honra seu pai e sua mãe fala sobre seu cristianismo.


Porque é muito fácil levantar as mãos diante de Deus por alguns minutos. Difícil é abaixar o orgulho para pedir perdão. Difícil é responder com amor quando a vontade é responder com dureza. Difícil é permanecer paciente quando tudo dentro de você quer explodir.


O evangelho nunca foi sobre parecer santo. Sempre foi sobre ser transformado.


Não viva um cristianismo de domingo. Viva um cristianismo integral. Leve Cristo para a mesa da sua casa, para suas conversas, para seus relacionamentos, para os passeios com amigos, para seus pensamentos e para suas decisões.


E fica aqui um convite sincero: entregue-se de verdade.


Entregue a ansiedade.


Entregue o orgulho.


Entregue as dores.


Entregue os traumas.


Entregue a necessidade de vencer discussões.


Entregue aquilo que ninguém vê.


Porque quando Cristo governa uma vida, a verdade entra. E a verdade rompe cadeias emocionais, cura relacionamentos, restaura propósitos e devolve sentido à missão da vida.


E existe uma gratidão profunda em ser alguém usado por Deus para carregar essa verdade. Porque a verdade de Cristo atravessa qualquer cenário: emocional, psicológico, familiar ou espiritual.


No fim, talvez a pergunta mais importante não seja: “Quantos anos eu tive de igreja?”


Talvez seja:


“Quanto de Cristo as pessoas encontraram em mim?”

⁠Do cristianismo só gosto do vinho, dos feriados e dos pecados. Examinei todas as superstições conhecidas do mundo são todos baseadas em fábulas e mitologia e não encontro na superstição do cristianismo uma característica redentora, ou uma revelação. A decisão cristã de considerar o mundo feio e mau, tem feito do mundo feio e mau.

O cristianismo é a força mais sanguinária da história, uma máquina de guerra e extermínio que moldou o Ocidente sob o rastro de pilhas de cadáveres. Não se trata apenas de conflitos isolados, mas de uma estrutura ideológica desenhada para o massacre, onde a cruz sempre serviu de estandarte para a pilhagem e o genocídio. É impossível dissociar o cristianismo das maiores atrocidades da humanidade, pois ele forneceu o veneno cultural e a base moral que permitiram o surgimento do Nazismo e a aniquilação de civilizações inteiras. Do antissemitismo milenar das igrejas até a legitimação de regimes totalitários, essa religião não apenas testemunhou as tragédias ocidentais, ela foi a arquiteta primordial de cada uma delas.

O cristianismo é uma enorme piada, teoricamente quando o personagem Jesus morreu ele pagou por todos os pecados humanos, mas seguindo essa lógica quando Jesus ressucitou os pecados retornaram! Então ele morreu para que?

Se amar o próximo define o verdadeiro cristianismo, as igrejas atuais não passam do maior esquema de recrutamento para o inferno já inventado! Mas fiquem tranquilos: padres e pastores terão o privilégio da primeira fila, já que passaram a vida enriquecendo através da miséria alheia e vomitando ódio ao próximo!

No cristianismo o machismo começa quando deus é pai e o seu filho é também um homem! Numa religião onde o divino é homem, o resto é inferior e submisso.

Epistemicamente, o cristianismo é tão provável quanto a existência de fadas!

O cristianismo afirma que Jesus quitou a dívida do pecado; curiosamente, a igreja ainda cobra mensalidade.

O cristianismo é, na prática, politeísta: tem o Pai, o Filho e o Espírito Santo; tem o Diabo, os anjos, os santos; e ainda eleva ao sagrado o Papa, os cardeais, bispos, padres e pastores.

O cristianismo oferece eternidade; eu escolho intensidade.

O que destrói o cristianismo é o fato de o personagem "deus" praticar tudo aquilo que hoje reconhecemos como psicopatia; por isso, o deus cristão não merece existir nem ser adorado, merece apenas ser esquecido eternamente.

Se o cristianismo é verdade e devemos amar os inimigos, então julgar e ameaçar os ateus é o mesmo que abraçar o capeta!

O cristianismo não salvou ninguém da morte. Só inventou uma história infantil para você não reclamar enquanto morre.

O cristianismo afirma que o sofrimento tem propósito, mas o propósito real sempre foi o controle dos mais fracos.

Se a gente não puder ser crítico ao cristianismo, ele cria um bando de zombies fanáticos, tenta instaurar uma ditadura, e mata ou tortura todo mundo que não se ajoelhar a ele.
É necessário criticar o cristianismo pela facilidade do fascismo de se criar a partir dele. Querendo ou não, o sistema cristão em si é fascista, porque dita o que fazer, o que acreditar, quem amar, condena ao inferno quem não se curvar e declara morte ao "pecador". Séries como "O Conto da Aia" mostram isso perfeitamente.
Mas não só na ficção vemos isso. As inquisições protestantes e católicas, o que aconteceu na Alemanha na segunda guerra, a escravidão do povo africano, o apartheid... Tudo isso tem o mesmo pano de fundo, o mesmo fundamento, a mesma desculpa e o mesmo motivo: a bíblia e o cristianismo.
Não podemos deixar jamais que calem a nossa voz quanto a isso. Nossa única arma é o conhecimento, o pensamento crítico e nossa humanidade. Por isso chamam de proibido o fruto do conhecimento.
- Marcela Lobato

O cristianismo, em uma análise fria e realista, é um câncer social. Algo que legalizou a barbárie, e desumanizou milhões de pessoas. Criou a ideia de céu e inferno, um deus "todo bom", apesar de perverso, ególatra, infanticida, misógino, ditador e facilmente enfurecido por não ser amado, adorado e obedecido por todos, assim como um diabo maligno que o "todo poderoso" não teve a capacidade de destruir.
A partir daí surgiram as pessoas "de deus" e as "do diabo", ou seja, os humanos "de bem" contra os monstros, os demônios, os demoníacos. Não importa se esses "diabólicos" não fizeram mal a ninguém, por serem quem são, devem ser mortos, torturados, queimados vivos.
A verdade, quando se lê a bíblia, é que aqueles textos não tem amor, muito menos um deus amoroso. A maioria dos cristãos são fascistas e apoiam até mesmo chacinas em favelas, não por acaso. O cristianismo nunca foi sobre amor, por mais que haja uma minoria de cristãos que o levam dessa forma, e a esses todo o meu respeito apesar das divergências que temos de filosofia, crenças, e outras coisas.
Mas o cristianismo em si, é a religião do ódio. A maioria deles reproduz o deus bíblico de fato. Um ser enfurecido por sua pequenez, narcisista, megalomaníaco, que precisa urgentemente de um terapeuta. Um ser que nega sua história, sua origem. Que se sente tão minúsculo que precisa fingir que é gigante. Ele mesmo se coloca como todo o bem e todo o mal no velho testamento.
As pessoas tentam romantizar o cristianismo, mas o próprio Jesus em uma passagem do chamado "novo testamento" faz uma parábola comparando-se ao rei e seus seguidores aos súditos desse rei, que afirma que todos que forem contra "a coroa" devem ser mortos. O amor cristão é uma farsa ideológica. Eles só tem amor por aquilo que é igual, que segue suas regras. O diferente sempre será "do Diabo", um "monstro" a ser combatido. Quem não se ajoelha, sempre será o demônio pra eles, desumanizado, odiado, que deve ser queimado sem dó nem piedade. Pelo ponto de vista humano, no melhor sentido da palavra, o cristianismo, assim como seu deus, é o verdadeiro maligno.
- Marcela Lobato